Os outros foram os que se aglomeravam ao portão da escola.
Sondagem: 42% dos portugueses considera que reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”
Cerca de um mês depois do início do ano letivo, apenas 17% dos portugueses consideram que o regresso às aulas presenciais correu mal. É o que indica uma sondagem da Intercampus feita para o “Jornal de Negócios” e “Correio da Manhã”, que aponta ainda que 42% dos inquiridos entendem que a reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”. No meio estão 37% que respondem “mais ou menos” ou “nem uma coisa nem outra”, e 5% que dizem não ter opinião.
Cerca de um mês depois do início do ano letivo, apenas 17% dos portugueses consideram que o regresso às aulas presenciais correu mal. É o que indica uma sondagem da Intercampus feita para o “Jornal de Negócios” e “Correio da Manhã”, que aponta ainda que 42% dos inquiridos entendem que a reabertura das escolas “decorreu de forma positiva”. No meio estão 37% que respondem “mais ou menos” ou “nem uma coisa nem outra”, e 5% que dizem não ter opinião.
“Não se encontrou nenhuma relação entre a abertura das escolas e o aumento do número de casos. […] O número de casos nas escolas é relativamente limitado… Muitas vezes são casos isolados, pensa-se que a maior parte das vezes foram contraídos na comunidade e não ao contrário, não são os alunos que levam [depois] para a comunidade”, referiu Graça Freitas na conferência da Direção-Geral de Saúde (DGS) esta segunda-feira.
A 7 de outubro, a DGS tinha identificados 23 surtos em estabelecimentos de ensino, num total de 136 casos positivos. Do lado sindical, a Fenprof diz que 330 estabelecimentos escolares têm ou tiveram casos de covid-19, sem explicar se os contágios se deram dentro da escola ou fora dela.
A sondagem da Intercampus mostra ainda que 64% dos inquiridos são da opinião que as empresas “deveriam ser obrigadas a permitir o teletrabalho aos trabalhadores que o podem fazer”. Vinte e oito por cento afirmaram que não e 7% disseram não ter opinião formada. Atualmente, o teletrabalho só é obrigatório para quem sofra de doenças crónicas.