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EDUCAÇÃO EM TEMPO DE PANDEMIA Problemas, respostas e desafios das escolas

 

“Embora não se devam aproveitar as situações excecionais para implementar profundas alterações no funcionamento social, essas mesmas situações excecionais podem ser a alavanca para essas mudanças”, explicam os relatores, acrescentando que as recomendações visam medidas imediatas que podem “inspirar as escolas” e medidas a médio prazo que requerem “vontade política” e a “colaboração e participação de todos os parceiros educativos”.

O CNE aconselha o Governo que estude a reorganização do ensino secundário de forma a manter “o 10.º ano mais livre e transversal aos diferentes percursos de conclusão do ensino obrigatório, relegando para os 11.º e 12.º anos a escolha das vias de conclusão e acesso ao ensino superior”.

Nos dois últimos anos do ensino obrigatório pode haver “flexibilidade e permeabilidade entre os diversos desenhos curriculares e recurso à modalidade de ensino híbrido”, ou seja, entre o ensino presencial e o ensino remoto.

Resumo

Folheto_Digital.pdf (cnedu.pt)

Estudo

EDUCAÇÃO EM TEMPO DE PANDEMIA