… que vai sobrar para os mesmos de sempre, uma vez que não percebe nada disto e pago-nos mal para colaborarmos com estas fantochadas.
Confiamos nas escolas e por nelas confiarmos fizemos as escolhas que fizemos.
Escolhemos a autonomia educativa, o cuidar da transição entre ciclos e o equilíbrio das diferentes componentes do bem-estar dos nossos alunos.
Ouvir, pensar, decidir, implementar e avaliar. Estas são as fases da decisão política, todos concordaremos. O que decide, porém, a sua qualidade é o seu grau de participação, de envolvimento, de auscultação e de acompanhamento.
Criamos, com este plano participado, e criaremos com a sua implementação colaborativa, um espaço e tempo ampliados e fortalecidos para apoiar, com base na maior flexibilidade e intensidade, os anos de escolaridade mais afetados pela pandemia.
Os professores nunca necessitaram que o ME desenhasse um plano de recuperação de aprendizagens, não é agora que vão necessitar.
Este Plano, na minha opinião, tem muitos objetivos, mas a recuperação das aprendizagens está lá bem no fundo da lista…