…tem sido as reuniões do MEC com os Diretores.
O que transparece até ao dia de hoje é que tudo ficará conforme o apresentado e a formação cívica terá grande possibilidade de se manter no currículo dos alunos. A central de compras e as receitas privadas sobrepõe-se a tudo o resto, quanto à essência do currículo nem mais uma palavra. Enganem-se os que poderão pensar que a EVT e o ensino artístico será uma das prioridades dos diretores das escolas, tanto mais que com estas disciplinas as receitas privadas esgotam-se mais facilmente.
MEC e Conselho de Escolas satisfeitos com debate da revisão curricular
Manuel Esperança considerou ainda que é preciso pensar bem se é útil extinguir a Formação Cívica.
“Chamem-lhe Formação Cívica ou outra coisa qualquer, mas aquele espaço que o diretor de turma tinha é fundamental para não estar a roubar tempo à sua disciplina com assuntos relacionados com a turma” que dirige: “Penso que aí ainda pode haver uma mexidela”.
Em declarações posteriores à agência Lusa, por telefone, o ministro manifestou-se sensível a este argumento.
“Isto é uma proposta aberta, estamos sensíveis a esse problema”, afirmou Nuno Crato, sublinhando que a consulta pública decorre num clima de diálogo e não numa perspetiva de cedências ou imposições.
O ministro acrescentou que, no essencial, os diretores se manifestaram de acordo com a proposta do Governo para reduzir a dispersão curricular.
Já no Alentejo tinha sido assim: