… mal feitas, quem sabe propositadamente.
Depois do teu post Pela Vialonga, foi ver essas listas e verifica-se que o colega menos graduado acaba por ficar com o lugar.
Mas o que acho mais interessante, e essa é a razão deste email, é que a graduação dos candidatos é de oitentas… Até aqui, tudo também normal, foi uma escolha infeliz do termo graduação quando (possivelmente) se queriam referir a classificação.
O que se verifica é que na posição 44, com graduação profissional 19,621 e uma “graduação” (classificação) de 10. E na posição 1, com graduação profissional inferior de 19,066 e uma “graduação” (classificação da escola) de 80,557…
Ora, não deviam as listas terem a ordenação feita com os primeiros 5 candidatos ordenados por graduação profissional? Se sim, então não é aquela lista de certeza.
Gostava muito de saber como foi feito este calculo porque o primeiro candidato desta lista tem uma graduação profissional inferior ao último candidato.
E quando vejo classificações arredondadas à milésima e alguém com uma classificação de 10,000 (não 10,001 ou 09,999) fico ainda mais desconfiado.
Qual terá sido a formula mágica para fazer este cálculo?