Marcelo explica a inclusão do encerramento das escolas na renovação do estado de emergência

 

O decreto de renovação do estado de emergência que o Presidente da República enviará, na próxima quinta-feira, para aprovação da Assembleia da República, manterá todas as medidas já adoptadas, incluindo a continuação da suspensão das actividades lectivas, pois sobrepõem-se no tempo a esta decisão governamental.

Em relação à  decisão relativa às escolas, não existem dados que permitam tirar ilações, é preciso esperar algum tempo, que se liga também à reunião do Infarmed, está pensada uma reunião quando os dados disponíveis permitam avaliar um confinamento levado a sério pelos portugueses.

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2 comentários

    • Joaquim Ferreira on 26 de Janeiro de 2021 at 23:28
    • Responder

    Escolas encerram… até quando???
    Se for necessário ENSINO tipo A@D… é bom que se saiba o que diz, nomeadamente o n.º3 do Artigo 5.º do Decreto n.º 3-A/2021 de 14 de Janeiro Regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República
    Artigo 5.º
    Teletrabalho e organização desfasada de horários
    (…)
    3 – O empregador deve disponibilizar os equipamentos de trabalho e de comunicação necessários à prestação de trabalho em regime de teletrabalho.
    (…)
    LOGO… Tem que ser o ESTADO ou a ESCOLA em nome do ESTADO a fornecer os equipamentos (computador, internet…).

    • maria on 27 de Janeiro de 2021 at 11:56
    • Responder

    Joaquim

    Por sorte , “o empregador” (neste caso o Estado ) não “disponibiliza ” desemprego nem lay-off aos seus colaboradores como agora, infelizmente, tantos empregadores privados estão a fazer. Atenção a este pormenor.

    Qualquer professor que se preze possui um “reles ” computador ,e não apenas para as suas necessidades profissionais, obviamente. Seria miserabilista , nesta hora de enorme aperto, onde se espera a solidariedade de todos, os ditos professores “chorarem” aos seus alunos o uso deste banal equipamento pessoal . Façam-no em “troca” de não terem de passar pelas agruras enunciadas acima e dos muitos dias que durante o ano têm “livres” : Natal, Carnaval, Páscoa e Verão ( tudo isto contrastando com os que estão empregados no “privado”) . Ah ! E de não gastarem dinheiro nas deslocações diárias para a escola ( transportes, etc )

    Por essas razões , tais “choradinhos” não colhem. E em nada abonam em favor do prestígio da classe docente.

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