…sobre a prova de ingresso.
Esta pergunta foi-me enviada por mail para acolher sugestões ao longo do dia. Caso não existam alterações à pergunta ou grandes objeções à mesma, no final do dia coloco-a como definitiva em novo post de forma a ser enviada ao Professor Marcelo para responder no programa do próximo domingo.
Caro Professor Marcelo Rebelo de Sousa,
Concorda que os professores contratados se sujeitem a uma prova de ingresso na carreira docente tendo em conta as condições apresentadas pelo MEC?
Vão ser dispensados da prova os professores contratados que obtiveram BOM até 24 de Junho de 2010 e vão ser dispensados da prova os professores contratados que obtiveram MUITO BOM depois de 24 de Junho de 2010.
A prova não vai ser realizada por todos os professores contratados, nem para aqueles que obtiveram avaliação de BOM até à data da realização da prova, nem por aqueles que ainda não atingiram um, dois, três,quatro ou mais anos de serviço, nem pelos colegas que concorrem pela primeira vez, nem por aqueles que obtiveram insuficiente em avaliação. Os professores estão a ser divididos por uma data que não coincide nem com fim de ano lectivo nem com o fim de ciclo de avaliação do professor.
Utilizam a avaliação como critério de realização ou não da prova em questão, esquecendo por completo as injustiças das avaliações já tantas vezes referidas.
Se o objectivo da prova é separar os “bons” dos “maus” professores, então aqueles professores que foram sujeitos a cotas não obtendo MUITO BOM depois de 24 de Junho de 2010, ou que por algum motivo estavam dispensados de serem avaliados e não obtiveram avaliação de BOM antes de 24 de Junho de 2010, ou ainda os professores que lecionaram em alguma escola que optou por não avaliar os professores no ano 2008/09, esses professores é que são os professores que têm de realizar a PROVA. Esses professores é que são os “menos bons professores” e têm de ser “filtrados” pela prova.
A prova é mais uma humilhação para nós (contratados) e chega-se a um ponto em que sentimos a necessidade de dizer BASTA!