É notícia de 1ª página de hoje do JN as novas prioridades no financiamento dos cursos profissionais.
Os cursos profissionais que são financiados por fundos comunitários irão ver reorientadas as prioridades e verão reduzidos os financiamentos os cursos que não se enquadrem nas lista de cursos profissionais a ser divulgada ainda esta semana. A aposta na caça, pesca e agricultura serão privilegiadas relativamente aos cursos das novas tecnologias e informação.
Ficamos também a saber que as turmas dos cursos profissionais, EFA e CEF, terão de ter 26 a 30 alunos e o ensino recorrente requer um mínimo de 30, devendo a turma ser extinta e agregada noutra se baixar dos 25 alunos.
Os alunos dos PALOP que se inscrevem neste cursos contam para a constituição de turmas, mas as escolas deixarão de receber financiamento por eles, por não serem cidadãos comunitários.
ADENDA: A notícia do JN referia que os cursos Profissionais, EFA e CEF teriam entre 26 a 30 alunos, mas de acordo com o documento do MEC que recebi esta tarde com as ORIENTAÇÕES PARA A CONSTITUIÇÃO DA REDE DE OFERTAS FORMATIVAS, os CEF terão entre 20 a 25 alunos, podendo-se desdobrar em dois grupos nas disciplinas das componentes técnicas e os EFA de dupla certificação terão entre 26 e 30 alunos, podendo ser desdobradas em dois grupos nas disciplinas da componente tecnológica e as turmas para formações modulares deverão ter um mínimo de 20 alunos. Parece que não, mas já faz uma grande diferença.