“Não se pode dar tudo a todos” foi o argumento do governo PS para rejeitar a recuperação dos 9 anos de trabalho dos professores e outras carreiras profissionais (porque as pessoas não andaram a coçá-los…) ou investir na saúde (hospitais e medicamentos) ou melhorar os serviços públicos, mas depois aprovam decisões em que se pode dar bastante a poucos…
AH! E uma coligação entre PS, PCP e CDS(!) para aprovar isto já não é irresponsável nem antinatural…
E como era de esperar, as decisões ‘têm água no bico’ pois já não basta nomear a família: também se decide o salário dos que já estão a exercer. O azar dos professores, policias, médicos e todas as outras profissões, é não terem cônjuges em cargos políticos que decidem sobre os salários…
Mário Silva