Ensino presencial “não é uma teimosia”, defende Governo

 

Ensino presencial “não é uma teimosia”, defende Governo

“A escola tem dado resposta e o que tem sido comprovado é que as escolas não são focos de contágio. O que se verifica é que na escola se recebe contágios de fora. As autoridades, quando assim o verificam, determinam as medidas necessárias para suster as cadeias de contágio”, afirmou Inês Ramires.

O primeiro-ministro, António Costa, descartou hoje avançar no imediato com a suspensão da atividade letiva nas escolas devido à evolução negativa da pandemia de covid-19, mas admitiu medidas mais restritivas a partir da próxima semana.

Os dois secretários de Estado desta área, Inês Ramires e João Costa, concluíram hoje reuniões com os diversos sindicatos dos professores e dos trabalhadores não docentes para balanço do primeiro período letivo que terminou em dezembro.

Segundo Inês Ramires, os ministérios da Educação e da Saúde têm definido medidas que “são a resposta necessária para manter as escolas abertas”, mas sempre tendo em conta que a situação epidemiológica “pode determinar situações diversas”.

Para o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa (na foto), o ensino à distância é “sempre um remendo”, tendo em conta a importância do contexto presencial para o desenvolvimento dos alunos.

“Sabemos também que o ensino à distância foi, durante o terceiro período do ano passado, um acelerador muito grande de desigualdades. Uma das principais missões da escola é garantir o combate às desigualdades, através da Educação”, salientou João Costa.

De acordo com o secretário de Estado, o objetivo de manter o ensino presencial “não é uma teimosia ou uma obstinação” do Governo, mas sim uma “convicção de que o que se passou no primeiro período de confinamento só poderá voltar a acontecer se a evolução da pandemia o justificar”.

“Hoje temos muito mais conhecimento do que tínhamos em março sobre o que é estar na escola. Vamos gerindo em função de cada dia”, adiantou João Costa.

Nas reuniões para balanço do primeiro período de aulas, a Federação Nacional da Educação (FNE) pediu ao Governo a implementação de medidas nas escolas que diminuam o risco de contágio durante a pandemia de covid-19, sugerindo como hipótese que os alunos do secundário pudessem passar a ensino misto.

“Apresentámos um conjunto de soluções pensadas no sentido de criar condições que diminuam o risco. É preciso adotar novas medidas tais como aumentar o distanciamento social, reduzir número de alunos por turma e até, eventualmente, determinar que os alunos do secundário passem a ter aulas num regime híbrido, ou seja, que uma parte das aulas seja presencial e outra à distância”, disse à Lusa o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, no final de uma reunião com o Ministério da Educação.

Sobre o primeiro período de aulas, sindicatos e tutela têm uma visão diferente, com os primeiros a apontar várias falhas e o Governo a sublinhar que as escolas se mantiveram abertas, contaram à Lusa vários sindicalistas.

“Houve uma instabilidade que sabíamos que iria existir numa pandemia”, referiu João Dias da Silva, sublinhando que “o direito a ter aulas não foi cumprido em muitos casos” e houve um “aprofundamento de desigualdades” que é preciso corrigir.

Também o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, defendeu a continuidade do ensino presencial, mas disse que há “condições que não estão a ser observadas”, como o “distanciamento, arejamento dos espaços, limpeza e rastreios”.

Mário Nogueira criticou o facto de “as escolas terem um tratamento diferente de outras comunidades” no que toca à “realização de rastreios ou ao distanciamento entre alunos”.

Para a Fenprof é essencial haver testes de despistagem e criar condições nas escolas que não promovam novos contágios.

Portugal contabiliza pelo menos 7.472 mortos associados à covid-19 em 456.533 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O estado de emergência decretado em 09 de novembro para combater a pandemia foi renovado com efeitos a partir das 00:00 de 08 de janeiro, até dia 15.

 

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53 comentários

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    • Paulo Miguel on 10 de Janeiro de 2021 at 14:21
    • Responder

    Quando forem votar, tenham em mente o que se está a passar.
    Pois bem, acho ideal uma greve, já !!

      • PedroLopes on 10 de Janeiro de 2021 at 19:39
      • Responder

      Pois… Mas há cerca de 1 mês ninguém fez greve… Eu e pouco mais num País inteiro… continuem só a reclamar em chats que vamos longe.

    • Liseta on 10 de Janeiro de 2021 at 14:33
    • Responder

    Porque não estão os prof e funcionários das escolas no topo da lista, ao lado dos médicos e militares, para a vacinação?

    • Antonio on 10 de Janeiro de 2021 at 14:36
    • Responder

    https://www.publico.pt/2021/01/10/ciencia/noticia/britanicos-alemaes-poem-escolas-suspeita-transmissao-covid19-1945688.
    Nesta fase em que estamos, existindo dúvidas, o melhor seria mesmo encerrar. Não faz qualquer sentido não interromper a atividade lectiva durante, pelo menos, 15 dias no âmbito do confinamento geral. Espero enganar-me, mas acho que esta obstinação ainda nos vai custar caro.

    • Tiago on 10 de Janeiro de 2021 at 15:23
    • Responder

    Não é teimosia é muita teimosia. Vejam os papers de literatura cientifica internacional, do melhor e mais sério que se produz , vejam os outros países europeuss que fecharam as escolas. É um risco muito grande fazer um confinamento sem o encerramentos das escolas, mata-se a economia e podemos ter resultadis pouco satisfatórios. É melhor 15 a 30 dias com tudo fechado e resultados certos do que arriscsr em incertezas….

    • António on 10 de Janeiro de 2021 at 15:42
    • Responder

    Pois é, os governantes dizem que as escolas são seguras; gostaria que me informassem se os docentes, alunos e demais pessoal vão passar a viver nas escolas, sem necessidade da utilização de transportes públicos. Além disso, senhores governantes de Portugal, os professores e alunos não são robots, são SERES HUMANOS dotados de inteligência, de emoções e sentimentos. Ora, numa altura em que a pandemia assume uma verdadeira catástrofe em Portugal, a preocupação número um de todos é tentar sobreviver a esta tragédia. Assim, pergunto: em que condições psicológicas professores e alunos vão lecionar e aprender respetivamente? Pensem nisto, por favor! O assunto é muitíssimo sério.

    • Abram a pestana! on 10 de Janeiro de 2021 at 16:13
    • Responder

    Coloca a vida de professores, funcionários e famílias dos alunos em risco, desnecessariamente, e não é uma teimosia?????? Escandalosamente “Protegidos” com um pano, a que chamam máscara de tecido nível 3, com a CONIVÊNCIA das autoridades de saúde!!!! É menos arriscado trabalhar num hospital, pois têm pelo menos material de proteção adequado.
    Não é teimosia. É crime.

    • pretor on 10 de Janeiro de 2021 at 16:32
    • Responder

    O que convenceu Boris Johnson a encerrar as escolas no Reino Unido, quando decretou novo confinamento por causa da covid-19? Estudos de cientistas britânicos divulgados em Dezembro, quando o número de casos de covid-19 começou a disparar e foi detectada a nova variante do coronavírus, mostraram uma clara relação entre as taxas de infecção entre os alunos e pessoal das escolas e as da comunidade.
    (…) O caso do Reino Unido é talvez o melhor conhecido, e o mais falado, pela dimensão que a pandemia reassumiu naquele país. Mas este não é o único país europeu que, face à escalada de infecções, voltou atrás na política de manter as escolas abertas, pelo receio de que as crianças possam espalhar o vírus, apesar de não terem sintomas.
    A Alemanha é um deles: o encerramento das escolas foi incluído nas medidas mais restritivas impostas a partir de 13 de Dezembro. No dia 5, a chanceler Angela Merkel anunciou que creches, escolas e lojas não essenciais devem permanecer encerradas até 31 de Janeiro, e foram limitados os deslocamentos a um raio de 15 km em torno do domicílio, nas zonas onde o número de casos é superior a 200 por 100 mil habitantes.

    • Maria Conceição on 10 de Janeiro de 2021 at 17:15
    • Responder

    Ensino presencial, pelo menos para metade das aulas, sim. Ensino à distância é uma fantochada.

      • Pedrolopes on 10 de Janeiro de 2021 at 19:43
      • Responder

      Pois… Mas pelo que vimos na comunicação social, no ano letivo anterior correu MUITO MUITO BEM! Portanto, fechar as escolas será a melhor opção…

    • João on 10 de Janeiro de 2021 at 17:18
    • Responder

    O desprezo destes políticos pela educação é impressionante . Só mostra que não valem nada como pessoas, A educação serve para doutrinar e ocupar os miúdos. São miseráveis.
    Já que a educação presencial é prioritária, ao menos que vacinem as pessoas que lá trabalham.

    • Maria João Ferreira Teles on 10 de Janeiro de 2021 at 17:19
    • Responder

    Maria da Conceição…sejamos racionais….

    • Prof sério on 10 de Janeiro de 2021 at 17:22
    • Responder

    Eu quero lecionar é na escola e não na minha casa.
    Fora da escola é tudo uma fantochada ois os alunos não aprendem nada e os professores sabem disso.

      • Guilherme on 10 de Janeiro de 2021 at 21:39
      • Responder

      Não foram criadas condições para a situação que estamos a passar. Na minha e muitas escolas as salas são muito pequenas para o número de alunos, os alunos estão sentados dois a dois sem nenhuma proteção entre eles, pouca distancia entre as mesas, professores com uma simples máscara virados para os alunos a uma distancia não recomendável, muito frio se as janelas e portas estiverem abertas, poucos intervalos sem tempo para arejar as salas, corpo docente envelhecido, alunos e turmas em isolamento mas professores na mesma a dar aulas,….

    • JoaoNogueira on 10 de Janeiro de 2021 at 17:56
    • Responder

    Enquanto professor com um horário exclusivamente composto por disciplinas da componente técnica de cursos profissionais, sou terminantemente contra a passagem generalizada para um regime no presencial… Porquê? Porque me recuso ao ensino “faz de conta” e não é com pseudo trabalhos de pesquisa e com PowerPoints plagiados que formamos jovens para posições de técnicos intermédios que o nosso país tanto precisa!

    Agora, obviamente que há 2 realidades incontornáveis: 1o) disciplinas de índole mais teórico entre o 7′ e o 12’anos de escolaridade podem passar para um regime misto (1 presença semanal na escola para aferir a realização das atividades online da semana anterior e o lançamento das atividades da semana seguinte, bem como a realização de testes de avaliação, as restantes aulas em videoconferência!) 2o) TODOS os professores e funcionários devem ser vacinados nesta primeira fase, permitindo assim um mais tranquilo funcionamento das atividades lectivas presenciais.

    Infelizmente constato que a maioria dos defensores do confinamento escolar o fazem não por convicção, mas por vontade de ir para casa fazer pouco ou nada e continuar a receber integralmente o seu salário sem contemplações… Somos infelizmente uma classe auto-centrada e individualista em que a maioria dos docentes pouco ou nada se preocupa com aquilo que deveria ser mais importante, a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos!

    Perdoem-me o desabafo, Mantenham-se saudáveis… Mas não fujam às vossas responsabilidades!!!

      • Tiago on 10 de Janeiro de 2021 at 19:26
      • Responder

      Ó João a vontade de ir para casa não me parece ser um argumento para fechar ou não fechar escolas…não seja assim e não ponha as suas ideias idiotas nas frase dos outros.
      Argumente de forma séria, se não tem argumentos não diga parvoíces.

      • vaca esmeralda da dom duarte em coimbra on 10 de Janeiro de 2021 at 20:23
      • Responder

      És professor que só dá “técnicas” nos profissionais e recusas o ensino do “faz de conta”. Se estás preocupado com o ensino “faz de conta” abre os olhos ao que se ensina nos cursos profissionais, que já tens muito com que te preocupares, então se fores do 550 a preocupação é a dobrar…

      • prof do ano on 10 de Janeiro de 2021 at 18:12
      • Responder

      Outro que quer ficar em casa e a receber o seu guito.
      Queria ver quantos ficariam em casa se lhe dizessem que teriam um corte de 50% do vencimento.
      Sejamos sérios , os nossos alunos merecem-no.

        • Alecrom on 10 de Janeiro de 2021 at 18:38
        • Responder

        Olhe que não,
        camarada,
        olhe que não, lol.

        Fazes parte do
        Comité de Justiça Popular
        aí do teu bairro?

    • Atento on 10 de Janeiro de 2021 at 18:39
    • Responder

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    ——————————————

    António BOSTA não pode ENCERRAR OS HOSPICIOS (digo, Escolas Públicas)

    Até que enfim!………

    “As escolas não podem fechar porque a sua função assistencial se tornou tão grande que se sobrepôs à educativa.”

    Muito Bem Dito!…….Haja Lucidez!……SETÔRAS e SETORES deixem-se de ser Otárias e Otários!………

    Hoje aquilo a que chamam “ESCOLA” não passa de um enorme “ARMAZEM” onde os progenitores colocam os seus rebentos para poderem desenvolver as suas atividades ludicas, profissionais ou outras…….

    Hoje aquilo a que chamam “ESCOLA” não passa de uma enorme “CANTINA SOCIAL” onde se dá de comer aos FAMINTOS desta vida (Filhos de Desempregados; Filhos daqueles que vivem do Rendimento Social de Insersão (RSI); Filhos de Prostitutas; Filhos de Delinquentes; Filhos de Presidiários; Filhos daqueles que auferem o Salario Minimo Nacional no valor de 635 Euros e que levam para casa á volta de 500 euros…….

    Hoje aquilo a que chamam “ESCOLA” não passa de uma enorme INTRETEM onde os designados professores dão umas TRETAS de que são exemplo as “cidadanias”, “educação ambiental”, “educação sexual”, “desporto escolar/toma lá uma bola para dares uns chutos”………..

    Hoje aquilo a que chamam “ESCOLA PUBLICA” não passa de uma enorme FRAUDE onde os pobres são acolhidos…..Sim!….porque os filhos da classe média e alta são colocados em Escolas de Bandeira e em Colegios Privados onde possuem uma boa preparação para a Vida Futura.

    Ao que a ESCOLA PUBLICA chegou!…….Não!….isto não merece ser chamado de “ESCOLA”…………A ESCOLA é um local de ENSINO-APRENDIZAGEM e não um HOSPICIO para os Desgraçados da Vida.

    VERGONHA!……..NOJO!……………….

    É isto o trabalho do Partido Socialista e do seu Grande Lider António Bosta.

    Sinto Tristeza, Nojo e Repulsa por grande parte do professorado não ter discernimento para enchergar o que se passou no Ensino e, em particular, na ESCOLA PUBLICA, a qual foi transformada num CENTRO ASSISTENCIAL.

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      • Fernando, el peligroso de kas verdades. O Atento já está a delirar. on 10 de Janeiro de 2021 at 19:11
      • Responder

      Muito bem, Atento do caraças! Carrega nos bandidos!

      • Prof on 10 de Janeiro de 2021 at 20:43
      • Responder

      Eu já li aqui e noutros blogs este texto-cassete.
      Copia o texto,, cola, copia, cola…
      Ah grande criativo.
      Já agora, também queres ficar em casa ,mas com a totalidade do teu guito. Certo?

        • Atento on 10 de Janeiro de 2021 at 22:36
        • Responder

        —-‐
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        Vai catar piolhos que fazes melhor…es um stor otario…..continua que vais longe

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      • otário on 11 de Janeiro de 2021 at 0:34
      • Responder

      Caro atento …atente na ortografia…olhe que ainda tem que voltar à escola e usufruir da tal refeição, conviver com os tais filhos, etc etc. Por favor confirme como se escreve entretêm (já agora: conjugação do verbo entreter).

      • otário on 11 de Janeiro de 2021 at 0:39
      • Responder

      Atento é favor ver como se escreve entretém.
      Aconselho-o a voltar à escola, até porque pode aproveitar para conviver com os filhos de toda a gente (a escola é inclusiva) e beneficiar de uma refeição.

    • SempreAlerta on 10 de Janeiro de 2021 at 19:07
    • Responder

    Caro João Nogueira …
    Gostaria de lhe perguntar se, na sua escola, não há, e como diz, “ensino faz de conta”?
    E já agora, o ensino presencial impede os alunos de apresentarem, como diz, “pseudo trabalhos de pesquisa e com PowerPoints plagiados”? Meu caro, faça o valor de descer à terra!
    Sabe, sou professor, dou muito valor ao ensino presencial, mas tenho uma família para sustentar e sou o único a ganhar cá em casa … com a idade que tenho já estou no “risco” … e se me acontecer alguma coisa será que vou receber flores do “nosso” grande ministro TBR? Já agora, o TBR estaria disposto a partilhar umas aulas comigo?
    João, tenha dó e não seja sectário … ou já está a imprimir o seu nome na placa que vai colocar em algum “obcuro” gabinete do ME?

    • Maria on 10 de Janeiro de 2021 at 19:12
    • Responder

    O Mário Nogueira que vá para uma Escola bem pertinho da Serra, em Trás os Montes ou mesmo na Beira e fique lá desde as 8h50 da manhã até … Bastará um dia, sem aquecimento, com janelas e portas abertas para arejar o espaço. Verá os alunos a tiritar de frio que metem dó!!! Nem falo dos docentes que não têm um acumulador de calor, certo?! Depois sim, diga se acha que o ensino deve ou não continuar a ser presencial! Os brasileiros costumam dizer que “…pimenta no … dos outros é refresco”!! É por estas e por outras que os sindicatos deixaram de me convencer…

      • luis on 10 de Janeiro de 2021 at 19:41
      • Responder

      O Mario Nogeira não é professor… nao sabe o que é uma sala pequena, mal arejada com 30 pessoas umas em cima das outras durante hora com psudo intervalos.

      O Márito é politico… ainda nao perceberam?

    • trocatintas on 10 de Janeiro de 2021 at 19:37
    • Responder

    Enquanto continuar a reinar por cá a Lei da rolha, o silenciamento e a manipulação de dados, as escolas serão o paraíso anti-COVID. É por isso que os políticos são todos professores quando ficam sem ocupação…

    • luis on 10 de Janeiro de 2021 at 19:39
    • Responder

    Para quem diz que ensino é presencial … tem toda a razao … MAS A QUESTAO NAO É ESSA

    precisamos de baixar os casos em hospital … está tudo em rotura, acham que com escolas abertas a coisa pára? Tb pensam como o Tiaguinho e o Nogeira?

    Para quem diz que ensino é presencial … tem toda a razao … MAS A QUESTAO NAO É ESSA

    precisamos de baixar os casos em hospital … está tudo em rotura, acham que com escolas abertas a coisa pára? Tb pensam como o Tiaguinho e o Nogeira?

    Parem 15 dias no mínimo …. é essencial

    quanto ao pessoal que diz que se ganhassem 50% do salario nao diziam nada e iam trabalhar presencialmente, é so para lembrar que atualmente o salario é pago a 100% a quem está em layoff

    tenho impressão que muito gente acha que nao vai parar ao hospital … sao uns videntes 15 dias no minimo …. é essencial

    quanto ao pessoal que diz que se ganhassem 50% do salario nao diziam nada é so para lembrar que atualmente o salario é pago a 100% a quem está em layoff

    tenho impressao que muito gente acha que nao vai parar ao hospital … sao uns videntes

      • Monteiro on 10 de Janeiro de 2021 at 22:22
      • Responder

      Não concordo nada consigo. O ensino não presencial, no ano passado, a mim, deu-me muito mais trabalho. E não foi só a mim. Na minha escola vi muitos colegas a trabalhar muito para que ninguém ficasse para trás.
      Se o colega não trabalhou, foi mau profissional. Até lhe fica mal dizer o que diz.

      Mas, A Questão NÃO É ESSA! A questão tem a ver com saúde pública, pretende-se a diminuição de casos novos e mortos. É uma questão de sobrevivência!

    • Prof 420 on 10 de Janeiro de 2021 at 20:14
    • Responder

    Defender o ensino presencial nas escolas sem rastreios regulares de alunos, funcionários e professores é criminoso! Vergonha!

    • Prof on 10 de Janeiro de 2021 at 20:48
    • Responder

    Vergonha é querer o guito sem trabalhar.
    Devias era exigir que enquanto estiveres em casa abdicas do teu guito.

      • Monteiro on 10 de Janeiro de 2021 at 22:17
      • Responder

      Não concordo nada consigo. O ensino não presencial, no ano passado, a mim, deu-me muito mais trabalho. E não foi só a mim. Na minha escola vi muitos colegas a trabalhar muito para que ninguém ficasse para trás.
      Se o colega não trabalhou, foi mau profissional. Até lhe fica mal dizer o que diz.

      Mas, A Questão NÃO É ESSA! A questão tem a ver com saúde pública, pretende-se a diminuição de casos novos e mortos. É uma questão de sobrevivência!

      • ... on 10 de Janeiro de 2021 at 23:09
      • Responder

      És um atrasado mental.
      Os professores estiveram em teletrabalho.
      Receberam como outros trabalhadores nas mesmas circunstâncias. Querias que continuassem a trabalhar e não recebessem?!
      Melhor estivessem, como muitos, em layoff.
      Sem trabalhar e a receber o ordenado quase completo.

    • Pedro Lopes on 10 de Janeiro de 2021 at 21:20
    • Responder

    Só comentários idiotas de pessoas idiotas! Queres o guito, não queres o guito… Nem os meus alunos com 15 anos fazem comentários tão decadentes e sem sentido.

    Ensino presencial? Sim…

    Ensino à distância? Foi uma palhaçada… EMBORA o ME tenha dito, por várias vezes, que foi um sucesso… Agora, diz que as Escolas não são de risco.

    Conclusão: mentem de uma forma inqualificável… acrescentaria que esta gente deve ter tirado as suas formações ONLINE de tão burros que são. Agora até o ministério da justiça… Deus me livre..

    O que está aqui em questão é a VIDA HUMANA!! Ó burros que falam no guito… Claro que há profs que querem ir para casa trabalhar menos mas, isso NÃO INTERESSA NADA NESTE MOMENTO… TAMBÉM NÃO INTERESSA SE O ALUNO APRENDEU A EQ DO 2º GRAU ou QUEM ONDE PASSA O RIO MONDEGO! Que lhe interessa isso se os Pais baterem a bota ou ele próprio for com o caneco? Acordem! O ensino é o menos importante neste momento.

    • farto de emplastros do governo on 10 de Janeiro de 2021 at 21:37
    • Responder

    A Alemanha e os Ingleses estão enganados, assim como, todos os outros. Os tugas é que estão corretos, pois claro. As escolas tugas são milagrosas, têm a Virgem de Fátima a proteger todos.

    • Guito on 10 de Janeiro de 2021 at 22:38
    • Responder

    É a Economia, estúpido. Como diria o outro.
    É a Economia que te paga o guito. E o burro sou eu?

      • Enfim on 10 de Janeiro de 2021 at 23:34
      • Responder

      É a vida, estúpido!
      Se morreres, é disso que se trata, deve dar-te muito jeito o guito !!!!

    • Rui on 10 de Janeiro de 2021 at 23:15
    • Responder

    Que economia, idiota?
    Só um país da Europa, além do quintal do Costa criminoso, discute o encerramento das escolas… todos os outros JÁ ENCERRARAM.
    …e tu, idiota, a falar de guito…deves ser um dos kapos, a que chamam diretores.

    • Alexandra Almeida on 10 de Janeiro de 2021 at 23:36
    • Responder

    Não sou PS, não sou apologista dos facilitismos mas O GOVERNO TEM RAZÃO NA DEFESA DAS ESCOLAS ABERTAS!
    Que raio de professores falam de greve? São uns canalhas! Deem lugar a quem queira ensinar!
    ESCOLAS ABERTAS, SIM!
    Muito bem!

      • Pedro Lopes on 11 de Janeiro de 2021 at 13:37
      • Responder

      Sim falo em greve.
      Até parece que temos grandes condições na escola e que somos bem tratados, mesmo pré covid!!!
      Em que mundo vives?
      Sim, fiz todas as greves existentes nos últimos 20 anos e sim, dei aulas online qualificadas como excelentes pelos alunos e encarregados de educação. Sabe porque? Feito toto comprei um iPad que serviu/serve de quadro digital.
      Compreendo que a maioria dos colegas não tenha acesso a esta ferramenta porque, não passa só por adquirir o equipamento ; é condição necessária ter conhecimentos sólidos de informática… E, por isso ( não só mas também) a maioria das aulas online foram uma palhaçada.
      Não está tudo bem no ensino, longe disso.
      Acorde para a vida!! E não venha com o deixe os outros trabalhar porque trabalho de certeza muito mais que a colega. Até me dou aí trabalho de dar aulas online, extra horário, a todos os meus alunos que estão em isolamento. Agora faça contas, desde o início do ano já tive mais de 18 alunos em isolamento, em 4 turmas diferentes..

    • Alexandra Almeida on 10 de Janeiro de 2021 at 23:38
    • Responder

    Por que razão o meu comentário que defende as escolas abertas não foi publicado?
    Há lápis azul no blog do Arlindo?
    Repito:
    Não sou do PS, não sou apologista dos facilitismos do PS, mas O GOVERNO TEM RAZÃO EM TER AS ESCOLAS ABERTAS!

      • Luísa on 11 de Janeiro de 2021 at 7:36
      • Responder

      Tu és a/o inteligente!!!!!
      O resto da Europa é ESTÚPIDA!
      Percebes o teu disparate ou precisas de um desenho?!?!?!
      Manter o ensino presencial, neste momento, é CRIME.

    • Merece resposta on 11 de Janeiro de 2021 at 0:45
    • Responder

    Atento:
    É favor verificar como se escreve INTRETEM (entretêm – conjugação do verbo entreter).
    Aconselho-o a voltar à escola, até porque aproveita para conviver com os filhos de toda a gente (a escola é inclusiva) e ainda pode usufruir de uma refeição.

    • João J. on 11 de Janeiro de 2021 at 7:45
    • Responder

    Toda gente concorda que estamos em guerra.
    Que está guerra é ainda mais dura que as convencionais, pois o inimigo é letal é invisível.
    Neste contexto o que vemos? Um governo de criminosos a mandar para a guerra um milhão meio de indefesos para ser MASSACRADOS.
    E aqui alguns acéfalos a defender que são mais importantes 15 dias de aulas presenciais que a VIDA!!!!!!!!!
    INACREDITÁVEL!

    • Vasco Santos on 11 de Janeiro de 2021 at 8:03
    • Responder

    Esta ESTÚPIDA e CRIMINOSA decisão será a “MORTE” do Costa.
    Nem acabará o mandato.

    • WTF on 11 de Janeiro de 2021 at 8:53
    • Responder

    Nem li o texto porque já sei que é um elogio à ação do governo nos ombros dos desgraçados que estão na frente de combate. Faz lembrar os louvores tecidos aos generais, nas guerras, ignorando os verdadeiros heróis que tombam na vanguarda do conflito.

    Quando nos comparam com os médicos relativamente às vacinas, eu diria que nós estamos numa posição de muito maior risco porque para nós o inimigo é realmente invisível. Para os médicos não é! O inimigo não é previsível. Quando recebem os doentes já estão preparados para lidar com ele. Nós não! Ninguém nos avisa dos alunos e colegas que são portadores do vírus.

    • Maria on 11 de Janeiro de 2021 at 11:17
    • Responder

    Claro que o ensino presencial é importante mas 15 dias em ensino à distância ( e não se pense que não se trabalha ) ou pelo menos ensino misto seria uma medida sensata, dadas as atuais circunstâncias e o facto de nas escolas não existirem as condições necessárias ( exemplo, distanciamento social: as turmas continuam com o mesmo número de alunos, salas não aumentaram de dimensão , etc).
    Mas, como disse o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, “nas escolas não há grupo de risco”, ou seja, então se percebi, ou os professores e auxiliares não estão na escola (só os alunos) ou então os professores e auxiliares são todos uns jovens de 20 anos. E pensar que também foi professor!

    • Rafaela on 11 de Janeiro de 2021 at 16:54
    • Responder

    Governo sempre contra os professores. Parece que querem que morram uns quantos. Não vacinam quem trabalha nas escolas porquê,? Pelo que vejo há muita gente que odeia professores. Como acham que dar aulas deve ser uma seca deduzem que os professores não querem trabalhar. Conforme pensamos julgamos os outros. Professores descontentes continuem a votar nos mesmos…

    • fernandasobralinho on 12 de Janeiro de 2021 at 19:10
    • Responder

    Pois é, assim se vê a força do disparate versus a quantidade de neurónios.
    Com ensino presencial, ou não, o que está em causa neste momento é a saúde pública. E não digam que tem a ver com a saúde dos outros. Também tem a ver com a nossa própria saúde. Isto não acontece só aos outros, acontece e pode acontecer a todos.
    Todos sabemos que o único motivo para justificar que todos os níveis de ensino não fechem é económico. De saúde não tem nenhuma fundamentação.
    1 – As “escolas não são focos de contágio”, 2 – “o contágio vem de fora” 3 – “determinam as medidas necessárias para suster as cadeias de contágio”…tudo frases ocas e sem qualquer fundamentação.
    1 e 2 – Pela lógica das afirmações as famílias também não eram focos de contágio como foi afirmado pelo governo. Para uma família não infectada ficar infectada, o vírus tem que vir de fora da família, tal como nas escolas. A mesma lógica podemos aplicar ao que o governo disse sobre os transportes públicos, que eram seguros. Também aí, o vírus vem de fora (entra pela porta do autocarro). Resta a dúvida, afinal de onde vem o vírus?
    3 – Desde final de outubro de 2020, após contacto com caso positivo numa escola, ainda estou à espera de contacto do sns24…
    Numa escola com 400 alunos, do JI até ao 6º ano, pode movimentar diariamente, uns 150/200 pais e/ou avós, no trajecto casa-escola…multipliquem isso por “N” escolas do país e o total dá o número de pessoas que não vão confinar algumas horas por dia, sem falar dos alunos…na minha escola estão várias turmas de 1º ciclo e de 2º ciclo de quarentena com alunos positivos…mas deve ser engano pois os especialistas dizem ao governo que os mais novos não correm riscos…

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