Rui Cardoso

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Listagens de candidaturas ao Concurso de Contratação de Escola (Pré-Escolar)

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Lista de candidaturas validadas

Lista de candidaturas invalidadas

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“Brandão Rodrigues quer antecipar concurso anual para Abril”

Talvez assim, o ano letivo comece, pela primeira vez em muitos anos, com todos os professores colocados e sem constrangimentos nas escolas… só se põe o problema de nessa altura ainda não se saber o número de turmas e de professores necessários para o ano seguinte, mas isso também se resolve.

 

O concurso anual para os professores contratados vai ser antecipado para Abril. Um mês antes do que tem acontecido nos últimos anos, com a apresentação das candidaturas dos professores para este concurso em Maio.
Esta é a orientação que o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, deu ontem às escolas ouvidas pelo Económico. Desta forma, o ministro acredita que os professores estejam todos colocados no arranque do próximo ano lectivo, apurou o Económico junto das escolas.

(clicar na imagem) in Económico by Ana Petronilho

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Opiniões… Exames para que te quero… por Ana Benavente

Há algo que começa  a ser incompreensível, “os estudos ou trabalhos internacionais”, de que todos falam, mas nenhum tem a honestidade intelectual de os nomear ou apresentar…

Este assunto, tem pano para mangas, os intelectuais de gabinete, têm todos opinião sobre algo que, a meu ver, só conhecem a partir da teoria. Esta opinião, parece uma resposta a outras que já aqui foram publicadas… mas como disse o Tiago Brandão, “Quem manda é o governo”…

 

Sou contra os exames desde que estudei, investiguei e conheci os trabalhos internacionais que revelam que os exames são o modo mais pobre de avaliação das aprendizagens.

1. Os exames excitam os discursos e as críticas ao actual governo. A favor dos exames, basta o senso comum e a ignorância. Contra, é preciso entrar em grandes explicações. Para mim, a questão é simples: os exames são um mecanismo criado no interior do sistema que revela uma concepção de Escola. Dum lado, a Educação Para Todos com valorização do trabalho dos professores e procura de caminhos para assegurar aprendizagens exigentes face aos desafios do presente e do futuro e, do outro, a escola que conhecemos no passado, que exclui quem vem dos meios sociais mais pobres e das culturas “não eruditas”, uma escola de competição, de stress e de individualismo em que só a memória – auxiliar precioso – faz as vezes de inteligência.

É uma questão de fundo: como queremos educar os mais novos? Para um mundo com mais conhecimento e cultura, solidariedade e participação cidadã? Ou queremos jovens que vivem sem sentido crítico, absortos desde cedo no “cada um para si”, aceitando tudo o que se lhes impõe? A escola é, sem dúvida, a instituição que a todos marca, socializa e educa, promovendo ou excluindo.

2. Os exames foram introduzidos nos 9.º, 6.º e 4.º anos de escolaridade por governos do PSD e PSD/PP. Que haja provas finais no 12º ano, termo da escolaridade obrigatória, aceito. Mas o primeiro-ministro da educação a criar os exames do 9º ano depois de 1974 (antes havia apenas 6 anos de escolaridade obrigatória, é bom lembrar) foi David Justino, no XV Governo (2002-2004). O agora presidente do Conselho Nacional de Educação organiza, por estes dias, um seminário cujo título, para além de inaceitável, lhe fica muito mal: “Chumbar” melhora as aprendizagens? È que “chumbar” é matar!

Depois, veio Nuno Crato e criou os exames em todos os finais de ciclo. Aí, lamentavelmente, poucas vozes se levantaram contra a destruição da escola pública. Com efeito, os exames vieram com um “pacote” de medidas, desde o aumento do número de alunos por turma, a desconfiança crescente contra os professores, os dias escolares esmagados de burocracia, a selecção precoce dos que não atingem uns objectivos chamados “metas curriculares”, uma pedagogia uniforme, sem qualquer espaço para áreas interdisciplinares nem tempo para reflectir e aprender, tudo formatado para que as pessoas não possam ser diferentes e qualquer diferença traga estigma e se transforme em desigualdade. Foi o fim da Educação Para Todos (UNESCO). A direita rejubilou com a sua “escola”. Nem o “eduquês” lhes fez diferença. Cuspir nos outros é sempre mais fácil do que ver-se ao espelho. Se, no mundo da medicina (mero exemplo) há novos conceitos e conhecimentos que devemos aprender, isso não é possível em educação. Aí, o tempo parou. Todos sabem sempre tudo e, como dizia a minha amiga do bairro “fosse eu uma semana para o Ministério da Educação que punha tudo direitinho”. Evoluir e mudar em educação? Impossível. Para a direita a escola deve ser como era nos “bons velhos tempos”. Os filhos dos ricos e instruídos estudam e os outros aprendem o mínimo e uma profissão. Se algum destes mostrar que “merece” melhor, aí estão eles com o seu maravilhoso sentido democrático para os aceitar.

3. Que o fim dos exames do 4.º e 6.º anos tenha sido decidido na urgência, não me parece ideal mas é o tempo possível. Apoio, por isso, o actual ministro. E é curioso que alguns comentadores, de direita e de esquerda, venham dizer que devia haver mais continuidade nas políticas. Quando, há anos, foi elaborada uma proposta de “Pacto Educativo para o futuro”, procurando estabilizar orientações políticas para uma escola pública de qualidade que precisa de tempo para ser construída, a maioria de então no Parlamento respondeu: NÃO. Talvez se devesse voltar, agora, a uma proposta actualizada. Estranho o baixo nível e a ausência de “memória” no que se ouve e se lê. Estranho a desvalorização mediática e social da educação num país que tanto sofreu e sofre com o analfabetismo e com os baixos níveis de literacia.

4. Sou contra os exames desde que estudei, investiguei e conheci os trabalhos internacionais que revelam que os exames são o modo mais pobre de avaliação das aprendizagens, o mais selectivo, o que mais desvaloriza o trabalho dos professores, o que sufoca qualquer inovação na escola, o que faz os alunos correrem atrás do tempo, confundindo memória com inteligência. Aliás, nunca as aprendizagens dependeram de exames mas sim do trabalho feito no dia-a-dia da escola e os países mais avançados sabem-no muito bem. Os exames reforçam o individualismo e a competição. Outros modos de conhecer as aprendizagens foram sendo criados, entre os quais as provas de aferição (seria bom que os comentadores, pelo menos os que são pagos, soubessem do que falam, já que são tão defensores dos “trabalhos de casa”). Ouvir J.M.Tavares dizer um chorrilho de asneiras criticando o facto de os exames terem agora passado para os 2.º, 5.º e 8.º anos é insuportável. Deixei de ver o programa e de o ler e espero não ter sido a única.

5. E assim vai o país. É a raiva da direita contra um governo inesperado. Nem a OCDE e os trabalhos que publicou, no virar de século, sobre a “Escola de Amanhã” dizem a estes personagens que a escola do passado não nos serve.

Há eleições presidenciais daqui a dias, e esta “gritaria” é uma das razões – não a única, evidentemente – por que voto Marisa Matias. Quem nunca se preocupou com as políticas públicas da Educação de Qualidade para Todos não terá o meu voto.

Socióloga, socialista

In Público 20/01/2016

 

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GOP2016: Alunos do ensino básico terão menos carga disciplinar

A redução da carga disciplinar excessiva dos alunos do ensino básico e mais apoios sociais para as crianças carenciadas são algumas das medidas previstas na proposta das Grandes Opções do Plano (GOP) para 2016-2019.

No documento, que o Governo enviou ao Conselho Económico e Social, pode ler-se a intenção de promover “uma maior articulação entre os três ciclos do ensino básico, atenuando os efeitos das transições entre ciclos, através da gestão integrada e revisão dos currículos do ensino básico e da redução da carga disciplinar excessiva dos alunos”.

A Lusa questionou ao final da tarde o Ministério da Educação sobre de que forma seria feita esta redução de carga disciplinar e em que anos letivos, estando ainda a aguardar uma resposta.

A medida foi inicialmente anunciada no programa eleitoral do PS, em maio do ano passado, onde se lia também a proposta de reduzir para metade o insucesso escolar do ensino básico, uma medida que surge agora também na proposta das GOP para o próximo quadriénio.

Assim, o combate ao insucesso escolar e a garantia de 12 anos de escolaridade serão as linhas que deverão orientar o atual Ministério da Educação.

“Para tal combate ao insucesso escolar será desenvolvido um Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, nas suas vertentes de formação contínua, projetos locais de inovação pedagógica e enriquecimento e valorização curricular”, lê-se no documento a que a Lusa teve acesso.

O ME pretende ainda alargar a rede e qualificar a educação de infância, valorizar o ensino secundário e diversificar a sua oferta formativa, melhorar a qualidade dos cursos científico-humanísticos através da criação de Programas de Desenvolvimento do ensino experimental.

O reforço da ação social escolar, a valorização dos profissionais da educação e a modernização dos modelos e instrumentos de aprendizagem são outras das medidas previstas e já anunciadas no programa de governo.

No reforço do pré-escolar, o documento sublinha a universalidade da oferta da educação pré-escolar a todas as crianças dos três aos cinco anos e os programas de acompanhamento e formação dos educadores, articulados com as ações previstas para o 1.º ciclo do ensino básico.

in Diário Digital/Lusa

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Proposta do ME, Diploma de Concursos

O Ministério da Educação enviou aos sindicatos de professores uma proposta para alteração do regime de concursos  que determina o fim da BCE.

Acaba com uns “instrumento” injusto, responsável pelo “imbróglio” em que se tornaram os concursos dos últimos anos.

Principais Alterações:

– Os candidatos ao concurso externo podem ser opositores, no máximo, a dois grupos de recrutamento para os quais possuem qualificação profissional.

– Deixa de haver diferenciação das colocações em TEIP.

– São critérios objetivos de seleção, a seguir obrigatoriamente, para os grupos de recrutamento previstos no Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro e no Decreto–Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro:
a) A graduação profissional nos termos do n.º 1 do artigo 11.º;
b) Para efeitos de desempate é utilizado o previsto no n.º 2 do artigo 12.º.

–  Esgotada a possibilidade de colocação de docentes profissionalizados, pode a escola, a título excecional, selecionar docentes com habilitação própria, seguindo os critérios de seleção identificados no n.º 6, substituindo classificação profissional pela classificação académica acrescida de 0,5 pontos por cada ano escolar completo, arredondada às milésimas, nos termos da subalínea iii), da alínea b), do n.º 1 do artigo 11.º.

(fica aqui a proposta retirada da página do SPN)

Proposta do Ministério da Educação

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O Fim da BCE…

Professores vão ser todos contratados com base na graduação profissional

O Ministério da Educação vai substituir a Bolsa de Contratação de Escola (BCE) pela Reserva de Recrutamento, um concurso que se baseia numa lista nacional de graduação profissional, e que se vai aplicar em todas as escolas.

(clicar na imagem) sic

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Escolas deixam de poder definir critérios para contratar professores

Projecto de diploma apresentado pelo Ministério da Educação põe fim à Bolsa de Contratação de Escola e também à autonomia das escolas na escolha de docentes.

(clicar na imagem) in Publico

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Ministério quer acabar com a contratação de professores pelas escolas

Bolsa de Contratação de Escola vai acabar. Escolas com autonomia e TEIP vão ter de recorrer ao concurso nacional de professores.

(clicar na imagem) in DN by Ana Bela Ferreira

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Comparação de vencimento de janeiro 2015/2016

Nota-se uma pequena alteração na sobretaxa… fica para comparação um recibo de janeiro de 2015, um de dezembro de 2015 e um de janeiro de 2016… cada um que tire as suas conclusões… ficam também dois recibos do subsidio de natal, dezembro de 2015 e janeiro de 2016 para comparação… uma farturinha…

Recibo de vencimento de janeiro de 2015

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Recibo de vencimento de dezembro de 2015

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Recibo de vencimento de janeiro de 2016

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Recibo do subsidio de natal dezembro 2015

sub.dez 2015

Recibo de subsidio de natal janeiro de 2016

sub. jan 2016

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Procuradores vão seguir famílias para manter alunos na escola

Aqui está a prova que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens não estão a funcionar como deviam.

As suas funções estão bem definidas, mas, na prática, ficam muito aquém do que seria expectável. A falta de  técnicos é uma das questões que se põe, outra, é a falta de “autoridade” que estas comissões têm para resolver os casos que por ai sagram. O número de processos por técnico é assombroso. É inconcebível que um processo demore, por vezes, mais de um ano a ser “fechado”, a noticia fala em desistência, nem quero ir por ai…

Em muitos casos, o receio dos técnicos, devido a verem sua integridade física ameaçada, é um grande entrave à resolução rápida dos processos. Não é a primeira vez que constato isso, já acompanhei algumas técnicas no campo. A justiça, que a estes casos deveria dar prioridade, não o faz, arrastando-se e não dando a proteção aos “delatores” que deveria. Um professor pensa duas vezes se faz ou não uma denuncia. Muitas vezes, esse ato, é a causa de muitos problemas que passam da vida profissional para a privada muito facilmente.

Na minha opinião, o problema está a ser, mais uma vez, “arredado para canto”. A organização e as competências das CPCJ têm de ser revistas, o que tem de  passar por um aumento da autoridade que elas possam exercer junto dos “responsáveis” pelo poder parental. Assim como contratar técnicos com competências mais diversificadas e já agora profissionalizar as equipas era um boa ideia…

Fica o que “parece” que vai acontecer a partir de agora no link  abaixo…

 

(clicar na imagem) in DN by Filipa Ambrósio de Sousa

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“Não gostavam do Crato? Ora tomem lá o Tiago”

São opiniões… cada um tem a sua. Qual será a dos professores? Será que interessa? Alguém já perguntou, ao “simples professor”, a sua opinião sobre as politicas educativas, deste e de outros governos? Não são os professores  parte interessada?

 

Não está em causa apenas uma escola mais facilitista ou reverter medidas de Nuno Crato. O novo modelo de avaliação é muito pior do que isso, é o regresso ao ministério dos professores, não da Educação.

Na terça feira, aquando da conferência de imprensa, o ministro não referiu que estaria ao lado dos alunos?

 

O ministro tinha de se explicar. O ministro explicou-se. E é caso para dizer: era melhor que não o tivesse feito. Porque agora não restam dúvidas: aquilo que pomposamente foi designado de novo “Modelo integrado de avaliação externa das aprendizagens no Ensino Básico” corresponde à destruição de um sistema que, passo a passo, vinha a ser construído desde o ano 2000, de governo em governo e mesmo quando mudavam as maiorias. De todo o edifício sobrará apenas um pilar: os exames nacionais no 9º ano, aqueles que seria demasiado escandaloso eliminar face ao legado histórico do próprio Partido Socialista. Do resto não restará pedra sobre pedra.

 

De que lado estarão os professores? pergunto eu…

 

O tema abordado, hoje, no Observador por José Manuel Fernandes, promete encher páginas e páginas durante os próximos tempos… e eu, gostaria de lhe perguntar se, na prática, faz ideia do que é o Ensino Básico e Secundário… ou se só conhece o Ensino Superior…

 

Fica aqui o texto… (clicar na imagem)

 

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Ministro de “mãos atadas”…

Mesmo sendo ministro, não se consegue desfazer o que os diretores sob a nossa alçada fazem… pelo menos de imediato… esperemos que não se fique por aí, certas impunidades têm de acabar.

 

Os delegados regionais de Educação do Centro, Algarve e Alentejo – cujas colocações estiveram na origem do afastamento do diretor-geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), José Alberto Moreira Duarte – não se demitiram dos respetivos cargos nem podem para já ser afastados, confirmou ao DN o gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues.

“É de bradar aos céus que ele, tendo sido o presidente do júri de um concurso que está mais do que provado que tinha irregularidades, tenha resolvido renomear em regime de substituição os mesmos delegados que eventualmente foram favorecidos”

 

Ministro não pode afastar diretores colocados por concurso irregular

In DN by Pedro Sousa Tavares

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Concurso IEFP – Prazo prorrogado…

As candidaturas às necessidades identificadas para cada Centro de Emprego e Formação Profissional podem ser formalizadas através da plataforma SIGRHE, tendo o prazo limite sido prorrogado até às 18h do dia 22 de janeiro, de modo a que os candidatos possam concluir, junto das entidades competentes, o procedimento de certificação do tempo de serviço.

 

(Clicar na imagem)

IEFP logo

 

 

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AVISO – Concurso de contratação de docente Grupo 100

Está aberto concurso na Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa para a contratação de um docente para o grupo de recrutamento 100 (Educação Pré-Escolar). Os interessados deverão apresentar as suas candidaturas até às 24 horas do próximo dia 18 de janeiro (segunda-feira), de acordo com os procedimentos anunciados no Aviso n.º 1/2016 de 13 de janeiro de 2016.

 

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ESTUDO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR (EPE) E DO PRIMEIRO CICLO (1.ºC) DO ENSINO BÁSICO EM RELAÇÃO ÀS DOS RESTANTES SETORES DE ENSINO

É este o estudo que serve como base à Petição – “PELA IGUALDADE” – PELO RESTABELECIMENTO DE UM REGIME ESPECIAL DE APOSENTAÇÃO PARA OS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO PRIMEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO

 

Download do documento (PDF, 550KB)

(Fonte: https://drive.google.com/file/d/0BzxbVWbKsQJMNEhteEtXZGEzXzA/view)

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Na Comissão Parlamentar…

… ficamos a saber que, quem manda é quem está no ministério da educação… isso e muito mais.

O foco nas aprendizagens, “Trabalharei radicalmente a favor do aluno”, que tem andado atrapalhado com a trapalhada, os Exames do 9º ano são para manter, que o currículo vai ser um (metas devem desaparecer), os contratos de associação vão ser revistos, o exame de inglês de Cambridge foi sobrevalorizado e agora desvalorizado e que o Ministro está aberto ao diálogo…

 

“Ouvimos o Conselho Nacional de Educação mas quem governa somos nós”

Tiago Brandão Rodrigues foi chamado à comissão de educação para explicar fim dos exames e a aplicação das provas de aferição

O ministro Tiago Brandão Rodrigues estreou-se esta quarta-feira na Comissão Parlamentar de Educação, para explicar as mudanças feitas pelo governo, nomeadamente na avaliação dos alunos, a pedido do CDS-PP. O governante deixou claro que, apesar de estar aberto “ao diálogo com parceiros”, é o Governo quem toma as decisões. E que quer criar um verdadeiro Sistema Nacional de Educação.

Garantiu que vai manter o diálogo com todos os parceiros, mas foi precisamente neste ponto que foi mais atacado pela oposição. Depois de questionado diversas vezes sobre se teria ouvido os parceiros – Conselho das Escolas e Conselho Nacional da Educação, em particular – Tiago Brandão Rodrigues acabou por se ver obrigado a esclarecer melhor o que queria dizer quando referiu que tinham sido ouvidos os parceiros. “Em nenhum momento disse que os parceiros conheciam na íntegra o novo modelo, mas foram informados das premissas”.

O ministro falou depois de já terem acabado os exames do 4.º e 6.º ano e a prova de inglês de Cambridge do 9.º ano. Para Tiago Brandão Rodrigues, o fim dos exames enquadra-se num modelo que quer devolver “o foco às aprendizagens” e não ao treino para os exames.

Em cima da mesa também estiveram as questões da retirada do amianto das escolas, com o governo a assumir que está a mapear os casos e vai intervir de acordo com as prioridades. A mudar também está a Bolsa de Contratação de Escolas (BCE) que vai acabar. E os contratos de associação vão ser revistos, mas o governo garante que as turmas não serão canceladas sem que os ciclos de ensino terminem.

in DN

Fica o link da ARTV para quem tiver paciência e muita vontade de ver e ouvir…

 

 

 

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