É melhor ter Rankings? Ó Mendes!!!

 

Marques Mendes acabou de afirmar que: “Mais vale ter estes rankings, que rankings nenhuns.

“Balha-m’ adeus”, mais vale estar calado que dizer disparates…

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/06/e-melhor-ter-rankings-o-mendes/

26 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • F.S. on 28 de Junho de 2020 at 22:06
    • Responder

    Deve ter sido para ‘marcar’ terreno. Estar vivo é o contrario de estar morto…😫🤬

    • GostoDeComparacoes on 28 de Junho de 2020 at 22:19
    • Responder

    Eu concordo com ele e não concordo contigo. Pegando nas tuas palavras, mais valia estares calado. Também concordo que se tu trabalhas bem, ou como dizem alguns diretores “como tens perfil”, vais trabalhar mais e/ou melhor do que outros colegas, mas, claro, tu não pensas assim, nem ninguém na tua escola porque todos trabalham de igual forma, todos gostam dessa situação e todos terminam com Muito Bom.
    Por favor, as comparações provocam, em geral, melhorias e há escolas que devem melhorar, mas, e para terminar, concordo que há muitos dados que devem ser incorporados nos rankings: Não se percebe como se compara a melhor escola pública de Coimbra cuja média da escolaridade dos pais é superior a 14(!!!!!) anos com escolas cuja média é de apenas metade, não se percebe como se comparam escolas onde 91% não tem apoios sociais com outras onde esse número é 40%.

      • Roberto Paulo on 28 de Junho de 2020 at 22:32
      • Responder

      Concordo consigo, se me permite.
      Os «rankings» não interessam a muita gente, desde escolas a professores (muitas e muitos), porque, sem visibilidade, ninguém sabe nada sobre coisa nenhuma. Passa tudo por Xalente e não é isso que se quer.

      Outra coisa é considerar que a Infanta D. Maria é uma escola excelente e a de Alguidares do Coa, má. Peguem nos alunos de Alguidares e coloquem-nos no Val(a)ssassina e depois conversamos,

      Dito isto, há muito escola pública com diretores que não valem um caracol furado e professores que são péssimos profissionais, que chegam a uma sala de aula, mandam os alunos abrir o manual na página X e aqueles respondem: «- Ó stora, já lemos esse na semana passada.». O problema é que é impossível – e ninguém tem interesse – mexer nesta gente acomodada e zero profissional.

      • Vasco Pinto on 28 de Junho de 2020 at 23:59
      • Responder

      Mas diz-me a minha prima Rosa que o Arlindo é mais um radical de esquerda escondido no armário que vive e convive mal com a opinião. Procura chamar a atenção, mas falta inteligência. Ou se tem a opinião dele (antiga, pouco acertada e validada do ponto de vista científico) ou está o caldo entornado. Enfim, quem ainda alimenta esta “coisinha”?

    • Madonna on 28 de Junho de 2020 at 22:48
    • Responder

    Os rankings fazem-me lembrar o campeonato de futebol… Há aqueles clubes que ganham sempre e os outros que não. Na educação, como na vida, se vives a competir, precisas de um ranking. Se vives a cooperar, não precisas.
    E tu, fazes as coisas porque gostas ou porque estás a competir com o vizinho e “não queres ficar para trás?”.

      • Rui Filipe on 29 de Junho de 2020 at 19:24
      • Responder

      É verdade Madonna. Se me permite, eu até vou contar uma história, do valor da cooperação e das pequenas grandes coisas.
      Houve uma vez, um campeonato de pilas, entre espanhóis, franceses e portugueses. Cada equipa era composta por 3 concorrentes.Medidos os comprimentos das 3 pilas dos espanhóis, a soma foi de 45cm.Seguiu-se depois a prova dos franceses, cuja soma foi de 45,5 cm.
      Finalmente, entraram os portugueses em ação e a soma dos seus coisos foi de 46 cm. Claro que os portugueses ganharam o desafio.Mas o que é interessante, é que uma pila de um português media 20cm, outra media19cm e a última pila media 7cm.Este último concorrente português disse e com muita propriedade: se não fosse eu , não teríamos ganho.
      Moral da história, cada um nasce com uma medida e o que realmente conta, é o valor da cooperação e não o da competição e o que muitas vezes mais tarde, se traduz em ganância, quer haja COVID 19 ou não.

    • Helder on 28 de Junho de 2020 at 23:31
    • Responder

    Em duas escolas da mesma cidade as posições no ranking mudam de ano para ano.
    Num ano uma está zona dos 100 e a outra nos 300, noutro ano as coisas mudam.
    Os professores são sempre os mesmos que dao as disciplinas de exame.
    O que muda?
    O ALUNO.

    Se a escola tem a sorte de ter bons alunos naquele ano, pronto…sobe no ranking.

    Os rankings nada tem a ver com as escolas ou professores (só influenciam 10%), mas sim com a qualidade dos alunos naquele ano específico.

    As com melhores classificações atraem , não sei pq, os melhores alunos, que no fundo seriam bons em QQ escola.

    É assim…

    • Helder on 28 de Junho de 2020 at 23:32
    • Responder

    Não percebo os professores que acham que fazem a diferença. Realmente o EGO nesta classe está muito inchado.

    • Helder on 28 de Junho de 2020 at 23:33
    • Responder

    Concluindo o Marque Mendes das duas uma ou não pesca nada de Educação ou então interessa-lhe os financiamentos privados escolares… Qual será?

      • Rui Filipe on 29 de Junho de 2020 at 18:35
      • Responder

      Claro. Ele não esteve ligado e ainda não estará, a’Escola Superior de Educação da sua terra, Fafe?

    • FIlipe on 29 de Junho de 2020 at 0:55
    • Responder

    Mas não falam deste Ranking , o quase pior país da Europa em casos diários e número de infetados . Parece que este ano o Natal irá ser dentro de casa sem luz na rua … a ver vamos .

    https://i.postimg.cc/3rnD2znb/1.jpg

    Mas não esqueçam que depois enviam os inspetores aos colégios privados para averiguarem as notas inflacionadas … mas não as baixam , pudera … filhos de médicos , advogados , juízes … e capangas dos crimes organizados , dos Vistos Gold … até a inspeção se enfia pelo primeiro buraco que encontra para se esconder desses abutres .

    • Fernando on 29 de Junho de 2020 at 1:02
    • Responder

    Este meia-leca e é pequeno em tudo.

    • Fernando on 29 de Junho de 2020 at 1:08
    • Responder

    Este meia-leca e é pequeno em tudo.
    Para quem não sabe, o Marques Mendes tem de altura 1,53 metros. Bem sei que não tem culpa, mas é pequeno.

    • Fernando on 29 de Junho de 2020 at 1:08
    • Responder

    Meia-leca
    Para quem não sabe, o Marques Mendes tem de altura 1,53 metros. Bem sei que não tem culpa, mas é pequeno.

      • Lurdes on 29 de Junho de 2020 at 10:21
      • Responder

      Qual o problema de ser anão?
      O Hitler e o Napoleão tb eram.

        • Fernando on 29 de Junho de 2020 at 13:36
        • Responder

        Não sei se é anao. Só sei que é baixo. Logo é pequeno.

          • Lurdes on 29 de Junho de 2020 at 13:56

          e…?
          vc é feio e ninguém diz nada!

          • fernando on 29 de Junho de 2020 at 20:31

          Sim, sou feio e não me importo. Não tenho culpa.
          O MM é pequeno e também não tem culpa.

    • Alexandra S. on 29 de Junho de 2020 at 3:18
    • Responder

    Há uma nuance que não se debate, mas que prejudica ligeiramente algumas escolas públicas:
    – a distribuição do serviço feita nos próprios grupos de recrutamento leva a que os professores mais antigos se sintam com o “direito natural” de ficar com os 11.o e 12.o anos, quando nem sempre são os mais aptos para a função (seja porque lêem pouco, não se dão ao trabalho de seleccionar recursos adequados, etc)

    • maria on 29 de Junho de 2020 at 10:08
    • Responder

    Alexandra S.
    … ou – em algumas disciplinas do secundário – as habilitações académicas que em tempos lhes reconheceram como “próprias” estão muito aquém do que seria exigível para leccionar matérias pré- universitárias.

    • Maria Luís on 29 de Junho de 2020 at 10:17
    • Responder

    Se ficam com os anos terminais do secundário, a culpa não é deles, mas sim de quem lhes distribui o serviço – o/a diretor/a da escola.

      • Alexandra S on 29 de Junho de 2020 at 19:07
      • Responder

      Não os culpei.
      Claro que a responsabilidade é do(s ) diretor(es) que se limita(m) a aceitar as propostas que vêm dos grupos de recrutamento.

    • Lurdes on 29 de Junho de 2020 at 10:23
    • Responder

    Quem distribui o serviço é o diretor.

    • Matilde on 29 de Junho de 2020 at 11:40
    • Responder

    Objectivamente, estes Rankings comparam de forma perniciosa o que não é comparável…
    Comparar os resultados obtidos em exames nas Escolas Públicas com os obtidos nas Escolas Privadas não faz qualquer sentido porque as condições de partida numas e noutras são completamente distintas e nem vale a pena ficar aqui a escalpelizar esse tema porque todos conhecemos as disparidades existentes…

    No actual ME, um plano, definido, em termos gerais, como uma estratégia ou como um objectivo/propósito, é coisa que parece nunca ter existido.
    Recuperaram-se e importaram-se algumas ideias e alguns conceitos dos anos 80 e 90, o que não seria necessariamente mau, e tentou-se aplicá-los de forma desgarrada, sem uma linha condutora, esquecendo todas as alterações operadas em termos sociais, económicos e políticos, ao longo dos últimos 30, 40 anos…

    Apesar disso, o principal desígnio da Escola Pública não pode deixar de continuar a ser este: disponibilizar e proporcionar educação e cultura a TODOS, e nos termos da Constituição Portuguesa, por muito que isto possa custar a alguns…
    E, sim, a Escola Pública tem também o dever ético e moral de continuar o seu esforço no sentido de não deixar ninguém para trás e de não esquecer, particularmente, os alunos mais desfavorecidos económica e socioculturalmente, bem como aqueles que apresentam handicaps físicos, sensoriais e/ou cognitivos…

    Nesse sentido, a Escola Pública tem que deixar de ser vista como uma fatalidade ou como a “escola dos pobrezinhos” e tem que adaptar e flexibilizar as suas exigências às características heterogéneas do seu público-alvo, por muito que isto também custe a outros…

    Quando a Escola Pública deixar de ter isso em consideração, deixará, entre outros, de desempenhar o seu papel decisivo no sentido de contrariar o aparecimento e o estabelecimento de Radicalismos (de Esquerda ou de Direita) e de Populismos.

    Quando o fomento da democracia participativa, do humanismo e da valorização de todos deixar de persistir na Escola Pública, restar-lhe-ão apenas os aspectos estritamente relacionados com a transmissão de Currículos Formais e isso é manifestamente redutor. Esperar apenas isso da Escola Pública é esvaziá-la de conteúdo e de significado, é reduzi-la e apoucá-la. Em última análise, é conduzi-la à sua própria destruição…

    Voltando ao Ministério, está na altura, de se adaptarem os discursos muito eloquentes à realidade do sistema educativo. Ou então, de se mudar o sistema educativo… Porque, neste momento, não há coerência possível entre o discurso oficial do ME e a realidade nas escolas… Apregoa-se uma coisa, mas na prática exige-se o seu contrário…

    Veja-se este exemplo paradigmático: Resumidamente, o SEAE afirmou há poucos dias que os Rankings eram uma falácia. Sabendo que os exames são a principal variável avaliada por esses Rankings, o que faz o ME? Mantém os exames e permite os Rankings… Se se profere este tipo de apreciações tem que existir coerência entre aquilo que se afirma e a própria acção. Ou então, talvez seja preferível remeter-se ao silêncio relativamente a este assunto, mantendo os exames e os rankings…

    Atulharam-se as escolas de papéis e de tarefas de natureza burocrática, apresentando como principal justificação a necessidade da existência de múltiplas “evidências”, relativas a múltiplas tarefas, muitas sem qualquer relação directa com a prática pedagógica e sem qualquer reflexo efectivo nas mesmas…

    Isto não é verdadeiro humanismo, nem valorização de todos, nem flexibilização, nem inclusão. O humanismo, a valorização de todos, a flexibilização ou a inclusão não se alcançam por estarem escritas em papéis ou por existirem normativos legais que as referem, mas antes pela sua prática…
    Isto é “fazer de conta” que os papéis substituem as práticas e que as práticas reflectem o que os papéis dizem… Nada disto é verdade…

    • henrique on 29 de Junho de 2020 at 15:04
    • Responder

    para o ex. ministro tremoço ele está a marimbar-se para isto….dá-lhe jeito dizer porque deve te, também umas avenças com grupos privados que fazem uma perninha no campo da educação.O problema dele nos comentários é que depois refere alguém que, em termos de educação é um pouco o cata-vento o tal que escreve uma crónicas no observador… o tal CRISTO. Ora se o Cristo fala, segundo o MM é porque está certo! Esquece-se é que outros, antes do Cristo andar por aqui…já escreviam e falavam sobre os rankings.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores:

x
Gosta do Blog