Já vários avisos foram dados que só voltaremos à normalidade social quando for descoberta uma vacina contra o Covid-19 e não se prevê que em menos de um ano essa vacina exista.
O ano letivo 2020/2021 irá começar em menos de meio ano e neste caso será quase impossível que o ano letivo tenha início da mesma forma que tem sido feito até aqui.
O Governo já anunciou que em Setembro todos os alunos irão ter condições técnicas (PC e NET) para evitar uma situação idêntica à deste terceiro período.
Por isso, o mais provável é que o regresso às aulas no ano letivo 2020/2021 seja feito com horários ajustados para o trabalho presencial e não presencial. As sessões síncronas deverão ser substituídas por aulas presenciais e o restante horário dos alunos em trabalho assíncrono usando as plataformas eletrónicas.
É possível que a presença dos alunos na escola não ultrapasse um aluno por mesa (limitando-se assim o tamanho das turmas presenciais a 15 alunos ou à divisão da turma em dois grupos) e os intervalos possam não existir, ou existindo serão desfasados entre turmas.
As condições de higiene devem ser asseguradas com o uso da máscara obrigatória e é possível que existam períodos alternados para a presença dos alunos na escola.
Talvez se crie as condições para a realização das provas de aferição on-line, mantendo-se as provas finais e os exames em regime presencial.
As refeições nas escolas poderão ser servidas embaladas.
O trabalho entre docentes (reuniões, avaliações, formação, etc…) deverá ser feito de forma não presencial.
Já não falta muito para o início do novo ano letivo, mas nesta altura já precisa de se começar a pensar em que moldes o mesmo irá funcionar, porque a preparação do próximo ano começa sempre a ser feito durante o mês de junho.