De acordo com os resultados do inquérito, 40% dos alunos alvo de “medidas seletivas” ou “adicionais” não têm apoio direto dos professores de Educação Especial, que aconselham antes os docentes titulares de turma a optar por diferentes estratégias pedagógicas. “Muitas vezes nem conhecem os alunos”, alerta a coordenadora da área de Educação Especial da Fenprof, Ana Simões.