Ministério da Educação investiga o currículo dos professores
Esta investigação sobre a formação dos professores não devia ser com o objetivo de identificar os possíveis avaliadores do novo modelo de avaliação, mas devia já fazer parte de uma base de dados da DGRHE.
Acho até que os registos biográficos deviam ser centralizados na estrutura dos recursos humanos, libertando as escolas deste processo burocrático de a cada concurso que exite ser necessário colocar sempre a mesma informação: curso, data de curso, média de curso, tempo de serviço, etc… Uma gestão central com a validação por parte das escolas dos dados do registo biográfico já devia ter sido feita há imenso tempo eliminando os vários problemas com a progressão na carreira e com a diversificada interpretação das escolas sobre o momento de progressão de cada docente.
Também não encontro qualquer problema em que os docentes que por algum motivo beneficiaram de horas para a sua formação pessoal, princialmente os que gozaram de licença sabática possam ser os primeiros a ser chamados pelos graus que adquiriram com estas formações.
Pena é que esta forma de identificação seja feita num formulário do google e que o link para o preenchimento deste formulário seja facilmente acessível, apesar do dever sigilo dos diretores relativamente ao link deste formulário.