… devia traduzir-se na isenção dos impostos de trabalho aos casais no ano do nascimento de um filho e na redução da taxa social única às empresas durante 6 anos após o nascimento dos filhos dos trabalhadores, de forma a comparticipar creches e jardins de infância em rede próximos do local de trabalho.
Porque não chega aumentar licenças de parentalidade se o nascimento de um filho também não se traduzir em compensação monetária para as famílias e trouxer alguns benefícios sociais para as empresas.
Já expliquei em pormenor em algum post anterior que agora não o encontro e não deixarei de enviar a Joaquim Azevedo, que ficou a chefiar esta comissão, algumas ideias pessoais sobre este assunto.
Incentivo a natalidade proposto por Passos Coelho exige mais emprego e mudanças na lei laboral