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Nota Informativa dos Procedimentos do Período Probatório

Já começaram a ser marcadas as reuniões da DGAE com os docentes e os acompanhantes internos para Sessões de Trabalho com vista a apoiar as práticas dos atores no terreno (docentes, acompanhantes internos e avaliadores externos) e a operacionalização do Período Probatório, promovendo uma reflexão sobre o processo e os instrumentos a utilizar de modo a garantir a coesão, a articulação e a coerência de procedimentos indispensáveis à simplificação, à eficácia e ao sucesso do trabalho, na perspetiva da partilha de saberes e práticas pedagógicas e de desenvolvimento profissional.

No norte esta Sessão de Trabalho está agendada para dia 28 de Novembro.

Pelo que verifico o descongelamento das carreira vai trazer novamente às escolas o frenesim das avaliações dos docentes. Começa agora com o período probatório e em breve vamos ter novamente o retomar de tudo aquilo que pior tem o sistema de ensino e que não tem resultados práticos nenhuns.

Agora alguns já o reconhecem.

 

Maria de Lurdes Rodrigues

Maria de Lurdes Rodrigues diz que sempre encarou como objectivo central do seu modelo de avaliação “a melhoria da qualidade das aprendizagens e o sucesso dos alunos”. Mas a verdade é esta: “Nos últimos 10 anos conseguimos melhorar as aprendizagens e os resultados dos alunos, como não tivemos êxito na consolidação da avaliação docente e isto aconteceu tal significa que esta [a avaliação dos professores] não foi decisiva para a melhoria registada”, frisou a ex-ministra, para adiantar que é necessária que seja feita “uma reflexão sobre isto”.

Nuno Crato

Também o antigo ministro da Educação, Nuno Crato, aponta no mesmo sentido. “Disse que a avaliação dos professores não era o problema central do sistema educativo, mas sim a dos alunos e esta melhorou”, refere em declarações ao PÚBLICO.

 

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