EDUCAÇÃO EM TEMPO DE PANDEMIA Problemas, respostas e desafios das escolas

 

“Embora não se devam aproveitar as situações excecionais para implementar profundas alterações no funcionamento social, essas mesmas situações excecionais podem ser a alavanca para essas mudanças”, explicam os relatores, acrescentando que as recomendações visam medidas imediatas que podem “inspirar as escolas” e medidas a médio prazo que requerem “vontade política” e a “colaboração e participação de todos os parceiros educativos”.

O CNE aconselha o Governo que estude a reorganização do ensino secundário de forma a manter “o 10.º ano mais livre e transversal aos diferentes percursos de conclusão do ensino obrigatório, relegando para os 11.º e 12.º anos a escolha das vias de conclusão e acesso ao ensino superior”.

Nos dois últimos anos do ensino obrigatório pode haver “flexibilidade e permeabilidade entre os diversos desenhos curriculares e recurso à modalidade de ensino híbrido”, ou seja, entre o ensino presencial e o ensino remoto.

Resumo

Folheto_Digital.pdf (cnedu.pt)

Estudo

EDUCAÇÃO EM TEMPO DE PANDEMIA

 

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1 comentário

    • maria on 17 de Junho de 2021 at 11:23
    • Responder

    Na maioria dos países da ocde, o ensino OBRIGATÓRIO vai até ao 10º (16 anos de idade ) .
    Por que será? Os senhores professores dos cursos profissionais têm a resposta . É que a partir dessa idade ( senão antes) há uma franja de “alunos” que nada querem da escola, nada aprendem . Mas como são obrigados a arrastarem-se até aos 18 o resultado é esse : nada aprendem , impedem os outros de aprender, têm comportamentos marginais e… dão despesa.
    Teriam de ser encaminhados para outras formações, totalmente prática , não na escola, pelas razões apontadas.

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