Blog DeAr Lindo

Primos, primas, sogros, sogras, genros, noras, pais, mães, tios, tias, filhas, filhos, maridos, mulheres, amantes, enteados, enteadas, afilhados, afilhadas, comadres e compadres, uniões de facto e sem facto…

E mais os animais de estimação…

Familygate: há agora mais seis casos de nomeações familiares – ECO

 

PS:

Chamem a GNR…

Ana Leal: “GNR e MAI continuam a pactuar com esta ilegalidade”

A investigação da Ana Leal mostra as suspeitas de favorecimento nas contratações da GNR. Familiares de altas patentes estão a ser escolhidos para cargos de relevo.

 

Já percebi a regra – não sejas pato três vezes porque isto de andar ao colo…:

Ligações familiares no Governo: terceira polémica de ex-secretário de Estado do Ambiente deu demissão – O Jornal Económico

 

E não sei porque é que o Cavaco abre a boca:

“Familygate”: Governo de Cavaco Silva nomeou 11 mulheres de ministros e secretários de Estado e mais 4 familiares diretos – Política – Polígrafo

 

No jobs for the boys, diz agora Cavaco. E jobs for the wives no seu Governo? – Observador

 

Pois, mas, o que interessa é criar cortinas de fumo e empurrar os problemas com a barriga para ver se o pessoal se esquece:

“(…) O presidente da comissão parlamentar de Transparência defende que o Governo podia ter resolvido a questão das nomeações de familiares através do Código de Conduta.

O presidente da comissão parlamentar da Transparência, Luís Marques Guedes, respondeu esta sexta-feira ao primeiro-ministro, António Costa, que ontem desafiou esta comissão a debater um critério claro que regule as nomeações familiares na esfera do Governo. A existir uma lei, esta “só poderia ser feita pelo próprio Governo”, disse o deputado do PSD, referindo-se ao Código de Conduta. (…)

Costa atirou problema para o Parlamento. Comissão de transparência devolve batata quente ao Governo – ECO

 

Como convêm, não é verdade?

Ministério Público deixa investigação ao “apagão fiscal” parada há 19 meses – O Jornal Económico

“Intolerável”, diz a eurodeputada Ana Gomes, numa carta à Procuradoria-Geral da República, alertando que o inquérito a transferências de 10 mil milhões “não avançou absolutamente nada”.