Lembro-me de ouvir contar a história sobre um Natal de um célebre escritor português adepto da libertinagem… estando ele “junto” com uma segunda companheira, viviam com os filhos que tinha desta e da anterior companheira, que os tinha deixado ao seu cuidado. Um dia ofereceram-lhe um cabaz com vários produtos alimentares para que fossem consumidos na ceia de Natal. Tendo recomendado à companheira que fizesse algo para a ceia dos cachopos, ela, protetora dos seus rebentos, serviu o bacalhau aos seus e as latas de atum aos rebentos da anterior companheira do dito escritor…
É claro que o Libertino não ficou satisfeito… apareceu, no dia seguinte, com algumas nódoas negras…