Os professores nunca o deixaram de ser. Com os parcos meios que cada professor tem, começaram a dar resposta a esta crise no último dia em que as escolas estiveram abertas. Ao longo destas duas semanas reinventaram as suas aulas e formas de continuar a chegar aos seus alunos. Mesmo depois de se sentirem “magoados” com as suas declarações de que “ninguém estava de férias”, continuaram a realizar o seu trabalho, nunca o deixaram de fazer, uns de uma forma outros de outra. Os contactos com os alunos não foram interrompidos. Nunca deixamos de ser uma referência… nem deixaremos, surjam as contingências que surgirem. (Nós não temos por hábito desaparecer de cena quando dá jeito e aparecermos quando dá…)