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Rui Cardoso

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Chumbos até ao sexto ano subiram mais de 50% com Nuno Crato

Os novos programas e as metas nada têm a ver com isto… o que eu não entendo são as desistências. Como é que crianças até aos 12 ou 14 anos desistem? Há instituições a falhar em grande…

 

Entre 2011 e 2014, a retenção e desistência no 1.º e 2.º ciclos do ensino básico subiram mais de 50%. As associações de Português e Matemática culpam a cultura de “competição” criada pela introdução de provas e metas por Nuno Crato. Maria de Lurdes Rodrigues, ministra da Educação de 2005 a 2009, acusa os atuais sucessores de terem deitado “por água abaixo” os progressos atingidos. O Ministério destaca a quebra dos chumbos nos anos terminais de ciclo e diz querer que os alunos “passem sabendo”.

 

(Clicar na imagem para ler noticia in DN)

crato

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“Estratégia Nacional para a Educação e Cultura”

Parece-me que a estratégia de formação continua está a querer enveredar por uma vertente mais lúdica e cultural…

 

Depois de termos noticiado a apresentação pública do Portal das Experiências Culturais na edição de julho do nosso boletim digital, a qual decorreu no passado dia 25 de junho de 2015, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, convidamos-vos, nesta edição, a conhecer o Portal, que se encontra disponível para os agrupamentos de escolas (AE), escolas não agrupadas e instituições culturais, desde o dia 25 de setembro de 2015.

O Portal das  Experiências Culturais surge no contexto da Estratégia Nacional para a Educação e Cultura  (ENEC). “A ENEC é um Programa do Governo Português, concebido e desenvolvido em articulação entre o Ministério da Educação e Ciência e o Secretário de Estado da Cultura, que pretende implementar um plano de ação a longo prazo, nas áreas da educação, das artes e da cultura.”*

Ao dedicarmos esta edição ao «Portal das Experiências Culturais», quisemos sublinhar, uma vez mais, a importância da articulação entre os universos da Educação e Cultura e de uma presença reforçada “das atividades artísticas e culturais em todos os níveis de escolaridade do sistema educativo, desde a educação pré-escolar até ao final do ensino secundário.

…com formações sobre Dança, Expressão Plástica e Expressão Dramática…

Então surge o Portal de Experiências Culturais. Deixo aqui o link (na imagem) para quem quiser…

 

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“Aqui Ninguém Toca”

Uma iniciativa de louvar, para pais e professores trabalharem com as suas crianças… Iniciativa do Conselho da Europa, no âmbito da Convenção de Lanzarote.

 

Cerca de uma em cada cinco crianças é vítima de violência ou abuso sexual.
Ajude a impedir que a sua criança seja uma vítima. Ensine-lhe a Regra “Aqui ninguém toca”.

 

(clicar na imagem para aceder)

aqui ningém toca

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As Famílias… dos Professores

familia-feliz-menor

 

 

Os danos colaterais de se enveredar pela profissão de docente… são as suas famílias…

Mas quem olha pelas famílias dos professores quando estes estão deslocados? Quem olha pelos professores quando estes se encontram a centenas de quilómetros de casa? O estado? Não, ninguém o faz, ninguém quer saber. Minha Mãe diz, que herdei a vida de meu pai, sempre fora de casa, eu digo que fui iludido pelo destino e não previ, na minha inocência, o futuro. Mas eu não sou de “Fafe”!… Como podia eu fazê-lo?…

Dos filhos já eu falei, mas também existem os cônjuges e os pais. Qual o apoio que um professor deslocado ano após ano pode dar a uma família? É-se marido ou esposa, de fim de semana, filho de mês a mês. Perde-se a infância dos filhos, não se dá apoio aos pais. Como pode um professor exercer a profissão, na sua plenitude, sem ter a mente sossegada em relação aos seus? Se ter saudade daqueles que a natureza lhe impôs e que escolheu para seu lado “é uma constante da vida”? Além disso, temos um inverno frio no Norte, e ninguém que nos aqueça e aconchegue durante a noite. Ninguém com quem nos sentar à mesa. Ninguém que nos acalme os receios, que nos dê força para o dia seguinte…

Não se tem a vida com que se sonhou. Esta não é uma profissão de sonho… Muitos pensam em desistir, deixar toda uma vida profissional para trás, e…

Vivemos num país que não é para professores! Vivemos num país em que, os pais não aconselham os filhos a ser professores! Um país em que os cônjuges dos professores são heróis. Suportam aquilo que qualquer casal suporta, mas sozinhos, sem o apoio físico de um companheiro ou companheira, que sai de casa em busca de um futuro melhor, esse futuro que tarda em vir… Por vezes penso que nunca virá. Mas tenta-se, continua-se, na esperança de um dia poder abraçar os filhos ao deitar e de passar a noite, aconchegado…

E há tantos por esse país fora a querer “voltar para os braços de minha mãe”…

 

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Finalmente “Concluído”… Mobilidade Estatutária atualizada…

Finalmente alguém se disponibilizou a atualizar o estado da Mobilidade Estatutária… mais vale tarde que nunca… os pareceres já não estão a aguardar.

O único senão é que não explicita que parecer teve, se positivo ou negativo… está concluído!!!

 

Entidade preponente

ME concluido

Docentes

ME concluido docente

 

 

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É fruta… no 1º ciclo… couves, alfaces e o resto…

Eu gostei mesmo desta atividade a desenvolver, “Organização de aulas de degustação”, entre outras ” criação e manutenção de atividades de jardinagem, organização de visitas a explorações agrícolas e atividades similares destinadas a sensibilizar as crianças para a agricultura”.

Mas nem é por aí… até podiam implementar um “Carving studio” em cada escola…loucas_criacoes_legumes_frutas01

O que causa algum espanto, é que o programa de distribuição de fruta e produtos  hortofrutícolas a alunos do 1.º ciclo dos estabelecimentos de ensino públicos, não contempla todos os alunos do 1º ciclo. “Uns são filhos, outros enteados…” É só mais um exemplo de como em pequenas coisas se pode descriminar a população escolar. A não ser que, este programa contemple a fruta do almoço e os produtos hortícolas que vêm triturados na sopa do refeitório… mas não me parece… esses são “pagos”!!

Será que este programa é facultativo?

Esta é uma medida de louvar, mas só se for levada muito a sério e levada até todos…

Fica aqui a Portaria n.º 375/2015 de 20 de outubro que institui o regime de fruta escolar (RFE), estabelecendo as regras nacionais complementares do regime de ajuda para a distribuição de frutas e produtos hortícolas, frutas e produtos hortícolas transformados, bananas e produtos derivados às crianças nos estabelecimentos de ensino.

 

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Morreu a PACC… mas ao terceiro dia…

Parece que a PACC vai deixar saudades a alguns…

David Justino é dos que pensa assim…

Era bom que quando suspendessem tivessem uma alternativa. Foi essa alternativa que também não consegui ver. Suspender é fácil. Se suspende e não há uma alternativa, eu sinceramente não suspenderia. À falta de melhor é o que é. Há aspetos legais, há aspetos, pelos vistos, até constitucionais, que foi uma coisa que me surpreendeu bastante.

Muitos serão os que pensam como ele… mas, sem querer dar ideias a ninguém, que tal pensarem em selecionar professores à entrada e à saída do ensino superior. Talvez fosse mais justo. Não é depois de se começar a trabalhar que se vai ser sujeito a uma prova para ver se é bom ou não a fazer algo.

Já agora, onde andam os defensores da Ordem de Professores?

(clicar na imagem para ler mais declarações in TVI24)

david

 

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Estado da Educação… Relatório do Conselho Nacional de Educação

Ficam aqui alguns destaques do relatório e o próprio relatório para que ainda tiver a paciência necessária…

 

• Redução do número total de estabelecimentos do ensino público para cerca de metade (12 312 para 6 575)  entre 2005 e 2014. No mesmo período, o ensino privado registou um aumento de 9,4%, com mais 239 estabelecimentos.
• Em 2014, mais de metade (51,7%) dos estabelecimentos públicos de educação e ensino do MEC agregavam mais do que um ciclo de ensino e a maioria tinha menos de 100 alunos.
• Decréscimo de 92% dos estabelecimentos públicos do MEC, do 1º CEB (tipologia EB1), com menos de 21 alunos entre 2005 e 2014. Em 2014 existiam 241 escolas com menos de 21 alunos, a maioria na zona Centro.
• Extinção de 3 755 escolas públicas que ministram o  1º CEB entre 2005 e 2014.
• Redução do número de escolas não agrupadas (menos 81% dos estabelecimentos), de agrupamentos horizontais (residuais em 2014) e de agrupamentos verticais (menos 41%) entre 2005 e 2014.
• Entre 2013 e 2014, as Unidades orgânicas (UO) com 35 ou mais estabelecimentos deixaram de existir e houve uma redução das que tinham dez ou mais. Simultaneamente,  aumentaram as UO com cinco a nove estabelecimentos e com dois a quatro estabelecimentos.
• Das 6 201 escolas existentes em 2014, 15% tinham até 19 alunos, 42% integravam 20 a 99 alunos, 31% agregavam 100 a 499 alunos e 12% albergavam 500 a 2000 ou mais alunos.
• A Área Metropolitana de Lisboa é a que apresenta o maior número de estabelecimentos privados, seguida das regiões Norte e Centro. As regiões autónomas são as que têm menos estabelecimentos privados: 76 nos Açores e 69 na Madeira.
• A maior parte da oferta de ensino privado destina-se à educação pré-escolar e ao ensino básico. A oferta mais reduzida é no ensino secundário.
• A rede de ensino superior está distribuída por 40 instituições de ensino superior público e 91 instituições de ensino superior privado, encontrando-se 66,4% destes estabelecimentos nas regiões Norte e Área Metropolitana de Lisboa.
• No Espaço Europeu de Ensino Superior, dos 48 países, a maioria tem até 100 instituições de ensino superior (públicas e privadas). Portugal, com 124, encontra-se no grupo dos sete países com 101 a 200 instituições de ensino superior.
• Crescimento da oferta de cursos de especialização tecnológica, relativamente aos dois últimos anos, maioritariamente nas áreas das Ciências Empresariais, Informática e Engenharia e Técnicas Afins.
• 478 cursos técnicos superiores profissionais registados com autorização de funcionamento, sendo a maior percentagem (76,6%) proveniente do setor público e das áreas de Ciências Empresariais, Engenharia e Técnicas Afins e de Informática.
• 184 ciclos de estudo propostos por instituições de ensino superior (52% para atribuição do grau de mestre e 34% para o grau de licenciado) não obtiveram acreditação pela A3ES, entre 2012 e 2014.
• Excessiva dispersão de cursos e das suas designações. Do total de 707 denominações diferentes de cursos oferecidos pelas instituições de ensino superior, 519 são oferecidos apenas por uma instituição.
• A área de Tecnologias é a que apresenta maior oferta de cursos de formação inicial (353), no conjunto das instituições públicas e privadas, enquanto Agricultura e Recursos Naturais é a que apresenta menor oferta (48 cursos).

 

Muito ainda há por fazer… os 5 desafios…

  1. Fazer baixar as taxas de retenção e desistência escolar
  2. Responder aos efeitos da queda da natalidade
  3. O rejuvenescimento da classe docente
  4. A definição de currículos em contexto de mudança social e cultural
  5. Ajustar as qualificações à estratégia de desenvolvimento do país

(clicar na imagem para ler relatório)

rel

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Fim da PACC… Morreu a PACC…será?

De acordo com a notícia divulgada no seu site, a Fenprof e em vários meios de comunicação “Acórdão do Tribunal Constitucional que declara a inconstitucionalidade da PACC.”

Não sendo eu profeta da desgraça… Vendo para crer…

 

A FENPROF irá realizar uma conferência de imprensa, hoje, dia 16 de outubro, às 15h00, na sede do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), em Coimbra (Praça da República) às 15h00, com a presença do Secretário-Geral da FENPROF, Mário Nogueira.

 

in DN

DN

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Horários do 120 e do 110… como estão organizados?

Como escreveu o Arlindo aqui

O despacho de organização do  ano lectivo define como: “Hora“— o período de tempo de 60 minutos, no caso da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, e o período de 50 minutos, nos restantes níveis e ciclos de ensino; Os docentes do grupo 120 deverão ter horários de 22 horas ou 1100 minutos, visto não serem docentes em regime de monodocência.

Assim, sendo um docente do grupo 120 deverá trabalhar na componente lectiva o correspondente a 1100 minutos que pela forma de organização do tempo no 1º ciclo dará 18 horas se trabalho semanal mais 20 minutos sobrantes.

Mas as duvidas continuam… muitos docentes estão a lecionar períodos de 60 minutos, enquanto outros estão a lecionar os 50 minutos.

Como está a ser na tua escola?

Põe-se outra questão… nos casos dos docentes que estão a lecionar os 50 minutos, como ficam os horários dos docentes do 110? Lecionam 10 minutos a mais ou são-lhe descontados em algum intervalo?

Deixem os vossos testemunhos nos comentários.

 

 

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