Reação da FENPROF aos Serviços Mínimos

Com ou sem serviços mínimos, a luta continua: 2 e 3 de março GREVE!

 

 

Tendo em conta o acórdão emitido pelo colégio arbitral para definição de serviços mínimos para os dias 2 e 3 de março, as organizações sindicais decidiram manter as greves nos dias 2 e 3 de março, no centro-norte e centro-sul do país, respetivamente, com a transferência das manifestações (que também estavam agendadas para 2 e 3) para os dias 4, no Porto, e 11 de março, em Lisboa.

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7 comentários

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    • Tiago Sousa on 28 de Fevereiro de 2023 at 9:15
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    Bom dia. É lamentável acharem que iam ter um tratamento diferenciado por propor uma greve “bem comportada”.
    Embora pertença a um sindicato que está a propor greve apenas nos dias 2 e 3, como tenho de cumprir serviços mínimos nesses dias, vou fazer greve nos dias em que não estou escalado. Assim sendo a minha greve vai contar nos números de outro sindicato.

    • Tiago Sousa on 28 de Fevereiro de 2023 at 9:17
    • Responder

    Deviam de fazer pré avisos de greve diários.

    • Abaixo on 28 de Fevereiro de 2023 at 9:38
    • Responder

    Já existe uma sentença do Tribunal de Relação contra serviços mínimos em Educação. Havendo outra, fica a faltar uma terceira, para haver jurisprudência. E quando houver, acaba-se de vez com este expediente do governo para acabar com as greves. E aí, a declaração fraudulenta de “necessidades sociais impreteríveis” que costuma ser usada e abusada, para fundamentar o atropelo democrático, o governo pode metê-la sabemos onde…

    • A marchar on 28 de Fevereiro de 2023 at 9:43
    • Responder

    Haja alguém que lute juridicamente contra este abuso do governo-PS. O Sindicato STOP, com um departamento jurídico de que se diziam maravilhas, ficou de braços cruzados… Agora, só marca é marchas …

    • Vitor on 28 de Fevereiro de 2023 at 11:59
    • Responder

    Continuamos a fazer de conta…
    Não sabiam já como seriam os serviços mínimos!? Não deveriam ter interposto as providências cautelares mais cedo?
    Objetivamente, parece-me quase impossível ter resposta em tempo útil…
    Às vezes apetece-me perguntar se além da tutela, também os sindicatos andam a brincar com os professores…

    • ApachDraco on 28 de Fevereiro de 2023 at 14:36
    • Responder

    Era mais que lógico, que os sindicatos já deviam ter avançado com uma acção contra o governo português, no tribunal europeu.
    Ainda bem que não pago, nem nunca vou pagar para este tipo de sindicatos.

    • Dá que pensar on 28 de Fevereiro de 2023 at 15:39
    • Responder

    Sabem como se apagava de vez o sorriso dos Costas? Com uma verdadeira união dos professores. Somos 120 000. Chamemos-lhe fantasia, mas já pensaram se esses 120 000 professores “resolvessem” desafiar os serviços mínimos, a requisição civil que se lhes seguiria por incumprimento geral, e mandassem os Costas passear quando eles ameaçassem com processos disciplinares e exonerações? Processos disciplinares a 120 000 professores? VENHAM ELES! Quantos “séculos” o ME demorava a despachar isso tudo e entretanto, quem é que dava aulas? O ministro? “Ah, mas não podemos fazer isso, temos de seguir a Lei”. Mas a Lei é feita por “eles” e como tal é sempre parcial e virada contra nós. Ou seja, o respeito pela Lei põe-nos sempre em inferioridade. Para acabar com uma greve, lançam-se serviços “mínimos” que na pratica destroem a greve. Mesmo com Providências cautelares aceites pelo Tribunal que mandaria suspender esses serviços “mínimos”, o mais certo era o governo recorrer lançando a carta das “necessidades sociais impreteríveis” que todos sabemos é uma tanga, mas existe na Lei. e lá iam as Providencias Cautelares para o espaço, embora daqui a uns meses ou anos, os Tribunais viessem a dar-nos mais uma vez razão, mas tarde demais para ser útil, a não ser que se esteja a pensar em jurisprudência. O nosso respeito por uma Lei que não nos respeita, deve começar a ser repensado. Dá que pensar, não dá?

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