Por cá muito se tem dito sobre o próximo ano letivo. A comunidade educativa está apreensiva, pode-se dizer que o medo começa a pairar no ar, mas não há quem sossegue os receios. Não é uma manifestação a 5 de outubro que vai conseguir a segurança que todos querem. Se a pretensão é mesmo a luta por condições de trabalho nesta fase complicada e de incerteza, há que ser bem mais do que bem falante e abanar bandeirinhas…
Madrid. Sindicatos convocam greve de professores por falta de medidas de segurança
Os sindicatos CCOO, UGT, CGT e STEM anunciaram uma greve dos professores madrilenos no início do ano letivo em cada uma das etapas educacionais e mais um dia de greve conjunta. Acusam o governo regional e o Ministério da Educação de “inércia” e consideram que faltam medidas e recursos.
No dia 10 de setembro haverá uma greve conjunta de todos os níveis e ensinamentos do ensino público não universitário, explicam os quatro sindicatos.
Entre as principais reivindicações sindicais estão: redução da proporção de alunos por sala de aula; divisão das turmas para respeitar distâncias de segurança; aumento do corpo docente; mais pessoal de limpeza e controle; dotação em todos os centros de pessoal de enfermagem e medidas e recursos para corrigir a exclusão digital.