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Proposta do ME sobre MPD e Concurso docente

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17 comentários

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    • Folha on 16 de Maio de 2022 at 19:18
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    x

      • Folha on 16 de Maio de 2022 at 19:19
      • Responder

      Mas enquanto que os professores do QE/QA têm uma escola de provimento, podendo então concorrer a uma Escola/AE diferente, o mesmo não acontece com os professores do QZP que não têm escola de provimento.
      Há professores mais jovens e mais doentes, assim como há professores menos graduados com problemas de saúde mais graves. A graduação não devia ser tida em conta.

  1. Finalmente regras claras e objetivas para por ordem nesta anarquia que se tornou a mobilidade por doença. Esclarece-se que esta “regalia” apenas contempla a carreira docente, não se verificando em qualquer outra carreira da função pública!!

      • farto disto tudo on 16 de Maio de 2022 at 23:35
      • Responder

      Falso. É em toda a função pública. Se é ignorante, informe-se.

        • Agnelo Figueiredo on 16 de Maio de 2022 at 23:56
        • Responder

        Sim, mas só os docentes é que têm esta romaria anualmente e nesta quantidade.

          • Maria on 17 de Maio de 2022 at 1:57

          Se outros funcionários públicos não utilizam um direito que lhes assiste , só se podem vangloriar , por não terem problemas graves.

          • farto disto tudo on 17 de Maio de 2022 at 8:27

          Os outros usam, igualmente. A diferença é que não há uma lista pública e não sai nos jornais, porque não interessa denegrir as respetivas classes. Acorde!

          • Anabela Ferreira Sá Santos on 17 de Maio de 2022 at 18:07

          Empatia precisa-se!
          Esperemos que nunca precisem de usar o DCE.
          Se há irregularidades porque não fiscalizaram?
          Agora paga o justo pelo pecador.
          Durante 18 anos usufruí de DCE, trabalhei sempre com turmas e raramente faltei. O facto de estar perto da residência traz qualidade de vida ao doente, que a partir de agora deixará de ter.
          Fazer quilómetros, depois de um dia de trabalho, e para quem tem estas potologias, é no mínimo gozar com quem quer trabalhar.
          Não me admiro nada se os atestados aumentarem.
          É uma vergonha.
          Muita saúde para todos!

      • Ana Cristina Rodrigues on 18 de Maio de 2022 at 11:25
      • Responder

      Depende das situações eu estou a lecionar no Porto e tenho os meus pais no Algarve, o meu pai com 90 anos e a minha mãe com 89 doente oncológica com incapacidade que necessita de ir a consultas, fazer exames periódicos. Os dois já não têm autonomia para estar sozinhos. Quero pedir mobilidade para cuidar deles, não terei esse direito?
      Queria colocar ainda uma questão sobre a proposta do ME, diz que tem de se apresentar documento comprovativo do hospital onde ela está a ser tratada dentro do mesmo concelho, ora Vila Real de Santo Antônio nem tem hospital.
      Como podem pedir uma coisa destas??
      Podia por favor ajudar-me a esclarecer isto.
      Obrigada

  2. Curioso, já conhecem as regras todas. Eu ainda não li nada . Agradeço informação fidedigna onde me seja possibilitado aceder a regras alteradas . Só dessa maneira me poderei pronunciar. Até lá, pura especulação, mais ou menos acesa e até leviana .

    • P.daSilva on 17 de Maio de 2022 at 9:05
    • Responder

    Quem quis xuxalismo absoluto esperava o quê?

    • Maria on 17 de Maio de 2022 at 13:57
    • Responder

    Estou em mobilidade há 13 anos sempre com horário mais que completo. Falta-me 1 ano e 10 meses para a aposentação. Agora deixo de ser doente porque a minha escola fica a 53Km da minha residência, o que dá muito menos de 50Km. É injusto.

      • Alcides on 17 de Maio de 2022 at 17:52
      • Responder

      Eu também estive em mobilidade vários anos mas não por doença, isso nunca fiz, mas sim por aproximação à residência. Acontece que estes últimos anos apareceram no agrupamento uns chicos espertos por MPD pela sogra e pela mãe, conhecendo eu bem as peças, as referidas progenitoras têm mais saúde que eu. Estou a 1 ano de me aposentar, mas ainda faço diariamente 130 km para trabalhar.

      Devo ser um gajo muito resistente porque lambões e quem não queira trabalhar vejo eu todos os dias. Agora gramam todos por igual a baderna que foram estes anos todos.

      Há alturas em que chego a ter vergonha de pertencer a esta classe, se é que o é e ouvir comentários acerca dos professores. Toma-se a árvore pela floresta. Era mão pesada para os fraudolentos.

    • Alcides on 17 de Maio de 2022 at 17:53
    • Responder

    Eu também estive em mobilidade vários anos mas não por doença, isso nunca fiz, mas sim por aproximação à residência. Acontece que estes últimos anos apareceram no agrupamento uns chicos espertos por MPD pela sogra e pela mãe, conhecendo eu bem as peças, as referidas progenitoras têm mais saúde que eu. Estou a 1 ano de me aposentar, mas ainda faço diariamente 130 km para trabalhar.

    Devo ser um gajo muito resistente, porque lambões e quem não queira trabalhar vejo eu todos os dias. Agora gramam todos por igual, a baderna que foram estes anos todos.

    Há alturas em que chego a ter vergonha de pertencer a esta classe, se é que o é, e ouvir comentários acerca dos professores. Toma-se a árvore pela floresta. Era mão pesada para os fraudulentos.

      • Maria on 19 de Maio de 2022 at 19:11
      • Responder

      Fazer comentários destrutivos sobre os próprios colegas é muito feio. Por isso é que somos desrespeitados por todos.

  3. Neste momento não poderei pedir MPD ( e apenas pedi este ano), pois as escolas não distam os 25km, contudo qualquer distancia que tenha que conduzir é penoso para mim. Trabalhei toda a vida , praticamente sem nunca faltar( até se instalar a doença) com 5 e 6 turmas e acho extremamente abusivo que metam todas as pessoas no mesmo “saco”. Haverá sempre quem use indevidamente certas situações mas isso resolve-se com fiscalização rigorosa, coisa que não temo, pois a doença está cá! Agora tirar direitos a quem precisa porque os que não precisam usam de ilícitos parece-me extremamente injusto, assim como é falta de princípios quem se regozija pelo mal de outros!

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