As informações têm estado sobre o máximo sigilo, não têm revelado nada, porque também não o podem fazer, os cenários são muitos e imprevisíveis.
Até ao final do ano, e se nada surgir em contrário, as progressões estão asseguradas. O que acontecerá depois de 31 de dezembro ainda é uma incógnita, mas começam a ouvir-se um ou outro cenário. A economia caiu, o PIB cai, o défice aumenta… Nada disto pode parecer uma novidade, é lógica.
Vamos sofrer com tudo isto? Vamos. Resta saber de que forma.
Para já podemos conhecer-nos que o tal aumento “prometido” de 1% não acontecerá. Como vamos pagar a crise, ainda não sabemos ou temos a certeza, mas a austeridade não está fora da mesa. Tudo depende como a situação do país, da Europa e do mundo evoluir, e de como o governo, os patrões e a pulação reagirem.
Estamos num limbo de incerteza, mas prefiro estar vivo para pagar esta crise do que a deixar de herança a quem cá ficar. Não quer isso dizer que o farei calado e sem criticar a opção de serem sempre os mesmos a pagar a crise. Se ajudamos os bancos durante a crise que eles provocaram, estamos agora na situação em que o favor tem de ser devolvido da mesma forma.
Cortes salariais “não serão a primeira opção” do governo num cenário de austeridade
Ministra da Modernização do Estado e da Administração Publica admite a possibilidade de um eventual congelamento das progressões de carreira.