No próximo ano a grande maioria das escolas terá de abrir o processo para a eleição da um novo Diretor.
Os primeiros mandatos tiveram início em 2009, a maioria delas ainda com a constituição de um Conselho Geral Transitório, e em 2013 muitos dos primeiros diretores eleitos viram a sua renovação de mandato aprovada pelo Conselho Geral.
Apenas é possível a renovação de um mandato, sendo que, para um terceiro mandato estes diretores terão de submeter-se novamente a concurso.
Para haver alterações ao modelo de Gestão teria de ser revista a legislação com alguma urgência, algo que não parece fazer parte dos planos deste governo.
Sem sombra de dúvida que em 2017 vai-se voltar a falar e muito no modelo de gestão, mas possivelmente tarde demais para evitar um terceiro mandato dos actuais diretores de gestão unipessoal que surgiram pela mão de Maria de Lurdes Rodrigues, do governo PS da altura.
Ter ou não ter diretores nas escolas?
Modelo de gestão escolar está a ser questionado. FENPROF quer mudanças, não concorda com uma gestão autocrática e vai lançar uma campanha em janeiro. FNE defende avaliação do funcionamento, constrangimentos e potencialidades, antes de qualquer alteração.