… que tem como objetivo fazer um cordão humano nas escolas onde se vão realizar as provas de avaliação para professores.
A prova de avaliação que vai ser aplicada a todos os docentes contratados só tem semelhança com a divisão da carreira em duas categorias criada por Maria de Lurdes Rodrigues.
Nessa altura todos sabiam que era uma medida artificial e injusta que tinha como único objetivo controlar as subidas ao topo da carreira, apesar de ninguém do Governo
No caso da prova de avaliação também é reconhecido por quase todos que é uma medida artificial e injusta e neste caso tem como objetivo reduzir o universo de candidatos à docência, apesar do Governo de agora também não o assumir.
No primeiro caso todos os professores pretenderam a eliminação da divisão da carreira como algo prioritário, apesar de poucas vagas terem ficado por preencher e na altura juntaram-se mais de 120 mil docentes em protesto contra essa divisão.
No segundo caso os professores pretendem que a prova de avaliação também seja eliminada, mas no caso de ela se realizar pressinto que a história se repita e que poucos não a façam.
A não ser que tudo isto tenha uma evolução e que todos os docentes, inclusive os docentes do quadro, se unam contra ela.
E será que ainda se consegue uma união como a de 2008?
Cordão Humano para dia 18 de Dezembro
Não adianta de nada dizer-se nas redes sociais que não se vai fazer a prova e depois os que ficarem em casa serem prejudicados por cumprirem a sua palavra.
A melhor maneira, a meu ver, é no dia 18 de dezembro TODOS os professores fazerem um CORDÃO HUMANO à porta das escolas onde se vão realizar os exames, vedando o acesso às mesmas.
Não quero sequer acreditar que haja colegas com lata de forçar a entrada para tentarem fazer a prova, ou que os colegas avaliadores façam o mesmo.
Desse modo, aí sim ninguém faria a prova e deixavamos o MEC a falar sozinho…
A LUTA é de TODOS!!!Pedro Resende