Pela reposição da autoridade dos (nossos) professores – Luís Vilar

Estados democráticos incapazes de defender as suas classes profissionais que asseguram e/ou promovem a manutenção dos seus valores humanos, sujeitam-se a uma acelerada degeneração da sociedade como hoje (ainda) a conhecemos. Não só me parece óbvio que isto vem progressivamente a acontecer em Portugal, como me parece justo afirmar que a responsabilidade tem sido não só de sucessivos governos, em particular, mas de todos nós, em geral. Foi assim no passado com forças policiais, está a ser assim no presente com professores.

Pela reposição da autoridade dos (nossos) professores

A crescente exigência, burocrática e social, para que os nossos professores provem exaustivamente a adequação de uma qualquer ação e/ou decisão avaliativa e/ou disciplinar, por menor que seja, removeu-lhes a capacidade de cumprir com a função que justifica a sua existência. Hoje, obrigamos os professores a pensarem duas vezes antes de reprovar alunos porque se arriscam a ter de passar o seu fim-de-semana a preencher relatórios e relatoriozinhos, e verificar que encarregados de educação veem as suas mais irrealistas reclamações surtirem efeito. Conscientemente ou não, diminuímos o espírito dos nossos professores e obrigámo-los a serem conservadores na aplicação das suas competências, pois fizemo-los sentirem-se frágeis e desprotegidos. Os professores sentem-se incompetentes para o exercício das suas funções e, por isso, desejam fugir das suas carreiras profissionais.

A consequência de tudo isto é criarmos uma sociedade de indivíduos incapazes de se superarem, intelectualmente inaptos, e socialmente mal-educados. A desresponsabilização dos alunos (e das suas famílias) pelo seu comportamento e rendimento na escola levou a que os professores tenham de fazer de tudo para que estes façam pouco mais de nada. Alunos e encarregados de educação permitem-se não querer saber da escola porque criou-se a ideia de que ela não é capaz de educar. Nada mais errado: simplesmente foram lhes removidas as ferramentas para tal.

É urgente reverter o leverage da relação entre professores e encarregados de educação. Temos de voltar a dar confiança e autoridade ao professor para que este se permita ser exigente, competente para reprovar alunos pouco dedicados ao seu futuro (e ao futuro do país), e penalizar os pais que tenham usufruído do seu direito de ter filhos e abdicado do seu dever de os educar. Em 2014 em Inglaterra, por exemplo, a aprovação de uma medida de política que permitiu aos diretores de escola atribuir multas aos pais pela ausência injustificada dos seus filhos à escola promoveu uma redução de mais de 200 mil faltas regulares à escola nos 5 anos conseguintes.

Desenganem-se aqueles que julgam que as manifestações dos nossos docentes versam (sobretudo) problemas de dinheiro. Esse não é o problema maior. O que os professores mais querem é voltarem a sentir-se professores: demos-lhes condições para exercerem as suas competências, permitamos-lhes sentirem-se capazes de impactar positivamente a sociedade (porque é isso que um qualquer professor espera de si) e rapidamente iremos verificar que a solução para o seu atual problema não é assim tão cara.

A incapacidade de responsabilizar-se (ética, moral, social e até financeiramente) os encarregados de educação pelos comportamentos inadequados dos seus filhos na escola, e a remoção da autoridade social e dignidade profissional do professor são passos decisivos para a deterioração da escola pública como hoje a conhecemos. Como é possível compaginar o desenvolvimento civilizacional do nosso estado democrático com professores cada vez mais limitados no exercício da sua atividade profissional?

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17 comentários

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    • Carlos Moreira on 14 de Março de 2023 at 8:01
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    – Queremos ser nós, profissionais da educação, a eleger a direção/diretor da escola onde trabalhamos!!!!
    (para que não haja “rabos presos” ,destes, pelos EE e passem a tratar e a respeitar os docentes como deve ser e a fazer com que os EE o façam também!!!!(pois o que se passa atualmente nas escolas é inacreditável!…)
    – queremos procedimentos severos para a indisciplina, má educação e comportamentos agressivos verbais e físicos dos alunos para com os professores!!! (e que não seja ao contrário em que o professor é que acaba por ser punido, que é o que se passa atualmente!)
    – e uma ADD séria, simples, objetiva, honesta, ao contrário do que se passa atualmente em que é injusta, obscura, imparcial!!

      • maria on 14 de Março de 2023 at 11:24
      • Responder

      A governança

      Subitamente, o Joaquim Coxa transformou-se num filósofo. Reparem nesta inspirada reflexão, entre os compadres, manhã cedo à hora do mata-bicho : ” … importamos carradas de jogadores da bola e atletas da correria e dos saltos . Essa importação, como se vê, tem rendido à nação excelentes resultados em medalhas e golos.
      Assim sendo, por que c…lho ná vamos também à estranja comprar ou alugar políticos competentes para tomarem o lugar destes imbecis amadores que nos governam? Se fosse eu, começaria logo pelo presidente da Junta de Traseiras .E para poupar nas ajudas de custo e no iva , dava um saltinho a Badajoz e lá encontraria gente de muita categoria e a bom preço . Sigam o meu conselho, porra! “

    • Carlos Moreira on 14 de Março de 2023 at 8:02
    • Responder

    O “colégio público” de Mafra…

    Sou professor do grupo 500 – Matemática, com cerca de 15 anos de atividade letiva a dar aulas pelo país, a primeira vez por Mangualde – Viseu (o melhor ano da minha vida a nível profissional) depois Lourinhã, Amadora, margem sul e finalmente Mafra. Pensando que já tinha visto de tudo ou sentido tudo, deparo-me com uma escola básica de Mafra, onde afinal ainda havia mais para ver! Pude experienciar realmente esta escola no ano passado, ano letivo de 2020/2021.
    Com uma gentalhazinha de encarregados de educação que por lá habitam, uma diretora e uma coordenadora do departamento de matemática que é uma espécie de testa de ferro completam o molhe.
    Nesta escola é tradição, que são os EE que mandam, enviando sistematicamente para a sra. diretora queixas dos professores, exercendo uma espécie de “bullying” sobre estes e transformando-os numa espécie de fantoches. Queixas estas em que é dado o devido seguimento pela dra. diretora (digo dra porque como disse alguém “…trata-me por Sr, que atualmente Drs há muitos Srs há poucos…”). Queixas mesquinhas e de má fé, em que os professores são obrigados a justifica-las por escrito pela dra diretora. Queixas como e passo a citar “…este professor passa as a aulas com as mãos nos bolsos…” ou “…esta professora passa as aulas a mexer nos elásticos do soutien…”, ou ainda, e agora estas foram dirigidas à minha pessoa, “ este professor dá a matéria sempre a abrir…” ou ainda”…os alunos aprendem mais em 10 minutos com a professora coadjuvante do que com o professor em duas semanas”, ou ainda “…aconselho a diretora a não colocar o professor a dar seguimento à turma do 8º no próximo ano, no 9º”. Ora gentinha desta, que se calhar nem profissão tem, não faz ideia do que é dar uma aula, nunca assistiu a uma aula minha, não me conhece de lado nenhum, faz-me queixas e comentários deste género! Passam a vida a enxovalhar os professores e depois, o que ainda é pior, e aqui vê-se a classe e categoria de quem anda nos cargos de gestão nas escolas é dado seguimento pela dra diretora, fazendo chegar este tipo de queixas aos professores e obrigando-os a justificar (provavelmente terá um certo gozo neste tipo de situações, “rabo preso” pelos encarregados de educação para se manter no cargo mais quatro anos ou então é simplesmente falta de categoria. Sim, porque no início da minha atividade letiva eram os professores e os funcionários que elegiam o/a presidente do então conselho diretivo, agora não, e ainda não consegui perceber quem é que elege).
    Como no meu caso me recusei a dar justificações deste tipo de situações (era o cumulo, era o que faltava, estamos aonde?!) fui convocado para uma espécie de interrogatório da “PIDE”, por umas pidezecas, a dra diretora e a coordenadora do departamento de matemática, outra pessoa com muita classe e categoria, que nem capacidade tiveram para ver se me encontravam alguma falha ou erro por onde pudessem pegar. É que eu, modéstia à parte considero-me um bom professor, não um muito bom ou excelente nesta escala brilhante, das mentes brilhantes que têm andado a governar a educação, mas um bom professor e competente.
    Para compor o ano letivo, numa turma do 9ºano, após ter sido chamado “preguiçoso” em boa voz à frente da turma” por uma espécie de aluno, e o ter posto fora da sala de aula, e lhe ter dito que fosse chamar preguiçoso ao paizinho, quem foi castigado e perseguido acabei por ser eu, continuando o aluno a ir normalmente às minhas aulas.
    E ainda se deve ter rido da minha cara! Acabei por ser eu interrogado e questionado pela dra. diretora do que teria chamado cão ao aluno, e fui informado da carta do respetivo advogado da encarregada de educação, sim, porque metem advogados nestas coisinhas pequeninas, a dizer e passo a citar” … preguiçoso é uma palavra que consta do dicionário…” ou seja, se o aluno chamou preguiçoso ao professor qual é o problema, vem no dicionário!! É o cumulo. É deste tipo de gentalha, nomeadamente encarregados de educação e respetivos advogados que se passeiam por aí.
    Tenho 50 anos e este tipo de procedimentos deixa-me exasperado, daí a necessidade de o ter que relatar e não deixar passar em branco, agitando as águas deste pântano.

    Carlos Manuel Moreira
    Professor de Matemática, 3º ciclo e Secundário

      • João Almeida Pinto on 14 de Março de 2023 at 9:26
      • Responder

      Caro colega Carlos Moreira,
      Acabo de ler o seu texto e digo-lhe com total frontalidade: Tem toda a minha solidariedade!
      O seu é um exemplo claro do que acontece em muitas escolas por esse país e acho que os colegas deveriam ter a coragem de denunciar toda esta gentalha e a pouca vergonha que grassa no nosso sistema de educação.
      Aqui fica o meu contributo:
      Conheço uma escola em Chaves em que o candidato eleito, atualmente diretor, nem sequer tinha a formação exigida para o cargo e um dos candidatos, que a tinha, foi, pura e simplesmente, excluído (e não é muito difícil descobrir qual a escola, pois só existem 3 na cidade).
      E a IGEC anda a dormir?

        • Marília on 14 de Março de 2023 at 19:51
        • Responder

        Colega, também conheço uma antiga diretora numa secundária de Portimão, uma matrafona ressabiada, que fez a vida negra a mais de meia dúzia de professoras, só às mulheres, perseguiu e assediou, como nunca vi. Quase todas meteram baixa. Era duma hipocrisia medonha. Mas tinha a bênção do conselho geral, que sabia o que se passava, mas sem Tintins para lhe fazer frente. Uma vergonha. Fez tanto que no fim dos 4 anos não foi reconduzida. Mas a merda que fez, ninguém a tira. Farta de diretores ressabiados, que não sabem e não querem dar aulas, mas sem nível para o cargo que ocupam e dinheiro que recebem.

    • Ribas on 14 de Março de 2023 at 9:27
    • Responder

    Prof. Carlos..fez mt bem em partilhar…e da próxima mande para a comunicação social!
    Exemplos como o seu existem aos molhos! Não se deixe rebaixar ou intimidar sequer por qq diretor. Muito menos alunos..era o q faltava! Qt aos EE, enfim, não há nada a fazer…só querem bola!

    • Rosa on 14 de Março de 2023 at 10:19
    • Responder

    Tenho muito tempo cá, estou com o pé fora, por isso já vi muito, até demais! Fazendo uma retrospectiva, sabia que a escola iria acabar assim. Piorou desde que apareceu a figura de diretor, mal preparados e sem competências para exercer tais funções. Nunca se colocaram nos sapatos de quem está dentro da sala de aula. Degradaram o ensino, o respeito pelo professor, este que está todos os dias em frente de muitas cabeças confusas e cheias de preocupações. Filhos de pais que a primeira preocupação é viver a sua própria vida! Como chegam estas crianças na escola? Um dia ficam na casa do pai, com a madrasta, e seus filhos, e com os filhos de ambos . No dia seguinte ficam na casa da mãe, com o padrasto, e seus filhos e o meio irmão que nasceu, filho da mãe e do padrasto . Estas crianças andam todos os dias em viagem, de mala feita! Qual será a sua maior preocupação? É a escola? Não. É o que foi dito anteriormente! Todos os dias se preocupam, vou ficar na casa do pai, ou da mãe? Também se preocupam, não quero isto para mim, prefiro estar mais aqui do que ali! Entram todos os dias na sala de aula confusas e preocupadas. Hoje é a grande maioria e depois batem nos professores. Os professores fazem queixa às autoridades e ao diretor! O diretor faz reuniões e mais reuniões com pais e encarregados de educação, e professores ,mas no final do dia, depois das 18:30h , porque os enc. de educ. não podem faltar ao trabalho. Por fim, o diretor fica contra o professor porque não devia ter participado da ocorrência . Os diretores colocam-se sempre do lado dos pais. E agora quem tem culpa? Os diretores porque não cumprem a sua função, na escola. Os pais porque não sabem qual é a função de pai e mãe e ser humano porque quem mandam para o mundo tem sentimentos e quer ser acolhido no seu ninho. O estado porque não põe ordem, nem regras na sociedade e proporciona que isto aconteça. Dá subsídios, casas e outros benefícios a estas pessoas. Por estas e por outras que não temos casas em Portugal. Está tudo subdividido. Que famílias são estas? Qual é o conceito de família agora? Onde estão os sentimentos das pessoas? É esta a forma de amar? Não acredito! Existe sim, uma grande falta de amor! Amor próprio! No final as vítimas (professores e alunos), são os primeiros envolvidos e são os que não tem culpa. Enquanto não mudarem estas regras, deste jogo, a sociedade irá ficar muito mais pobre, em tudo.

    • JáSemFígados on 14 de Março de 2023 at 10:52
    • Responder

    SOCIEDADE DOENTIA!

    • Irene on 14 de Março de 2023 at 13:05
    • Responder

    Investiguem mas profundamente, existem tantos rabos escondidos nas escolas, “face oculta das escolas”.
    Em Braga existem tantos diretores pouco honestos/as.
    Que triste figura fazem! Se são confrontados ameaçam e reúnem logo com os amigos! Fazendo complô para retirar os professores e se estes se deslocam, passam a mensagem para o agrupamento seguinte. Logo que o professor chega já se encontra na lista negra. De seguida passam a mensagem aos colegas de grupo para terem cuidado. O colega “X” é complicado e problemático.
    Assim agem os diretores, e mais, pode ser um ótimo profissional, mas nunca terá, “Muito Bom ou Excelente”. Por isso, estas avaliações não são para os ótimos profissionais , mas sim para os amigos.

    • Marta on 14 de Março de 2023 at 14:07
    • Responder

    OS Diretores são “paus mandados” das autarquias…a municipalização já está a funcionar! Já é o presidente da CM quem delega funções no Diretor. Se o diretor não andar “de braço dado” com o político/a fazer favores políticos à autarquia, a coisa corre mal para a escola. É a troca de favores: uns querem fazer política/arranjar votos à nossa custa (escola),os outros querem manter os lugares, pousar ao lado, todos inchados da m*… de políticos, quaisquer que eles sejam, – até pode ser o mais ignorante ou corrupto- que temos, pois muitos deles querem é dar o salto para outro lugarzinho/”tacho”, porque isto de ser professor, desgasta muito, dá muito trabalho , e pouco dinheiro!…Na escola atual, manda todo o bicho careto, menos os professores, os únicos que percebem de educação!

  1. Os pais julgam-se donos da escola e nada percebem de educação. Acham que têm uns príncipes nos educandos e não os educam. Os diretores não ensinam e não sabem o que é a sala de aula. Como aspiram política, dão asas a esses progenitores.
    Por outro lado, há colegas diretores de turma, e não só, que fingem que está tudo bem, não exigem respeito e dão um tratamento demasiado “à vontadinha”. Fornecem número de telefones pessoais, fb e grupos watsapp para pais descarregarem má língua e passarem tempo por falta de ocupação.
    Os professores merecem respeita e a relação com os pais deve ser formal, como é próprio de uma organização destinada a formar gente com pernas para andar!
    Os pais devem educar é em casa. Na escola quem ensina são os professores!

    • Professora on 14 de Março de 2023 at 16:56
    • Responder

    E entretanto já saíu a lista de aposentados este mês. Se contei bem (creio que sim) passa dos 300, contando com os das regiões autónomas e professores no campo “antigos subscritores” (não sei bem o que isto significa).

    E não tenho qualquer dúvida que o número irá subir ainda mais nos próximos meses.

    • Meilena on 14 de Março de 2023 at 19:18
    • Responder

    Professora, que o governo espere sentado ao longo do próximo ano letivo! Aí é que vai ser!

    Depois será tarde demais para acordar. Assim quiseram, assim terão! 😏😏

    Não vejo a hora, embora já saiba o mês.🍀🍀🍀🍀🍀

    • Carlos Moreira on 15 de Março de 2023 at 8:07
    • Responder

    Destaco três parágrafos do texto e começo por estes:

    “Desenganem-se aqueles que julgam que as manifestações dos nossos docentes versam (sobretudo) problemas de dinheiro. Esse não é o problema maior. O que os professores mais querem é voltarem a sentir-se professores: demos-lhes condições para exercerem as suas competências, permitamos-lhes sentirem-se capazes de impactar positivamente a sociedade (porque é isso que um qualquer professor espera de si) e rapidamente iremos verificar que a solução para o seu atual problema não é assim tão cara.”

    “A incapacidade de responsabilizar-se (ética, moral, social e até financeiramente) os encarregados de educação pelos comportamentos inadequados dos seus filhos na escola, e a remoção da autoridade social e dignidade profissional do professor são passos decisivos para a deterioração da escola pública como hoje a conhecemos.”

    “…obrigamos os professores a pensarem duas vezes antes de reprovar alunos porque se arriscam a ter de passar o seu fim-de-semana a preencher relatórios e relatoriozinhos, e verificar que encarregados de educação veem as suas mais irrealistas reclamações surtirem efeito.”( e não é só relativamente às avaliações)

    • Observa on 15 de Março de 2023 at 11:26
    • Responder

    Por vezes deparamos com situações aberrantes quando por exemplo em turmas do 5º ano e mais…existem alunos com 16 ou mais anos. Encontramos em todos os níveis alunos com muito mais idade que os outros e isto é preocupante pois muitas vezes estes com mais idade fazem bullying aos mais pequenos entre outras coisas como roubá-los…e os pequenos têm medo. Como é isto possível? Todos os alunos que reprovam mais que uma vez deviam ser encaminhados de seguida sem precisar da autorização do EE para cursos profissionais. E encontramos outros que não fazem nada nas aulas andam ali só por andar porque sabem que o sistema os favorece nada de impactuante lhes acontece. Uma medida para todos estes alunos que de certa forma não querem saber de participações ou expulsão de um dia ou mais ( para eles são férias) ou começam a trabalhar e a ter um comportamento adequado em sala de aula ou então ficam sem abono e são expulsos da Escola definitivamente. Os impostos dos portugueses não deviam servir para manter alunos preguiçosos e mal educados.

    • Lua e Sol on 16 de Março de 2023 at 1:49
    • Responder

    “encaminhados …. para cursos profissionais…”
    Mas o ensino profissional é culpado?
    Vão para os cursos profissionais e, muitas vezes, ainda é pior.
    Deviam eram de ser internados numa instituição correcional…

      • Observa on 16 de Março de 2023 at 13:13
      • Responder

      Deviam ter oportunidade de aprender uma profissão uma formação mais prática e se mesmo assim não resulta, sem abono e que os respeitados militares se ocupem deles , ou seja, serviço militar obrigatório para estes alunos, aprender a saber o que é a disciplina a sério. É necessário uma articulação entre instituições para que se possa ter resultados concluentes em termos de indisciplina.

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