Nova “página” na luta contra a precariedade
Têm horários completos e contam anos consecutivos de serviço, mas não têm lugar nos quadros das escolas. Os contratados recusam a lógica ministerial que os identifica como uma necessidade transitória do sistema. Unidos através do Facebook, 17 mil professores reivindicam a vinculação.
A dúvida permanece em cada professor contratado: “Serei uma necessidade transitória?”, questiona César Israel Paulo, o porta-voz do recém-criado Movimento pela Vinculação dos Professores Contratados. Usando uma página da rede social Facebook, este professor contratado está a mobilizar a união de todos os que se encontram na mesma situação.
Reivindicam “o total respeito pela lei nacional e internacional vigente“, traduzido na integração nos quadros de milhares de contratados. A começar por todos os docentes com pelo menos três anos sucessivos de serviço.
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