Alguns conselhos à Task-Force para reencaminharem ao ME

 

Renegociar a carreira, eliminando os dois primeiros escalões e acrescentando um novo escalão no final, aumentando o valor do último escalão em comparação com o atual 10.º escalão. Não esquecer que têm que reposicionar os docentes no respetivo escalão para não promover ultrapassagens.

Aposentação aos 38 anos de serviço como único fator. (Diminuição progressiva do tempo de serviço para a reforma ao longo de 5 anos)

Criação de um apoio ao arrendamento para professores deslocados a mais de 100Km (por estrada principal) da sua residência.

Criação de um apoio de deslocação a todos os docentes deslocados da sua residência a mais de 30 Km.

Eliminar as quotas na progressão ao quinto e sétimo escalões.

Permitir a docentes que ocupam intervalos de horários mais pequenos de aceder a apoio no desemprego.

 

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11 comentários

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    • miguel on 17 de Novembro de 2021 at 19:11
    • Responder

    É uma ideia…assim quem entrar fica a ganhar tanto como quem está na carreira à quase 20 anos e congelou metade. Quem vota a favor? Levante o braço.

      • Há vs à on 17 de Novembro de 2021 at 19:50
      • Responder

      Há muitos colegas quem a forma do verbo haver sabem conjugar.
      Há mais de 20 anos que isto acontece.

        • miguel on 17 de Novembro de 2021 at 22:21
        • Responder

        Escrever e apagar várias vezes não merece perdão. Fico com a excelência da humilde correção.

    • Pedro Cardoso on 17 de Novembro de 2021 at 19:22
    • Responder

    Eliminar os dois primeiros escalões?! Desde que não haja novas ultrapassagens…..

      • Pedro Cardoso on 17 de Novembro de 2021 at 19:23
      • Responder

      Enfim!!!

    • JoaoKostaOministro on 17 de Novembro de 2021 at 19:56
    • Responder

    O PS esteve 6 anos no poder e agora, a semanas das eleições é que se lembra?!?!
    Está bem está…

    • Mila on 17 de Novembro de 2021 at 20:11
    • Responder

    30km???? E pq não 20km?

    Aumentar 1 escalão ??? Mas nós já não conseguimos chegar ao 10 escalão com 67 anos !!! Querem um 11°escalao???

    Quem escreveu estas propostas?

    • Pensador on 17 de Novembro de 2021 at 21:19
    • Responder

    .
    e que tal diminuir em 30% os vencimentos dos professores?

    e que tal permitir que os formados em Universidades em ramos cientificos lecionem e aufiram salários superiores aqueles que se formaram em mudar fraldas a meninos?

    e que tal premiar quem realmente sabe e domina o conhecimento de uma determinada área do saber?

    e que tal penalizar fortemente os pseudo-formados em Eduquês da Tanga?

    Mais umas sugestões:

    – acabar com as MOBILIDADES fraudulentas (são MILHARES)

    – acabar com destacamentos para tudo que é sitio (CPCJ, Sindicatos……….)

    – montar um sistema para verificação de baixas médicas fraudulentas.

    – obrigar os professores que comcorrem a permanecerem um minimo de 8 anos no lugar onde são colocados.

    -(…)
    .

    • Duma on 17 de Novembro de 2021 at 21:41
    • Responder

    36 anos de serviço é mais que suficiente!!!

    • Falcão on 18 de Novembro de 2021 at 0:37
    • Responder

    1. Acabar com este modelo de gestão, não?
    2. Reabrir a CGA aos docentes que já lá estiveram e foram expulsos para a SS apenas porque num determinado ano (há muitos anos atrás) não foram logo colocados no início do ano, mas são desde há muito professores do quadro?
    3. Recuperar o tempo de serviço roubado que falta repor?
    4. Recuperar a medida disciplinar de EXPULSÃO dos alunos para casos graves de indisciplina e crimes contra professores?
    5. Colocar no ME um Ministro que alguma vez tenha dado aulas no 2º/3º ciclo básicos e tenha de ter trabalhado com 8, 9, 10 ou mais turmas?
    6. Investir a sério na contratação de psicólogos clínicos, assistentes sociais e mediadores para o quadro das escolas?
    7. Reciclar todo o parque informático das escolas, comprar novos computadores, videoprojetores, licenças de software e anti-vírus para os computadores nas salas de aula e de trabalho?
    8. Acabar com a componente não letiva e redirecionar essas horas para a componente individual de trabalho?
    9. Respeitar as reduções de tempo de serviço por idade (art. 79) de forma a que os professores vão tendo efetivamente menos turmas e/ou tarefas com ou sem alunos na escola?
    10.Alterar radicalmente o modelo de avaliação docente, revestindo-o de justiça, transparência, equidade, potencial formativo e realmente colaborativo entre docentes e não apenas classificativo?
    11. Desmaterializar os manuais escolares e apostar em novas práticas de ensino que rentabilizem e contextualizem o acesso à internet e a todo o seu potencial em sala de aula?
    12. Reorganizar o currículo dos alunos no básico, com uma redistribuição horária que permitisse acabar com a sobrevalorização das ditas disciplinas estruturantes, nomeadamente o Port e Mat. (pois como todos deveriam saber, não é por despejar para cima dos alunos horas e mais horas de uma disciplina que se garante o sucesso escolar!), revalorizando as áreas da Expressão Artística e das Ciências Sociais e Humanas?

    Aqui ficam mais 12 conselhos (e facilmente poderia elencar mais uns quantos) a quem quiser realmente mudar a Escola Pública que temos, revalorizar a profissão docente e motivar os professores, respeitando-os e dando-lhes melhores condições para desenvolverem o seu trabalho e também de vida? É fácil, é simples, bastava que houvesse vontade política! Infelizmente, vivemos num país sem rumo e sem políticos com verdadeiro estofo de estadistas!

    • Nascimento on 18 de Novembro de 2021 at 1:21
    • Responder

    Concordo com as propostas do colega Falcão e acrescento mais uma: aposentação sem penalizações para os docentes com mais de 60 anos e 38 anos de serviço. Dão lugar aos novos – rejuvenescimento da classe. A nível financeiro, para o erário público também é compensador: se estiverem no 9º ou 10º escalão, com a redução da carga horária letiva, a saída de um docente dá para cobrir a contratação/integração nos quadros de dois. Ainda se encontram por aí. Com melhores condições, vão aparecer.
    Quanto à sustentabilidade da CGA. enfim, quem descontou , no mínimo, 38 anos, já deu um grande contributo para isso! A quantidade de pessoas que conheço, de outras profissões, que se reformaram entre os 30 e os 35 anos de serviço, com 50 e tal anos de idade!
    Outra sugestão: façam, ao menos, o que se fez no governo de Passos Coelho, ou seja, dar uma indemnização, em jeito de pré-reforma, de acordo com a idade e o tempo de serviço. Ao tempo, a nossa colega, mulher do primeiro ministro, aproveitou a oportunidade.
    Terá chegado a nossa vez? Façam as contas, ponderem tudo, aproveitem uns dinheirinhos da bazuca e avancem, senhores governantes!

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