Julho 2020 archive

Só Vejo a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo A Poderem Optar Por Esta Solução

Se olharmos para a matriz curricular dos vários ciclos de ensino apenas a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo poderiam funcionar em regimes de meio dia, num horário normal 8:00 – 13:00 ou 13:30 – 18:30 e mesmo assim teria de ficar de fora da Matriz Curricular a oferta das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC).

O Tamanho das cargas curriculares a partir do 2.º Ciclo dificilmente permitem encaixar o funcionamento das turmas em turnos de meio dia, de forma a acomodar a carga curricular da matriz curricular, a não ser que o turno da manhã comece pelas 7 da manhã e o turno da tarde termine às 19 ou 20 horas.

 

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Como se vai organizar a sala de aula? Furamos paredes…

Com os espaços que temos como salas de aulas vai ser necessário recorrer a uma marreta para cumprir as medidas… mas é só “sempre que possível… e ninguém se vira para trás.

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Orientações para a Organização do Ano Letivo 2020/2021

Eis as orientações para 2020/2021.

 

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O Tiago anunciou as novas regras para 2020/21

Calendário escolar mais longo. menos interrupção na Páscoa e a acabar mais tarde.

Ano com aulas presenciais, com regime misto e não presencial no caso de contingência.

Aulas no Pré-escolar., 1.º ciclo e 2.º ciclo manter-se-á em presencial mesmo em contingência.

Mais crédito horário e professores para suplementar a Educação Especial, psicólogos e outros técnicos.

Mais tutorias para todos os alunos que ficaram retidos este ano.

O Tiago confia em nós todos…

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É oficial: Devolução dos manuais escolares será mesmo suspensa

É oficial: Devolução dos manuais escolares será mesmo suspensa

 

Na votação global final do Orçamento Suplementar, que decorre esta manhã, na Assembleia da República, os deputados voltaram a aprovar a proposta do CDS para a suspensão da devolução dos manuais escolares gratuitos.

O PS votou contra. O Governo tinha procurado convencer alguns partidos, como o PSD, a mudar o sentido de voto.

O Governo tinha dado ordens às escolas para prosseguirem com as indicações aos pais no sentido da devolução dos manuais escolares enquanto o Orçamento não tivesse força de lei.

“Fica suspensa a obrigatoriedade de devolução dos manuais escolares gratuitos entregues no ano letivo de 2019-2020, a fim de serem garantidas as condições para a recuperação das aprendizagens dos alunos, a ter lugar no início do ano letivo de 2020-2021”, lê-se na proposta.

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Medidas “excepcionais” para o próximo ano lectivo anunciadas esta sexta-feira

Vamos preparar as pipocas…

 

Medidas “excepcionais” para o próximo ano lectivo anunciadas esta sexta-feira

O Governo vai anunciar esta sexta-feira as medidas para a organização do próximo ano lectivo, num contexto em que a pandemia de covid-19 obrigou à suspensão das aulas durante quase quatro meses. O Conselho de Ministros desta quinta-feira aprovou uma resolução que inclui alterações à gestão do currículo e um reforço dos instrumentos para a recuperação das aprendizagens.

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Recomendação ao Governo para que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância.

Resolução da Assembleia da República n.º 34/2020

Sumário: Recomenda ao Governo que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância.

Recomenda ao Governo que crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:

1 – Crie um grupo de recrutamento na área da intervenção precoce na infância, iniciando o respetivo processo negocial.

2 – Promova a colocação dos professores por concurso.

3 – Aplique a este grupo de recrutamento as regras de acesso e colocação dos professores já existentes para os restantes grupos de recrutamento, considerando a formação específica nesta área.

Aprovada em 5 de junho de 2020.

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Como professor te respondo, João Miguel Tavares (a ler e reler)

Caro João Miguel Tavares,

Tenho 57 anos e sou professor desde os 22. É conjeturável a hipótese de me ter incluído no escalão dos professores envelhecidos e, acredite, às vezes até eu me sinto assim, em particular quando os meus olhos se afadigam a ler os dislates de tanta comunicação social. Curioso como estes ferem mais do que eventuais erros de expressão escrita dos alunos! Creia também que utilizo meios informáticos desde que eles se democratizaram. Ainda me recordo das peças desalinhadas que montaram o primeiro computador que tive. Ah! Sou professor de Português, convém dizer, ou o João Miguel (perdoe a familiaridade) ainda julgará tratar-se o autor destas letras de um perito em informática quando, afinal, sou igualzinho a tantos professores por este país fora.

Sou tão pouco dotado de literacia digital que, acredite, andava o jornal em que V. Exa. trabalha a bloquear os acessos à leitura digital, impondo assinaturas, e eu, destituído de toda essa literacia, cedo sorri quando compreendi que um utilizador informático que entrasse em modo anónimo conseguia ler o seu jornal de fio a pavio. “A pavio” talvez seja expressão incorreta, se pensarmos que este serve para alumiar e isso é algo que há muito desapareceu dessa casa. Mesmo assim, dir-lhe-ei que muito tempo terão tardado os experts do jornal a detetar o problema e a inviabilizar essa opção (longos dias têm cem anos, já o dizia a Agustina). O que até se torna engraçado, se considerarmos que o Público alberga gente que adora opinar sobre a literacia digital dos professores. Por outro lado, pouco me doeu a restrição de leitura porque a perda de qualidade do Público já anteriormente me dissuadira de desperdiçar o meu tempo de leitura. Digamos que se salva, com honra, o Ípsilon.

Saiba ainda que a minha insuficiência na literacia digital não me inibiu, ao longo dos muitos anos de via-sacra que levo no ensino (e sirvo-me do nome feminino escrito atrás apenas para não destoar do último parágrafo do seu texto), de ser utilizador de quadros interativos, de plataformas como o Moodle e de inúmeras outras ferramentas que têm o condão de ser úteis aos professores, mas à custa, quantas das vezes, de infindas horas de trabalho que passam despercebidas aos fazedores de opinião. Descubro que é a contragosto que recorro à palavra “fazedor” no preciso instante em que me lembro de um título de Jorge Luis Borges – como se escrever a palavra neste contexto aviltasse a nobreza da literatura – e, também, quando penso no próprio significado do vocábulo (fazedor – que ou aquele que faz ou costuma fazer alguma coisa, diz a Infopédia). Enfim, para abreviar, direi apenas que nem imagina a quantidade de novas ferramentas que descobri durante a pandemia. E muito menos imaginará as horas que gastei a aprender a lidar com elas.

Poderia ainda acrescentar que lá voltei, apesar da minha provecta idade, às salas de aula quando o ensino presencial foi retomado. Gostei do que vi à minha frente? Acredite que não. Para quem está habituado a ver os rostos dos alunos, ter máscaras à frente não foi imagem muito animadora. No fundo, no fundo, talvez o tempo ideal para privar com avós do Alentejo ou da Beira fosse mesmo este, obviamente que apenas no caso de isso não disseminar a covid-19.

Atentamente,

Jorge Pinho

(elemento de uma classe docente extremamente envelhecida e com falta de literacia digital)

 

 

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Manuais escolares – Governo aposta tudo em negociações nos bastidores para garantir que livros vão mesmo ser devolvidos

O impasse está instalado e as escolas levam as mãos à cabeça. Depois de, esta terça-feira, o Parlamento ter aprovado, só com os votos contra do PS, uma proposta do CDS para suspender a devolução dos manuais escolares gratuitos, a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares enviou um email tardio às escolas a definir que, até o Orçamento Suplementar estar aprovado e promulgado, a medida não tem força de lei. Ou seja, não parem as rotativas que até sexta-feira tudo pode mudar. É nisso que o PS está apostado, tendo procurado na terça-feira negociar com o PSD no sentido de convencer o partido de Rui Rio a mudar o sentido de voto. No Parlamento, contudo, o CDS e o Bloco de Esquerda batem o pé e culpam o Governo por não ter, pelo menos, suspendido o processo esta semana para dar “tranquilidade” aos pais.

No meio ficam os diretores das escolas, que têm de ter o processo de recolha e seleção dos manuais para reutilização pronto até ao final do mês e que veem o tempo fugir. Para os diretores, a situação podia ser resolvida facilmente pelo Ministério da Educação se este decidisse assumir que os manuais escolares só têm de ser devolvidos em outubro. Pelo caminho, ficava o processo suspenso. Mas a devolução dos manuais escolares gratuitos é uma bandeira antiga deste Governo e não vai ceder assim tão facilmente.

Numa altura em que se antecipa que o próximo ano letivo vá assentar muito na revisão da matéria (não) dada, sendo que o próprio Ministério da Educação já admitiu que, pelo menos, as primeiras cinco semanas serão para esse efeito, o Parlamento decidiu travar o processo da devolução dos manuais escolares com o argumento de que, assim, os alunos poderiam recorrer aos mesmos manuais para retomar, no próximo ano letivo, a matéria que foi deixada para trás devido às circunstâncias excecionais em que este ano foi lecionado. Atualmente, só a devolução em condições dos manuais do ano que passou garante aos pais a candidatura para acesso aos manuais do ano seguinte de forma gratuita. A exceção é para os alunos do primeiro ciclo (e algumas disciplinas do secundário que têm exame), que a lei já diz que não têm de ser devolvidos em nenhuma circunstância.

Volte face do PSD tira à esquerda a redução da mensalidade para famílias com quebra de rendimentos

A proposta de alteração do CDS foi aprovada com os votos a favor de todas as bancadas, da esquerda à direita, à exceção do PS, que votou contra.

A votação aconteceu ao final da manhã desta terça-feira e rapidamente chegou às páginas dos jornais. Foi por essa via que os professores e diretores das escolas tiveram conhecimento da informação. O alarido instalou-se nas escolas, uma vez que o processo de devolução dos manuais, segundo ficou definido por despacho do Ministério da Educação, no dia 9 de junho, já tinha arrancado no dia 26 de junho e deveria estar totalmente finalizado no dia 28 de julho. Deveriam suspender? Deveriam cancelar os agendamentos feitos com os pais para irem proceder à devolução nos dias pré-marcados? A resposta, segundo apurou o Observador, chegou já bem ao fim do dia, através de um email da DGEstE dando conta de que, até ordem em contrário, o processo devia continuar.

As associações de diretores ouvidas pelo Observador confirmam que a nota da DGEstE chegou às escolas terça-feira, ao final do dia. “Não era uma circular, era um email assinado pelos delegados regionais de Educação”, diz Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Diretores Escolares (ANDE). “Havia muito desconforto entre os diretores, houve muitas chamadas telefónicas, falámos com o Ministério da Educação por diversas vezes. Depois, ao final do dia, chegaram os emails a dizer para avançarmos com o processo de devolução dos manuais.”

O motivo? A decisão do Parlamento não tem peso de lei e é preciso esperar pelo ”resultado da votação final do orçamento suplementar para 2020”, lê-se no documento enviado às escolas do Norte, a que o Observador teve acesso. Tirando algumas nuances, é em tudo semelhante ao enviado pelas delegações do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

“A situação não ata nem desata, a lei não existe, o orçamento suplementar não existe, ainda terá de ser promulgado pelo Presidente da República e só depois é que conta. É isto que nos dizem. Até lá, é para nos guiarmos pelo despacho que existe”, esclarece Manuel Pereira.

Ao Observador, a deputada do Bloco de Esquerda Joana Mortágua acusa o Ministério da Educação de estar a “falhar” com os pais por não estar a “ajudar a criar um clima de tranquilidade”, na medida em que era preciso esclarecer as famílias de que, primeiro, a não devolução não implica o impedimento de receber os novos manuais gratuitamente no ano que vem, e, depois, porque o Governo podia facilitar o trabalho das escolas ao suspender o processo pelo menos até à votação final do Orçamento para evitar que pais e professores andassem para trás e para a frente. “O processo de devolução dos manuais escolares exige muita burocracia, muita logística, e as escolas ficam muito ocupadas com isso, numa altura em que têm tanto por preparar”, diz Joana Mortágua ao Observador, criticando duramente o facto de o ministério ter dado ordens para as escolas não pararem o processo numa missiva que, diz, “foi enviada aos diretores à 00h20”.

O mesmo argumento tem o CDS, autor da iniciativa, que defende que o Governo tinha a obrigação de, por respeito ao Parlamento e às escolas, suspender o processo até “haver clarificação”. “A DGEstE fez saber às escolas que era para manter tudo como estava, o que gerou perturbação até porque há escolas que marcaram dias específicos para as várias turmas fazerem a devolução”, por causa da pandemia, e ficaram sem saber como agir, explica a deputada Ana Rita Bessa ao Observador.

A hipótese é levantada pela própria deputada centrista: “A não ser que haja uma reviravolta até sexta-feira, que faça chumbar a norma na votação final do Orçamento, o ministério fica vinculado à suspensão”, diz. E essa reviravolta pode mesmo acontecer. Segundo apurou o Observador, o Governo está a tentar ganhar tempo por acreditar que pode conseguir convencer algum partido a mudar o sentido de voto. Isso pode acontecer através de uma avocação a plenário dessa norma, sendo que, por se tratar de um Orçamento Suplementar, as avocações são mudas — ou seja, são incluídas discretamente no guião de votações, não havendo tempos definidos para os deputados defenderem a avocação.

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Diretores escolares acusam políticos de “brincar às escolinhas”

Os diretores escolares criticaram esta quinta-feira o timing da proposta de suspensão de devolução de manuais escolares, acusando os políticos de andar a “brincar às escolinhas” sem perceberem o trabalho que implica reutilizar milhões de livros.

O processo de recolha de manuais escolares cedidos pelo Ministério da Educação arrancou na segunda-feira e “na terça-feira instalou-se a confusão”, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.

Na terça, à hora do almoço, as escolas foram surpreendidas” com a aprovação no Parlamento de uma proposta [do CDS] que suspendia a devolução dos manuais, mas durante a tarde receberam um e-mail dos serviços do ministério “dizendo que era para continuar o processo”, acrescentou Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

A situação só deverá ficar definida na sexta-feira, dia 3, após a votação final global da proposta de Orçamento Suplementar.

Até lá, as escolas dividem-se entre as que decidiram adiar por uns dias a entrega dos manuais e as que optaram por manter as datas previamente estabelecidas.

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4 dicas para confirmar a segurança do seu filho na escola

 

Crianças mais jovens podem ser muito avassaladoras para cuidar durante os dias de escola. Essas crianças precisam navegar adequadamente em seus estudos e estar no ambiente certo para o desenvolvimento adequado. Mas você pode estar preocupado com o que está acontecendo na vida deles.

Você pode estar preocupado se eles estão sofrendo bullying, se há alguma emergência ou se estão na escola. Enquanto você aprende como rastrear celular para garantir que eles estejam na escola quando deveriam estar, você pode seguir estas quatro dicas para garantir que permaneçam seguros.

Entenda as políticas da sua escola

Você deve entender todas as políticas da escola. Especificamente, você deve descobrir como eles lidam com situações de emergência e as regras que todos os alunos devem seguir.

A escola do seu filho provavelmente distribui manuais no início de cada ano escolar. Se você não comprou o seu ou perdeu um, solicite-o para lhe dar outro. Consiste em todas as suas políticas e deve responder a todas as perguntas que você possa ter em relação à segurança do seu filho.

Se o manual não responder a algumas de suas perguntas ou você tiver outras dúvidas, fale com a administração da escola e esclareça as dúvidas.

Converse com o professor regularmente

Você também deve manter-se atualizado com todas as políticas e questões da escola, encontrando-se com os professores e os administradores o mais rápido possível.

Essas reuniões podem ajudá-lo a descobrir se seu filho está tendo problemas na escola, seja em atividades acadêmicas ou extracurriculares.

Antes de você participar dessas reuniões, seria sensato anotar algumas perguntas que deseja fazer com antecedência. Isso pode incluir:

  • Meu filho está participando de todas as aulas?
  • Meu filho está tendo problemas com outras crianças?
  • Como posso ajudar meu filho a fazer melhor?

 

Fazer todos os registros serem atualizados

Quando seu filho começou a estudar, o governo provavelmente pediu que você preenchesse toneladas de papelada. No entanto, isso pode ser há muito tempo, e algumas coisas podem ter mudado entre então e agora.

É por isso que você precisa revisar os registros escolares de seu filho todos os anos para garantir que todos os detalhes estejam em ordem. Isso incluiria alergias, restrições alimentares e contatos de emergência, entre outras coisas.

Incentive seu filho a procurar problemas com você

Muitas crianças hesitam em conversar com os pais sobre os problemas que podem estar enfrentando na escola ou fora dela. Isso geralmente ocorre porque eles têm medo de um resultado específico ou de sua reação geral. Mas às vezes eles podem se sentir muito envergonhados para falar.

No entanto, você precisa incentivar seu filho a procurar todos os problemas dele. Pode ajudar a construir sua confiança e auto-estima, bem como promover o respeito mútuo.

Você pode tentar elogiar suas realizações e ser muito sensível sobre seus problemas. Dessa forma, eles podem ser mais abertos a você com seus medos e preocupações

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Aprovada a resolução que estabelece medidas excecionais e temporárias para a organização do ano letivo 2020/2021

Mais uma vez sem qualquer negociação…

Foi aprovada a resolução que estabelece medidas excecionais e temporárias para a organização do ano letivo 2020/2021, no âmbito da situação de pandemia.
Atendendo à incerteza da evolução da pandemia, há que definir um quadro de intervenção que garanta uma progressiva estabilização nos planos económico e social, sem descurar a vertente da saúde pública. Neste contexto, torna-se necessário estabelecer medidas de organização e funcionamento dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básicos e secundário, incluindo escolas profissionais, no ano letivo 2020/2021, que garantam a retoma das atividades educativas e formativas, letivas e não-letivas, em condições de segurança para toda a comunidade educativa.
As medidas aprovadas dizem respeito aos regimes do processo de ensino e aprendizagem; à gestão do currículo; aos deveres dos alunos; e ao reforço das condições conducentes à recuperação das aprendizagens, sendo ainda identificadas medidas excecionais de promoção e acompanhamento das aprendizagens.

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Virou-se o Bico ao Prego?

E a devolução dos manuais escolares vai ter de ser feita até dia 31 de Julho, ou existe uma alternativa diferente apresentada pelo governo que poderá ter em conta a votação da passada terça feira?

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Dr.ª Susana Amador contrate novo serviço para o Portal das Matrículas

 

Hoje a Dr.º veio defender o Portal das Matrículas na sua página de Facebook, mas fique a saber que a pouca vergonha continuou durante todo o dia.

Durante todo o dia de hoje tentei aceder ao  portal e não consegui passar da certificação, ou seja do login.

A resolução deste problema é fácil e não muito cara, basta  migrar o portal para um servidor mais potente, mas parece que não há 500€ para que isso se faça.

A imagem dos serviços do ME estão em causa, imagine se tivesse a afluência do site das finanças…

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Rever os currículos escolares é uma necessidade para o próximo ano letivo, de acordo com professores e pais

 

Rever os currículos escolares é uma necessidade para o próximo ano letivo, de acordo com professores e pais

O ano letivo está a chegar ao fim, mas os professores já estão à procura de mau humor para o próximo ano letivo. Será impossível retomar as aulas como se nada tivesse acontecido. Os alunos vão precisar de melhoramentos. É por isso que há pedidos para que os conteúdos do programa sejam adaptados no início do ano letivo.

No início do confinamento, o ministério tinha instruído a não abordar novos conceitos e simplesmente a aprofundar o que os alunos já tinham visto no primeiro e segundo trimestres. Mas a educação à distância continuou e o fim dos programas tem sido por vezes sobressaio.
Daí a necessidade de organizar o conteúdo dos cursos no início do ano letivo. É isso que o sindicato de professores e a federação de pais dos alunos da FCPE estão a pedir. Na Escola Secundária Gabriel Fauré, em Paris, os seus representantes locais enviaram uma carta ao Ministério da Educação Nacional e ao Conselho Superior de Programas.
“Aquisição do essencial”
Para Daniel Cassiaux, professor de História e Geografia nesta escola, é essencial assumir os conceitos discutidos no final do ano, mesmo que isso signifique facilitar o resto do programa para que todos os alunos saiam
todos no mesmo pé. “Os representantes eleitos do conselho de administração, sejam professores ou representantes dos professores, partiram da observação de que havia condições muito diferentes para os alunos na continuidade do ensino, em termos de material, em termos de tempo, disponibilidade, etc. No entanto, existem questões de consistência, por exemplo entre a Segunda Classe e a Primeira Classe, entre a Primeira Classe e a Classe Sénior. As últimas semanas do ano letivo deste ano não permitiram necessariamente que todos os alunos adquirissem o essencial.”
O professor dá alguns casos concretos na sua disciplina: “Por exemplo, na história, temos de terminar a Segunda com uma abordagem ao questionamento do absolutismo em Inglaterra no século XVII e à guerra da independência nos Estados Unidos, que são noções indispensáveis no início da Primeira, quando temos de abordar o estudo da Revolução Francesa. Assim, um layout de programa significaria iluminar ou redesenhar o início do primeiro ano, para que os alunos que chegam do 2º ano possam realmente tomar posse de todo o conhecimento necessário.”

Outro exemplo entre o Primeiro e o Terminal, segundo Daniel Cassiaux: “O fim da Primeira É dedicado à Primeira Guerra Mundial, às condições dos tratados de paz que a seguiram. E no programa terminal temos de começar com o período inter-guerra e, mais uma vez, penso que as acomodações são possíveis e necessárias para permitir que os estudantes, que nem todos foram capazes de abordar os tratados de paz da Primeira Guerra Mundial nas mesmas condições, possam compreender alguns destes conceitos.”

 

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Índice de envelhecimento dos professores na Europa (2000 a 2018)

Já publiquei outros vídeos sobre este assunto com a realidade portuguesa (), mas só quando comparamos com o resto da Europa percebemos perfeitamente a dimensão do problema que tem crescido exponencialmente nos últimos anos.

Fonte: PORDATA

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As explicações de Susana Amador sobre o funcionamento do Portal das Matrículas

Matrículas !

No portal das matrículas foram já submetidas mais de 300 mil matrículas … um número que duplica o do ano anterior em período homólogo .

Com situações de 40 mil pedidos de acessos por segundo ( picos completamente inéditos ) por vezes o sistema fica mais lento , mas está a funcionar, com pequenas paragens técnicas , tal como acontece com outros portais , designadamente o das Finanças .

Este ano mudou- se o paradigma e são 85% de submissões on line, e são residuais as realizadas pelas secretarias das escolas , poupando – se muito trabalho às escolas .

Os pais têm até dia 12 de julho para fazerem as renovações … erroneamente eclodiu a ideia que terminaria ontem ( foi só para o Pré – escolar e 1 ano que cessou, e nesses casos o prazo iniciou a 4 de maio ).

A vantagem do alargamento de funcionalidades on line ( renovações eram efectuadas em suporte papel ) é que ficaremos com os dados que nos permitem melhor monitorizar o abandono escolar e a escolaridade obrigatória !

 

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Procedimento Concursal Externo – Professores Bibliotecários – Ano escolar de 2020-2021

 

Procedimento Concursal Externo de Recrutamento de Professores Bibliotecários para o ao escolar 2020-2021.

 

Lista atualizada em 02 de julho de 2020

 

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Tiago pronuncia-se sobre os manuais e a consolidação de aprendizagens…

Do seu profundo conhecimento sobre consolidação de aprendizagem… O mais engraçado é que o respeito por um lei aprovada na AR à espera de publicação em DR não diz nada ao ME.

Consolidação de aprendizagens vai acontecer com ou sem manual”

O ministro da Educação assegurou hoje que a recuperação e consolidação das aprendizagens prejudicadas durante o 3.º período letivo vão ser possíveis com ou sem manuais escolares, mas com o recurso a licenças digitais.

Aconsolidação das aprendizagens vai acontecer naquelas cinco semanas iniciais com ou sem manuais escolares”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues durante a audição regimental na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

O ministro da Educação respondia à deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa que criticou a tutela pelo despacho publicado em 16 de junho que prevê a devolução dos livros no final do ano letivo.

“Não deixa de ser curioso que, não havendo um plano para o regresso às aulas, mas sabendo que vai ser preciso uma recuperação, que a única coisa que seja decidida é exatamente tirar o instrumento que permite parcialmente fazer essa recuperação”, acusou a deputada centrista.

O ministro da Educação lamentou, no entanto, a posição da deputada, afirmando que a proposta do CDS-PP aprovada hoje pelo parlamento, que suspende a devolução dos manuais escolares entregues aos alunos para o ano letivo de 2019-2020, põe em causa uma operação complexa.

“São cerca de 150 milhões de euros que custa esta operação, que estavam baseados numa reutilização e que foi posta em causa”, acusou o ministro, acrescentado que, por outro lado, as questões ecológicas e de sensibilização e cidadania “não importam nada ao CDS“.

Também a secretária de Estado da Educação, Susana Amador, assegurou existem outras ferramentas, referindo a possibilidade de recorrer a licenças de manuais digitais e os bancos de livros disponíveis em todas as escolas, e considerou que reverter o processo já em curso da devolução dos manuais não seria “racional nem equilibrado”.

Sobre as licenças digitais, o ministro da Educação adiantou ainda que os prazos para a sua utilização serão estendidos durante as primeiras cinco semanas do ano letivo, dedicadas à recuperação do 3.º período.

A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa lamentou, no entanto, que a tutela não esteja mais preocupada com os alunos e com os prejuízos de um 3.º período atípico, que acentuou dificuldades e desigualdades.

“Estamos num ano excecional e o senhor ministro, quando fala do tema dos manuais escolares, fala em ambiente e fala em 150 milhões de euros, quando deveria estar a olhar para as desigualdades dos alunos”, acrescentando que para os alunos mais desfavorecidos, o recurso aos manuais é particularmente importante.

Ana Rita Bessa acrescentou ainda em resposta ao ministro da Educação que a alegada preocupação com o ambiente justifica, então, a transição para o digital, cumprindo o programa que foi anunciado pelo primeiro-ministro no início de junho.

“Em relação a esta oportunidade, acho que era muito importante fazer uma avaliação do que foi este período do ponto de vista da utilização do digital, para perceber o que se pode aprender em proveito do processo de ensino-aprendizagem e dos alunos”, concluiu

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Que Adiantou o Alargamento do Prazo de Matrículas por 1 dia?

… se dificilmente alguém conseguiu aceder hoje ao portal?

 

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139 Milhões para o ensino artístico nos privados

 

As escolas privadas vão receber um cheque público de 139 milhões de euros para assegurar nos próximos seis anos letivos os cursos de dança, música, artes visuais e audiovisuais, da iniciação ao nível secundário.

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Alteração ao Decreto-Lei n.º 14-G/2020, que estabelece as medidas excecionais e temporárias na área da educação

 

Com as reuniões de avaliação já a decorrer… e mais não digo.

 

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Baixas por infeção com COVID-19 pagas a 100%

 

A maratona de votações para alterar o Orçamento Suplementar na especialidade arrancou ontem com onde houve aprovação das baixas médicas pela infeção covid-19 serão pagas a 100 por cento.

Não pagará o sofrimento, mas sempre é melhor que levar um corte no salário por estar infetado sem culpa nenhuma.

 

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Está o circo montado nas escolas por causa dos Manuais Escolares…

 

Na sequência das recentes notícias difundidas pela comunicação social, solicita-me o Senhor Diretor-Geral, Dr. João Gonçalves, que transmita a seguinte orientação:

 

A  votação de hoje, realizada na especialidade, terá ainda de ser aprovada à posteriori,  neste contexto, ainda não é aplicável no imediato. Assim, os procedimentos devem continuar a ser operacionalizados conforme previsto até receberem informação da nossa parte, o que só acontecerá, naturalmente, quando a proposta passar a Lei, e caso isso venha mesmo a acontecer.

Ou seja, vão as escolas recolher os manuais e depois ficarem com eles sem os entregarem aos alunos?

O circo está montado…

“Balha adeus”…

 

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Mau! Depois de 3 meses lembraram-se que necessitamos de formação…

Os professores não estão preparados para ensinar à distância

As  escolas fechadas desde março, a adaptação de professores e de alunos a uma realidade desconhecida, e que apanhou o país e o mundo desprevenidos, obrigaram a uma mudança súbita nas rotinas e nos hábitos de ensino. Sem receitas e sem soluções, a comunidade escolar avançou para uma aventura sobre a qual ainda é cedo fazer um balanço, como acredita David Justino, professor na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa e ex-ministro da Educação: “Tivemos que caminhar tacteando, pelo que o risco de não correr bem é maior”, disse esta tarde durante a conferência ‘Parar Para Pensar a Educação’, a quarta de um ciclo de oito que decorrerão ao longo das próximas semanas

O debate, organizado pelo Expresso em parceria com a DECO Proteste, reuniu um conjunto de especialistas no sector da educação, e contou ainda com a presença de Alexandre Homem Cristo, co-fundador e presidente da QIPP, organização sem fins lucrativos que atua na área da educação, Nuno Almeida, IM B2B manager da Samsung Ibéria, Rita Coelho do Vale, professora de marketing na Católica Lisbon, e Teresa Calçada, comissária do PNL 2027 (Plano Nacional de Leitura). A moderação ficou a cargo de Marta Atalaya, jornalista da SIC Notícias, que conduziu a conversa online, a partir da sede da Impresa.

FORMAR PROFESSORES E PREPARAR ESCOLAS É PRIORIDADE

  • Seja pela idade avançada, seja pela falta de preparação técnica, os professores não estão preparados para ensinar à distância. Esta é uma das conclusões de um estudo realizado pela Universidade Nova de Lisboa – ainda não divulgado por não estar concluído – e citado por David Justino. Já as escolas estão, na opinião de Rita Coelho do Vale, mais preparadas agora do que há quatro meses. Opinião partilhada por Nuno Almeida que arrisca dizer que “evoluiram mais em poucos meses do que nos últimos 40 anos. Ainda assim, acrescenta que “é fundamental formar os professores para esta nova realidade e dar-lhes as ferramentas necessárias”. Teresa Calçada também acredita que, não obstante todas as limitações de escolas e de professores, houve uma resposta de emergência boa, mas “o ponto de partida era muito frágil”. Agora, é preciso aproveitar o momento para “preparar as escolas para que a igualdade seja uma realidade”.

O DESAFIO DAS DESIGUALDADES

  • Desigualdades educativas, sociais e materiais agravaram-se com o ensino à distância. “Alguns alunos não tiveram qualquer contacto com as escolas, outros não conseguiram manter o ritmo de aprendizagem, e outros ainda não contaram com o apoio familiar essencial”, disse Alexandre Homem Cristo, para quem o grande desafio do próximo ano letivo será perceber a situação dos alunos e avaliar os danos. Rita Coelho do Vale reconhece as desigualdades mas destaca que estão menos visíveis no Ensino Superior, uma vez que os alunos estão mais preparados para lidar com a tecnologia do que, por exemplo, no 1.º Ciclo onde existem mais desafios que exigem maior capacidade de adaptação.

A CAMINHO DA EDUCAÇÃO DIGITAL

  • A tecnologia é uma parte integrante do ensino à distância mas deve ser usada apenas pontualmente e como complemento, acredita Nuno Almeida. Na sua opinião, ainda há muito a fazer para chegarmos a um modelo de educação digital, com projetos mais abrangentes e participados por alunos, professores, pais, Governo e sociedade. Para Rita Coelho do Vale há muitas oportunidades a explorar na tecnologia ao serviço do ensino e, acredita a professora, “a pandemia vai obrigar a repensar a educação”. Mas o ensino presencial será sempre o mais eficaz e não deverá ser totalmente substituído pelas plataformas de ensino à distância, pois “não substitui os professores nem o contacto social”, acrescenta Alexandre Homem Cristo.

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