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E um plano de capacitação salarial? Luís S. Braga

Este texto merece ser lido. Não porque seja sensato, mas porque mostra como o missionarismo grassa na nossa profissão e passa bem com tretas fofas.
O que vou comentar vai ser usado como prova definitiva, pelos proponentes do plano de capacitação emocional, de que precisarei dele.
Mas não me ralo com isso. Nas igrejas, dos herejes que criticam a catequese, diz-se sempre que lhes falta catequese.
Os meus alunos não se têm queixado da minha incapacidade emocional para este “incapaz” ter de ser capacitado.
Paguem melhor e os profs que tenham mais dinheiro para uns almocinhos e passeios com a família e vão ver como ficam capacitados e com menos stress.
E sai mais barato que pagar aos benévolos “capacitadores”.
Não há ninguém que explique a esta senhora que, por mais sessões e planos, ninguém se livra do stress se o dinheiro não chegar para as contas e se morar num quarto manhoso e sem conseguir ver a família?
As sessões doutrinais do plano, para esses, serão tortura. Imagino o ambiente da coisa….
Quando é que estes artistas ganharão juízo?

Plano de capacitação emocional dos docentes