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Marcelo pede, Governo acede

E fez bem pedir, porque como também disse por várias vezes, não se justificava este ano esta mudança repentina dos exames do 4º e 6º anos para provas de aferição de 2º e 5º anos.

No meu ponto de vista uma mudança deste género devia ser ponderada com tempo e não da forma como foi feita.

 

 

Marcelo pede, Governo acede. Provas de aferição não vão ser obrigatórias este ano

 

 

A Renascença apurou que o Governo optou por um regime transitório após falar com o novo Presidente, que ainda ponderou o veto do diploma.

 

 

 

A Renascença sabe que Marcelo ponderou vetar o novo regime de avaliação do ensino básico, mas terá tido em conta o facto de existir na Assembleia da República a maioria necessária para confirmar o diploma e, por outro lado, não terá querido marcar o inicio do seu mandato com o exercício de um poder de oposição ao Governo. Neste contexto, Belém e o Governo negociaram um regime transitório para este ano lectivo.

As dúvidas de Marcelo em relação ao fim dos exames nacionais do 4.º e 6.º anos e o regresso das provas de aferição para o 2.º, 5.º e 8.º anos, anunciado pelo ministro da Educação, foram públicas durante a campanha eleitoral. Marcelo alertou para os riscos das sucessivas mudanças no regime de avaliação e para a quebra de expectativas dos encarregados de educação e das crianças.