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O “livre-arbítrio” dos professores de risco, segundo o Tiago Brandão

 

Sobre as baixas dos professores pertencentes aos grupos de risco da covid-19, Brandão Rodrigues acredita que será possível substituir esses docentes de forma rápida, mas lembra que o ministério “não tem a ficha clínica de todos os seus trabalhadores” – e mesmo que tivesse, os trabalhadores têm “livre-arbítrio” para decidirem se querem continuar a ir trabalhar ou não.

Os professores e outros funcionários escolares pertencentes aos grupos de risco não podem ficar em teletrabalho (dado que está em vigor o regime de ensino presencial), mas sim meter baixa médica – e dessa forma receber o salário completo apenas durante os primeiros 30 dias.