14 de Setembro de 2020 archive

O profissional deve ser, sempre, o último a abandonar a videoconferência

 

 

Uma psicóloga do Agrupamento de Escolas de Odemira, colocada na Escola Básica 2/3º Ciclos Damião de Odemira, foi afastada de funções e alvo de processo disciplinar por alegado envolvimento com um professor daquela escola.

O caso deu-se em março, em pleno confinamento, quando a psicóloga, de 30 anos, e o docente foram apanhados em cenas íntimas. A situação assumiu gravidade porque os atos foram “presenciados” por alunos e encarregados de educação: a psicóloga, que é orientadora vocacional dos estudantes, não desligou a câmara do seu computador após uma videoconferência e transmitiu tudo na net. Apesar dos alertas de várias mães no calor da intimidade, nem a psicóloga nem o professor se aperceberam que estavam a ser vistos às claras.

O Ministério da Educação, questionado pelo JN, confirmou o caso: “Foi apresentada queixa que resultou num processo disciplinar à psicóloga, que já não está a exercer funções”. A informação só agora terá chegado aos serviços regionais da Direção Geral de Estabelecimentos de Ensino. A queixa foi formulada pela mãe de um dos alunos, que gravou as cenas inusitadas.

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