Quatro dias e sete escolas: a história de um pesadelo com um final feliz
Quando se foi deitar, na noite de segunda-feira, Catarina, professora, tinha cinco escolas por onde escolher, todas a mais de 300 quilómetros de casa; na terça decidiu-se por uma delas; na quarta partiu sem saber onde iria dormir e na quinta ficou colocada à porta de casa. Esta é a história de um processo de colocação “normal” de “uma professora normal”, que, ainda por cima, diz Catarina, “teve um final feliz”. “De que é que me posso queixar?”, pergunta, depois de dizer que não consegue parar de sorrir.