As Metas ainda vão dar muito que falar. O PCP quer, porque quer, acabar com elas. O atual Ministério da Educação quer esperar e analisar as opções que terá em cima da mesa depois de consultados “especialistas” e “outros” numa “avaliação científica e pedagógica”.
Não será tão cedo que teremos uma decisão sobre este tema. Se o fizerem de uma forma séria, não me importo de esperar o tempo que for necessário. A Escola está farta de tantas mudanças, necessita de estabilidade. Necessita de uma solução duradoura.
As direcções das associações nacionais de professores de Matemática (APM) e de Português (APP) – duas das organizações que mais críticas fizeram à criação das metas curriculares pelo ministério da Educação de Nuno Crato – não apoiam a vontade do PCP, que no dia 8 de Janeiro pretende formalizar, no Parlamento, a recomendação ao Governo para que proceda à sua suspensão imediata. “Rever as metas e os programas das disciplinas são medidas urgentes, mas urgência não deve ser confundida com precipitação”, frisa Lurdes Figueiral, da APM.
(clicar na imagem para continuar a ler) in Público by Graça Barbosa Ribeiro