11 de Fevereiro de 2020 archive

Menino de sete anos morre de ataque cardíaco no recreio em escola

É impensável, mas aconteceu em Almada. Todos nós devíamos ter formação em Suporte Básico de Vida, mas não temos, devia ser obrigatória. Tenho mais do que razões para o afirmar.

Os nossos sinceros sentimentos à família, aos colegas, aos professores e à escola.

 

Menino de sete anos morre de ataque cardíaco no recreio em escola em Almada

Técnicos de socorro assumiram as manobras de reanimação da criança à sua chegada, mas as mesmas revelaram-se infrutíferas.

Um menino de 7 anos, aluno da Escola Básica nº1 do Laranjeiro, Almada, morreu na tarde desta terça-feira, vítima de um ataque cardíaco.

O menor desfaleceu, pelas 16h55, quando brincava com colegas no recreio daquele estabelecimento de ensino.

A direção da escola acionou os meios de socorro, via 112, e começaram por ser os funcionários e professores a realizar manobras de reanimação, com o apoio de um desfibrilhador.

Ao local acorreram os bombeiros de Cacilhas, a Viatura Médica do Hospital Garcia de Orta, uma equipa de apoio psicológico do INEM (vinda de Lisboa), e a PSP.

Os técnicos de socorro assumiram as manobras de reanimação da criança à sua chegada, mas as mesmas revelaram-se infrutíferas.

O óbito foi declarado cerca das 17h30.

O menor já tinha antecedentes de doença cardíaca.

in CM

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Segurança Online. Portugal campeão, mas faltam professores.

Mesmo os poucos professores que há conseguem fazer do nosso país campeão, mas continuam a ser menosprezados.

Segurança online. Portugal campeão na área onde mais faltam professores e recursos?

 

É na disciplina de informática que as escolas dizem ter mais défice de professores. O panorama atual motivou inclusive a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) a autorizar a contratação de profissionais apenas com habilitações de grau superior no âmbito das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) – e não de ensino -, mas também de docentes de qualquer outra área, desde que estejam acreditados na área de informática, para dar aulas de informática. Enquanto as escolas sufocam com a escassez de professores nesta área, os alunos portugueses somam pontos como campeões na aprendizagem sobre segurança digital e online.

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Mais uma agressão de um aluno a uma AO

Continuam a ser residuais é o ME olha para o lado. Aliás, alguém tem visto o Tiago?

 

Funcionária tenta acabar com luta entre alunos e é agredida por menino de 13 anos

Uma auxiliar de Ação Educativa foi agredida por um aluno de 13 anos, no interior da Escola EB 2/3 Maria Manuela de Sá, em São Mamede de Infesta, Matosinhos, esta segunda-feira, avançou o Jornal de Notícias.

Quando dois menores se envolveram numa luta a funcionária decidiu tentar separá-los mas acabou por ser agredida por um dos alunos. A mulher de 40 anos levou dois socos no peito e acabou por ter de receber assistência hospitalar.

Depois da PSP ter ido à escola, a criança foi entregue aos pais.

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Seminário “Uma Escola em (Trans)Formação”

 

 

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Sabem ler, mas não entendem o que leem. Uma nova geração de analfabetos.

Enquanto o analfabetismo alcançou os valores mais baixos de toda a história mundial, surge agora uma nova geração de “analfabetos”, porque aparentemente sabem ler, mas não entendem uma palavra do que leem.

Quando foi a última vez que leu um texto, do início ao fim, sem desesperar, sem se cansar, sem interromper a sua leitura, sem se distrair e sem querer passar urgentemente para outra coisa?

Esta pergunta, por simples que possa parecer, é capaz de revelar uma das tendências contemporâneas mais preocupantes: o impacto da internet e suas tecnologias derivadas parece ter criado uma nova forma de analfabetismo funcional.

Com certeza já leu um texto, mas não entendeu o que diz, volta e volta a ler várias vezes, mas distrai-se e nada do que lê resta, não se preocupe, isso acontece a muitas gente.

Alguém que seja analfabeto funcional não saberá resolver de forma adequada tarefas necessárias na vida quotidiana, como por exemplo: preencher um pedido para um posto de trabalho, entender um contrato, seguir instruções escritas, ler um artigo num jornal, interpretar os sinais de trânsito, consultar um dicionário ou entender um panfleto com os horários dos autocarros.

Vale a pena lembrar que ler não é apenas decifrar os sinais que compõem uma palavra, um parágrafo ou um livro inteiro, mas também compreender de forma ampla o sentido daquilo que se lê: o seu sentido literal e o seu sentido figurado, o uso que se dá à linguagem, a mensagem que procura transmitir, a posição ideológica a partir da qual se fala e outras subtilezas presentes num texto.

O paradoxal seria que numa época que foi chamada de “a era da informação”, o individuo contemporâneo simplesmente preferir viver na ignorância, na mentira, no preconceito ou na ilusão da verdade: nuvens do pensamento que a leitura ajuda a dissipar.

in Es+Cultura

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E vai tudo para tribunal…

Só pergunto: Sabendo a FENPROF desta situação, porque não avançou antes? Agenda?

Professores querem que TC fiscalize ultrapassagens na carreira

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) pediu aos grupos parlamentares que requeiram ao Tribunal Constitucional “a fiscalização abstracta e sucessiva de constitucionalidade das situações de ultrapassagens” na carreira entre professores, consequência também do processo de contagem de tempo de serviço que esteve congelado.

Em comunicado, a Fenprof refere que há acções a correr nos tribunais para tentar solucionar a questão, mas pede aos partidos que intervenham junto do Tribunal Constitucional (TC), “com a urgência que o problema justifica”, lembrando que existe jurisprudência criada por este tribunal em situações anteriores semelhantes, e adiantando ainda que os professores vão voltar a pedir a intervenção do Provedor de Justiça.

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