As propostas dos partidos para a Educação

 

Aumentar os anos de escolaridade do 1.º ciclo, rever o regime de seleção de professores ou criar incentivos aos colocados longe de casa são algumas das propostas dos programas eleitorais apresentadas hoje aos sindicatos da área da educação.

Partidos prometem rever seleção de docentes e apoiar colocados mais longe

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2022/01/as-propostas-dos-partidos-para-a-educacao/

15 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • maria on 13 de Janeiro de 2022 at 11:58
    • Responder

    Por Traseiras
    Ingresso na carreira docente : prova (obrigatória) a Língua Portuguesa

    A Rosalina não conseguiu entrar na ese da planície – tinha 9,5 de média. Mas calma! Um piaget esperou-a e de lá saiu com 19 (dezanove). Foi mal avaliada no Secundário, deduz-se…
    Há dias sopraram-lhe que tem de fazer um exame a Língua Portuguesa e, pior, que fica excluída se der mais de dois erros ortográficos na maldita prova. Está indignadíssima. Atente-se no argumentário que enviou, em carta registada, para o ME: ” … ora o c…lho! Se ao menos o mássimo de dois erros urtugráficos dissesse respeito a uma palavra ainda se comprendia. Agora no tutal da redassão?!!
    No meu caso teria de ser dispençada da proba , porra . Atão se tibe 19 no curço , se sou a primeira da listra graduada á alguma rasão para dubidarem da minha competênçia a Português?”

    • SC on 13 de Janeiro de 2022 at 12:24
    • Responder

    O maior crime do governo geringonça em matéria de educação foi o empobrecimento do currículo . Em nome dos pobres e da inclusão comprometeu o futuro das novas gerações. Reduziram cargas horárias de disciplinas fundamentais, reduziu-se a exigência, fez-se perder tempo com projetos e áreas ideológicas… Muitos bateram palmas e até os pais regozijaram pelo facto de os filhos passarem a ter menos testes. Só que a maioria não tem formação teórica para perceber o real alcance destas medidas. É que como todos querem o melhor para os seus filhos, pobres e ricos, o que interessa é deixá-los bem preparados para um futuro complexo que se aproxima. Por isso muitos, quando se aperceberem que a escola de agora apenas distrai os alunos para andarem contentes diariamente, vão querer mudá-los para os privados que não perdem tempo com coreografias. Só que aí muitos não terão dinheiro para pagar e estamos desta forma no mais refinado esquema elitista engendrado pelo PS. Os parceiros da geringonça embrenhados na retórica igualitária e inclusiva nem pestanejaram ao ver a respetiva verborreia invocada nos preâmbulos das novas leis e apenas para isso serviram. As novas leis apenas promovem a fuga para o privado. Muitos professores venderam o peixe da inclusăo e da flexibilização aos encarregados de educação porque os sistemas perversos de avaliação dos professores e da gestão escolar dão louros aos docentes acríticos e subservientes. Os pais ficaram felizes, os filhos também numa escola sem dificuldades e sem esforço. O pior é que não se vê nenhum político ou partido conhecer a fundo o que se fez e aos da direita também interessam as negociatas, por isso nem tocam no assunto a não ser pela rama com populismo de baralhar.
    Pobre país com políticos que só pensam nos respetivos rendimentos depois de passarem pelo poder! Pobre país onde os que votam preferem ser felizes na ignorância ou no polimento dos que passam pelo poder para apanharem as suas migalhas!

    • É a hora on 13 de Janeiro de 2022 at 13:35
    • Responder

    Ok, o maior problema é que algum licenciado minimamente competente e trabalhador não quer ser professor.
    Isto de aturar putos e seus EE malcriados ,direções e ministério prepotentes e desrespeitadores da função docente é o resultado da deficiente procura.
    Esperemos que os opinian makers aproveitem a oportunidade e venham demonstrar nas salas de aulas os seus eventuais atributos científicas e pedagógicos;)

    • P.daSilva on 13 de Janeiro de 2022 at 15:00
    • Responder

    Todos fazem promessas de “poucochinho”. O essencial do caos na Escola Pública vai manter-se
    Este deputado Porfírio Silva foi o megafone do PS na Assembleia da República contra todas as justas reivindicações dos professores e professoras durante os 6 ano de autoritarismo “costiogeringonço”

    • SC on 13 de Janeiro de 2022 at 15:42
    • Responder

    Esta pandemia já podia ter terminado se não se sujeitasse a saúde humana à lógica especulativa e comercial. Se no início, mesmo com custos para os países mais ricos incluindo China e Rússia, se tivesse vacinado África, Ásia, América Latina e não apenas Europa e E.U.A. isto não teria sofrido tanta mutação e não se teria arrastado por mais de dois anos. A ganância e as rivalidades estão desta forma a trazer custos mais altos. Na educação a mesma lógica especulativa não deve ser aplicada, pois educar é muitas vezes formatar e isso fazem as ditaduras para se perpetuarem. Por essa razão as democracias devem conservar nas suas mãos a educação para que ela dê igualdade de oportunidades a todos e para que não fique nas mãos de grupos especulativos que manobrem no sentido de formatar para o mero consumismo. É preciso que valores mais humanos se ergam a bem de todos independentemente da raça, sexo, riqueza, crenças e confissões. É preciso preservar a democracia transparente que não se deixa corromper.

    1. Se a solução para esta pandemia fossem estas vacinas então porque há milhares de infectados? É impressionante como as pessoas não enxergam um palmo á frente dos olhos!!!!!

    • MJ on 13 de Janeiro de 2022 at 17:20
    • Responder

    Não é preciso aumentar o número de anos no primeiro ciclo. O que é preciso é que os professores desse ciclo deixam de continuar a querer imitar e seguir lógicas de outros ciclos com alunos de outra maturidade. É preciso que se deixem de projetos e reunites e se centrem no ensinar a ler, escrever e contar.

      • Rosinha dos Limões on 13 de Janeiro de 2022 at 20:40
      • Responder

      MJ os profs. do primeiro ciclo fazem os que lhes mandam…
      Preocupados com aquisições dos alunos estão, mas se lhes mandam fazer outras coisas e perder o foco do essencial…
      Os “projetos” e “atividades” e DAC são a evangelização que chegou à Escola pela mão do ME e do seu não ministro, um fingido, um sonso que está a fazer a maior revolução de sempre no sistema educativo, nivelando-o pelas “competências essenciais”, ou seja os mínimos.
      A falta de professores é evidente há muito tempo, basta olhar para uma reunião de departamento e fazer a média de idades…
      Como querem trazer sangue novo para a carreira, se há gente que trabalha há 15 anos a contrato e nunca consegue vincular porque não faz 3 contratos anuais completos consecutivos. Está gente leva pra casa cerca de 1000 euros, derrete carros e gasóleo, paga quartos a peso de ouro. No fim do mês sobra pouco ou nada.
      Não será mais sensato trabalhar numa empresa, num hiper, num centro comercial onde arranja trabalho perto de casa e recebe quase o mesmo?
      Os governos e as autarquias têm incentivos para tudo e mais alguma coisa, mas neste caso assobiam para o lado…
      No espaço de dez anos não haverá professores em várias disciplinas, pois
      estarão reformados e não há novas levas de novos professores em formação.

    • Mirtha on 13 de Janeiro de 2022 at 20:15
    • Responder

    O jogo da política do faz de conta!!! Ainda há gente que acredita no Pai Natal e na pior espécie à face da Terra: Políticos!!!

      • Estranho on 13 de Janeiro de 2022 at 21:33
      • Responder

      Subscrevo!

    • Prof on 14 de Janeiro de 2022 at 11:52
    • Responder

    Critério de seleção de professores a manter: graduação profissional.

    Alterações: Abertura de vagas reais no concurso interno para dar estabilidade a escolas e profs. Mudança na natureza dos concursos que deverá passar a interno/externo com recuperação de vagas e não a injustiça de abertura de novas vagas apenas a contratados. Nem pensar abertura de extras com vagas em Qa/Qe só para contratados.

    • mario silva on 15 de Janeiro de 2022 at 1:13
    • Responder

    os professores apenas têm uma certeza nas próximas eleições: não vai haver mudança para melhor nas condições de trabalho e na carreira profissional. Tanto PS como PSD neste assunto, ‘um diz mata, outro diz esfola’, pelo que é totalmente indiferente o resultado eleitoral. É o pior cenário que se apresenta a um profissional: a completa desesperança em dias melhores…

Responder a Rosinha dos Limões Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores: