No Diário Económico e no Correio da Manhã, respetivamente.
É pena que Nuno Crato tenha deixado andar o barco à deriva nas mãos do Secretário de Estado, Casanova de Almeida e do Diretor-Geral da DGAE, Mário Pereira.
Tudo isto podia ter sido evitado se tivesse pegado neste problema antes dele ter-se tornado incorrigível.
Porque apesar de tudo isto, sempre tive alguma simpatia por este ministro. E é pena que termine desta forma o seu mandato.
E quando sair não vai deixar nenhuma saudade.