… num país estranho, com politicas estranhas e cheio de gente estranha que nada estranha…
“É uma questão de tempo. Os professores vão ganhar”
Cerca de duas horas de reunião deixaram o governo e os sindicatos de professores exatamente no mesmo ponto no que respeita à discussão da progressão nas carreiras com base na devolução do tempo de serviço o congelado. A tutela voltou a propor os dois anos, nove meses e 18 dias que já tinha aprovado e os sindicatos reiteraram que não abrem mão dos nove anos, quatro meses e dois dias exigidos.
À saída, Mário Nogueira definiu a ronda negocial como “a reunião mais estranha que se possa imaginar”, acusando a tutela de pretender apenas “cumprir calendário”. Porém, deixou a garantia: os docentes “não vão desistir” e levarão a melhor. “É uma questão de tempo: os professores vão ganhar”, assegurou, prometendo para breve o anúncio de medidas de luta a desenvolver em 2019.