Em poucos anos triplicaram os casos de MPD. No futuro, até o ME, espera que estes casos e o recurso a este tipo de mobilidade venha a aumentar.
Uma das medidas que podia baixar, consideravelmente, estes casos seria uma negociação, séria, da idade da reforma dos professores e, até, de outros profissionais… O diploma aprovado ontem de “Cuidador Informal” vem dar algum alento aos que cuidam de ascendentes e descendentes.
7400 professores mudam de escola por doença no próximo ano letivo
Pedidos mais do que triplicam em cinco anos. 71% vão para Norte. Há escolas com 140 docentes vindos de fora.
A possibilidade está prevista há anos, mas o número de professores dos quadros que conseguem mudar de escola recorrendo ao pedido de mobilidade por doença tem aumentado, e muito, de ano para ano.
De acordo com os números do Ministério da Educação (ME), em 2014/15 houve 2100 a invocarem o seu estado de saúde, ou de ascendentes ou descendentes a cargo, para justificarem a deslocação para uma escola mais próxima do local de prestação de cuidados de saúde de que necessitam ou para o concelho de residência familiar. Para o próximo ano letivo, foram autorizadas 7400 mudanças de escola. Ou seja, mais do que triplicaram em quatro anos.
A mobilidade por doença só é autorizada em casos muito específicos e os professores têm de fazer prova do seu estado de saúde (ou dos familiares que precisam do seu apoio) através de um relatório médico e da entidade que presta tratamento se for caso disso.