E o que se aconselha é que quem tenha estado entre 1 e 2 metros junto do escritor se mantenha em casa em “auto-quarentena”.
As medidas que têm vindo a ser anunciadas para evitar a propagação do vírus remetem para a consciência de cada um decidir o que fazer como precaução para a sua não propagação.
Como ainda não foi detetado qualquer caso em Portugal até se compreende a manutenção de uma rotina comum nos espaços públicos, mas deixar no individuo a decisão de “ficar em casa” não parece a solução mais acertada pois o “ficar em casa” implica nestes casos “ficar sem o vencimento”.
Não deverá levar muito tempo a noticiar-se o primeiro caso em Portugal, se é que ele já não existe. E tendo em conta o tempo de permanência do Luis Sepúlveda na Póvoa de Varzim se não for detetado nesta cidade o primeiro caso, é sinal de grande imunidade desta população. 🙂 Mas se for detetado pelo menos ficámos com a consolação de nos ter sido transmitido por um grande homem da literatura moderna.
PS: pelo que me recordo não estive a menos de 20 metros do Luis, a não ser que de passagem me tivesse cruzado com ele por algum corredor, e aproveito para endereçar as rápidas melhoras para si e para a sua esposa.