A análise que me falta

Depois da análise que fiz aos números do aviso de abertura conjugado com o número de lugares de QZP por grupo disciplinar e quadro de zona, quero deixar claro que estes servem apenas como apoio e não são vinculatidos do número de professores que poderão entrar em lugar de quadro de agrupamento porque faltam-me dados que não são públicos, tais como: o número de professores de QZP que chegaram a professor titular e que em função disso perderam o vínculo ao quadro de zona e automaticamente se transferiram para quadro de agrupamento.

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Os números correctos que a FENPROF quis que fossem seus.

É a vida, meu caro.

Bem sei que fazer um trabalho de análise às vagas publicadas no aviso de abertura conjugado com os lugares de QZP actuais é um trabalho chato e moroso que alguns se gostam de aproveitar como seus.

Se os dados que a FENPROF apresenta como seus eu contraponho com os meus porque sei onde estão os erros da minha primeira análise e tenho seguramente a certeza que eles não sabem onde eles estão.

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Quadro com a análise mais favorável

Lamento muito sr. Secretario de estado, mas as vagas não são 2600 para os contratados. Na melhor das hipótes apenas 2429 contratados obteriam um lugar em quadro de agrupamento, contudo, com as mudanças de grupo de docência de muitos professores do 1º ciclo para grupos disciplinares do 2º ciclo, as vagas desses grupos vão ser ocupadas na totalidade por professores dos quadros de zona pedagógica e automáticamente essas vagas não serão recuperadas.

 

Estimativas para novos vínculos de professores contratados?

Penso que apenas nos grupos 290, 350, 530, 540, 550,  910, 920 e 930 poderão ter esperança alguns contratados, pois em todos os outros essas vagas serão absorvidas pelo insuficiente número de vagas criadas em quadro de agrupamento. Contudo para os grupos do Ensino Especial, apesar do saldo positivo de vagas, estas poderão ser absorvidas pelos docentes dos quadros na transição de grupo disciplinar.

Quadro 1 (rectificado)

Este quadro utiliza apenas as vagas positivas criadas no aviso de abertura e subtrai o número de QZP’s existentes por grupo disciplinar em cada quadro de zona. Já tenho os restantes quadros feitos, mas o panorama é bastante negativo e receio que se assustem com os resultados.

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Lugares de QZP

Logo que tenha algum tempo irei fazer uma análise por grupo de docência e por QZP.
Conto até ao final de domingo ter estes dados completos e depois publicarei aqui.
  01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 TOTAL
100 121 165 250 94 130 182 95 144 118 165 205 98 100 300 147 117 126 182 168 125 90 222 162 3506
110 645 436 1642 440 382 787 348 699 437 510 910 235 1587 721 812 484 640 616 665 423 401 854 605 15279
200 24 23 76 15 14 23 11 49 12 17 56 12 63 47 58 17 20 9 50 14 21 56 17 704
210 4 9 26 5 11 4 6 15 4 3 14 6 8 18 15 7 14 2 13 10 2 11 7 214
220 20 27 45 2 17 7 13 51 12 16 21 13 20 45 69 14 19 6 45 12 16 49 18 557
230 15 37 113 3 12 16 10 65 11 23 107 23 22 70 100 14 9 13 46 16 58 82 23 888
240 34 17 63 3 6 17 20 35 7 10 44 5 65 41 59 11 7 17 47 14 14 43 23 602
250 5 13 18 6 1 4 7 22 0 3 42 3 3 16 23 3 11 1 19 4 7 21 17 249
260 26 28 54 15 8 39 17 28 3 18 14 11 13 16 19 5 14 8 20 9 13 29 2 409
300 9 93 73 48 54 22 55 107 28 22 83 40 184 87 91 43 49 39 84 38 65 150 44 1508
320 0 1 2 1 6 0 1 7 2 2 5 1 12 3 8 1 2 5 6 2 4 4 6 81
330 5 72 51 39 25 20 31 70 36 46 47 40 69 81 77 31 42 46 68 28 9 39 26 998
340 0 0 0 1 2 0 1 2 1 3 0 1 2 4 3 4 0 2 2 1 1 2 1 33
400 27 36 81 16 17 15 11 56 19 16 54 21 90 55 53 14 20 18 37 26 42 84 15 823
410 17 24 14 11 18 8 10 19 14 17 57 11 12 38 55 7 17 16 18 4 14 11 20 432
420 1 29 95 11 3 6 17 22 0 1 15 9 19 17 60 26 28 2 16 22 20 18 6 443
430 13 9 13 2 1 10 3 11 1 2 19 1 11 1 12 2 3 1 15 0 12 9 10 161
500 7 64 70 48 27 11 22 93 15 32 82 20 82 51 67 27 52 42 54 22 39 19 95 1041
510 10 45 17 30 18 11 12 75 20 13 65 18 29 58 52 23 32 34 38 27 21 96 25 769
520 4 53 93 31 32 2 7 70 32 14 83 30 106 69 82 29 11 16 54 28 13 92 25 976
530 4 2 0 1 1 6 0 2 1 0 2 0 4 0 5 1 0 3 2 0 3 0 1 38
540 1 1 0 0 2 1 0 0 1 2 1 0 1 1 0 0 1 1 1 0 0 0 1 15
550 19 16 27 4 18 10 7 13 2 8 109 11 167 24 74 13 6 9 12 0 20 11 16 596
560 1 3 2 1 0 0 0 0 1 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 11
600 6 19 44 3 4 3 3 18 1 8 53 7 21 10 17 7 5 10 14 3 20 36 20 332
620 48 53 123 19 33 61 28 89 17 55 17 33 15 92 106 51 32 73 60 33 50 6 12 1106
                                                31771

 

Lugares de QZP’s

http://rapidshare.com/files/208895384/QZP.xls

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VAGAS 2009 EXCEL

Saldo de vagas por grupo de disciplinar:

100 110
987 9082
200 210 220 230 240 250 260 290
267 26 281 700 313 73 181 6
300 310 320 330 340 350 400 410 420 430 500
297 0 -17 115 -4 212 270 191 118 -61 759
510 520 530 540 550 560 600 610 620
429 555 -278 22 543 -78 41 8 703
910 920 930
787 7 36

 Soma Total de Vagas Positivas: 19217

Soma Total de Vagas Negativas: 2646

 

Tabela em Excel com VAGAS

 

VAGAS POR QZP

 

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Tempo de descanso

Ao longo dos próximos tempos não darei seguimento a este espaço.

A vida é mais do que opiniões, comentários e pesquisas. Depois do nascimento do meu segundo filho, sinto que o tempo tem de ser de dedicação total à família. Tudo o resto são tretas e um dia esse esforço acaba por nos destruir mentalmente.

A actividade lectiva, sindical e associativa já ocupam demasiado espaço do meu tempo.

Vou deixar o mundo girar, e um dia destes voltarei.

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Há Vikings na foz do Ave

 

Basebol. Num cenário idêntico ao de milhares de cidades norte-americanas, quem passa pela zona desportiva de Vila do Conde pode dar de caras com uma partida de basebol, com jogadores equipados a rigor, a decorrer paredes meias com um jogo de futebol da equipa local. O clube Villas Vikings ‘importou’ este invulgar desporto para o nosso país e tem-no promovido junto de dezenas de jovens da região

A equipa vila-condense tem um campo próprio onde joga semanalmente

Home runs, strikes ou pitchers são apenas alguns dos termos do léxico do basebol que se podem ouvir na Arena dos Villas Vikings, mesmo atrás do Estádio do Rio Ave, em Vila do Conde, naquela que é a casa do mais emblemático clube desta emergente modalidade no Norte do País.

Apaixonados pelos desportos norte-americanos, os responsáveis dos Vikings “importaram” o jogo para a cidade do foz do Ave em 2004, tendo neste período chamado a atenção de algumas dezenas de atletas – seniores e juvenis – que uma ou duas vezes por semana se trajam a rigor para praticar uma modalidade que, um pouco por todo o País, tem vindo a ganhar adeptos.

À frente da estrutura dos Villas Vikings está Hugo Almeida, o principal impulsionador do projecto, que tenta gerir com profissionalismo o clube amador e sem grandes fontes de receita. A Câmara Municipal vila–condense é, por isso, o parceiro principal nesta aventura dos Vikings, tendo providenciado um terreno, e a requalificação do mesmo, para instalar o campo de jogo – Arena – e comparticipando nas despesas de deslocação da equipa.

“Não é fácil promover este desporto, que em Portugal tem pouco mediatismo. Ainda assim, localmente, já somos bastante conhecidos e temos conseguido cativar alguns jovens para o basebol”, explicou Hugo Almeida ao DN sport, sublinhando as acções de divulgação que têm sido desenvolvidas pelo clube: “Fazemos exibições na escolas e em colónias de férias que têm tido grande sucesso entre os mais jovens. Depois de experimentarem, adoram a envolvência que o jogo proporciona.”

Uma das “batalhas” que o responsável pelos Villas Vikings trava é o desmistificar de que o basebol é um desporto apenas praticado no continente americano, e, por isso, sem margem de progressão para os atletas. “É uma modalidade olímpica, que para tal tem de ser praticada, de forma organizada, em três continentes e 75 países. Noutros países da Europa, por exemplo, em Espanha, já se pratica basebol com um nível competitivo bastante elevado. Em Portugal estão já criadas boas bases para se desenvolver”, esclareceu Hugo Almeida.

Como forma de encorajar os praticantes a manterem-se activos na modalidade e a evoluírem as suas capacidades, a Internet e os canais televisivos norte-americanos têm ajudado na promoção deste desporto, existindo também alguns torneios e ligas disputados com a equipas portuguesa e da região espanhola da Galiza, que ajudam os Vikings a melhorar as suas performances.

O próximo sonho do clube é melhorar as características da Arena, “conquistada” ao mato que crescia no terreno cedido pela autarquia, dotando o espaço com um terreno relvado, em vez da actual gravilha, e de instalações de apoio.

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08/08/08 08:58 Naceu o Salvador

Depois de uma longa ausência, justificada pelo último período de gravidez da minha mulher, nasceu hoje o meu 2º filho, o SALVADOR, às 8:58 com 2.888kg e 48 cm na CLIPÓVOA.

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Organização do Ano Lectivo 2008/2009 – versão 2

Versão 2 do documento em discussão entre o Ministério da Educação e os Sindicatos relativo à organização do Ano Lectivo 2008/2009.

Parecer da FNE sobre a 1ª versão

Parecer sobre a proposta de despacho que estabelece regras e princípios orientadores a observar, em cada ano lectivo, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente

 

O Ministério da Educação apresentou para negociação, e no seguimento do memorando de entendimento assinado com a Plataforma de Sindicatos de Professores, um projecto de despacho que pretende estabelecer regras e princípios orientadores a observar no ano lectivo de 2008/2009, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente.

A FNE sempre considerou que ao trabalho de cada docente com o seu grupo de alunos deve ser reservada a maior importância, não aceitando qualquer situação em que este tempo não seja prioritário no desenho do horário de trabalho de cada um.

Aliás, esta é uma orientação que sistematicamente tem sido enunciada pelas mais diversas entidades. A título exemplificativo, transcrevemos do projecto de relatório sobre a melhoria da qualidade de formação dos professores, da Comissão da Cultura e da Educação, do Parlamento Europeu, o seguinte parágrafo: “Sublinha que nada substitui o tempo que o professor passa na sala de aula com os alunos, e manifesta a sua preocupação pelo facto de a crescente carga administrativa a que os professores têm de dar resposta poder ser prejudicial tanto a esse nível, como em termos de tempo necessário para preparar as aulas”.

E para garantir uma adequada preparação desse tempo de trabalho com os alunos, a FNE considera imprescindível o pleno respeito pelo tempo de trabalho individual de cada docente. Qualquer tentativa de limitação forçada do tempo de trabalho individual de cada docente é uma subversão da importância das diferentes funções do professor e é totalmente rejeitada pela FNE.
A FNE regista que, entre as funções dos professores, se enquadram actividades que genericamente podem caber na designação de “apoio educativo”. Ora, a FNE exige que o apoio educativo seja considerado como parte integrante da componente lectiva do horário dos docentes, reiterando assim a oposição manifestada sistematicamente a que um trabalho de índole pedagógica, como é o do apoio educativo, seja incluído na componente não lectiva. Esta é uma concepção que não corresponde à realidade e é fulcral que o Ministério da Educação corrija esta situação. Actividades de outra natureza e que possam também ser incluídas no conceito de “apoio educativo”, embora sem terem um carácter pedagógico-didáctico, a existirem, deverão ser claramente identificadas e negociadas com as organizações sindicais, evitando-se desta forma quaisquer abusos e discricionaridades. 

A FNE reivindica ainda a determinação de regras que impossibilitem a marcação de reuniões que obriguem os docentes a excederem o seu horário normal de trabalho.

Por outro lado, a FNE considera claramente insuficientes, nesta proposta, quer o crédito horário atribuído a cada escola para garantir em plenitude o exercício dos diferentes cargos, quer o tempo de trabalho dos professores avaliadores em relação ao processo de avaliação dos professores que lhes ficam atribuídos e que é de apenas quatro horas por ano. É essencial que este crédito horário seja suficiente e adequado à satisfação das necessidades decorrentes do exercício de cargos e às exigências de um processo de avaliação que, não o tendo, possa ter um carácter formativo.

A FNE entende ainda reiterar que é da maior importância a criação de uma bolsa de professores em cada agrupamento de escolas, a determinar no âmbito de um necessário redimensionamento de quadros que se ajustem às necessidades de cada agrupamento, e desenhados no sentido de responderem de uma forma rápida e eficaz a todas as necessidades que surjam para garantir o apoio de que os alunos careçam.

Para além das matérias já referidas, consideramos necessário alertar para o facto de que existem ainda várias questões omissas neste projecto de despacho, e que a FNE entende deverem ser objecto de regulamentação no mesmo:

» Determinação da dimensão da componente não lectiva dos professores contratados, principalmente os de horários incompletos, sobre os quais nada é referido neste projecto de despacho, garantindo-se pleno respeito pelo princípio da proporcionalidade;
» Questões relativas aos professores de educação especial, os quais, devido às especificidades das suas funções, também deveriam ter disposições próprias relativas ao exercício das suas funções; e
» Questões relativas aos professores portadores de doenças que diminuem a sua capacidade de trabalho.

É essencial que neste projecto de despacho existam disposições que tenham em consideração a situação específica dos professores que se encontram numa das situações acima indicadas, de forma a não existir um vazio que possa levar a uma discricionariedade perigosa e geradora de conflitos e inquietações nas escolas.

FNE | Junho 2008

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Despachadas as fichas de avaliação

Foi publicado hoje o despacho n.º 16872/2008 que aprova os modelos de impressos das fichas de auto-avaliação e avaliação do desempenho do pessoal docente, bem como as ponderações dos parâmetros classificativos constantes das fichas de avaliação.

13 – O apuramento do número de aulas leccionadas tem em conta o disposto no artigo 103.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Este meu sublinhado é para lembrar alguns CE’s e Avaliadores que existe uma lei que impossibilita a diferenciação pelas faltas que são consideradas para todos os efeitos como prestação efectiva de serviço.

Um comentário meu fora do âmbito deste despacho mas incluido na última página do mesmo.

Não havia necessidade de quem organiza a paginação do Diário da República querer afixar em todas as escolas as verbas que a CONFAP recebeu durante 2008 do Gabinete da Ministra. (com datas de decisão a apontar para Outubro e Dezembro de 2008 ?)

Desta vez não é o Paulo que vai ser ameaçado de responder em tribunal, vai ser mesmo esse tal senhor da paginação.

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