Assim, prevejo que:
- O número de alunos por turma seja reduzido já em 2016/2017;
- Os projectos piloto para a municipalização desapareçam todos já em 2016/2017;
- O modelo de gestão será revisto;
- A burocracia nas escolas vai ser uma coisa do passado;
- A valorização do papel do professor vai finalmente passar das palavras aos actos;
- Mais financiamento será dado à educação no próximo orçamento de estado.
Porque afinal de contas todos os discursos do dia de ontem quiseram dar a entender que nada era contra o ensino privado, nem esta marcha era uma resposta às manifestações das escolas com contrato de associação.
Como nada mais há para falar sobre o dia de ontem, nem sobre as conquistas desta “grandiosa” manifestação, ficam apenas os ataques aos números divulgados pela comunicação social sobre o número de marchantes de ontem, em especial sobre o Jornal Público, num ataque pessoal à Clara Viana que tanto tem dado à informação sobre o tema da Educação nos últimos anos..