Já não basta as grelhas e os grelhados… agora nem as plataformas estão acessíveis…

Dez 19 2019
Já não basta as grelhas e os grelhados… agora nem as plataformas estão acessíveis…

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Dez 19 2019
Parabéns.
Carlos Portela, 53 anos, docente de Física e Química na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, na Figueira da Foz, foi eleito, esta quinta-feira à tarde, o Professor do Ano 2019.
A escolha, anunciada pela EDULOG, da Fundação Belmiro de Azevedo, em conjunto com a Casa das Ciências distingue anualmente um professor a quem reconhece o mérito como docente do ensino básico ou secundário e da sua disponibilidade de partilhar a sua experiência com os colegas.
“Fiquei surpreendido com a distinção mas penso que, com toda a justiça, o prémio é extensível aos meus colegas e à escola onde trabalho há 27 anos e que proporciona todas condições, físicas e psicológicas, para que os professores possam trabalhar com gosto e sucesso”, disse ao JN. Carlos Portela leciona, elabora manuais escolares, faz formação de professores e participa em diversas publicações da área das ciências.
“O que eu gosto de fazer é dar aulas”, referiu. Atualmente, leciona apenas a turmas do 10º e, pelo menos, uma vez por semana as aulas são experimentais. “Os alunos têm sempre muitas perguntas e nós, os professores, temos de ter tempo para lhes poder responder”, afirmou o docente que faz questão de relacionar a Física e Química com as artes, a tecnologia “e o mundo em geral”. O resultado das experiências e das discussões técnicas são depois partilhadas com toda a comunidade docente.
Fonte JN
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Dez 19 2019
É evidente que a escola tem um papel essencial na resolução dos problemas dos seus alunos, especialmente os disciplinares, mas conseguirá resolver sozinha os mais profundos?
O problema da indisciplina nas escolas não é novo, encaramo-lo como uma fatalidade que apenas diz respeito às escolas. Observamos do alto na nossa preocupação moral e centramo-nos naquele espaço escolar, confinado por muros e portões, servindo-nos destes limites para reduzir a nossa preocupação e responsabilidade.
Mesmo com a perceção de que a indisciplina se tem acentuado recentemente, convencemo-nos que é um problema localizado e circunscrito a um conjunto de pessoas e a um conjunto de edifícios. De forma mais ou menos consciente, a
comunidade acredita que aquela escola é a única responsável pelos casos de indisciplina que ali acontecem. Acredita-se que, enquanto especialistas da educação, devem ter a capacidade de aplicar uma fórmula científica e assim controlar todas as atitudes e personalidades dos seus alunos.
É evidente que a escola tem um papel essencial na resolução dos problemas dos seus alunos, especialmente os disciplinares, mas conseguirá resolver sozinha os mais profundos? Quando conhecemos os fatores externos à escola entendemos que a origem dos comportamentos dos alunos vem, na maioria das vezes, do mundo além portões.
Verifica-se que as famílias que vivem momentos traumáticos, muitos originados por constrangimentos financeiros, existência de violência ou de dependências, são em regra geradoras de crianças com problemas comportamentais. Questionamo-nos então, que instrumentos possuem as escolas para trabalhar os fatores externos a fim de enfrentarem o termo da indisciplina com ações preventivas e colaborativas? Talvez muito poucos.
O principal elo de ligação escola-família é o diretor de turma de quem se espera, além de muitos procedimentos administrativos, o bom senso e sensibilidade necessários para gerir todas as questões gerais da turma e de cada aluno. Quando os problemas comportamentais e/ou familiares de um aluno ultrapassam certos limites, o diretor de turma não tem, na escola, instrumentos para intervir, restando-lhe comunicar à direção do agrupamento que por sua vez terá apenas em vantagem uma maior autoridade para intervir ou em acordos com o aluno e família ou punitivamente.
A existência nas escolas de gabinetes de apoio com diferentes especialistas, como psicólogos clínicos, assistentes sociais, animadores/agentes culturais e outros, é ainda uma exceção alcançada pontualmente com parcerias dependentes da boa vontade e proatividade de alguns responsáveis locais ou regionais.
O Senhor Secretário de Estado João Costa reconheceu, esta terça-feira, em audição efetuada na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, que as lacunas em competências sociais e emocionais constituem as principais barreiras ao sucesso e que tradicionalmente não são campos trabalhados nas escolas.
Espera-se que este reconhecimento seja um bom pronúncio. Talvez um dia seja implementado um plano integrado para todo o país que preveja a existência regular e institucional de parcerias entre ministérios, como o da saúde, segurança social e justiça, e ainda a permanência na escola de outros especialistas em competências comportamentais e sociais, não se podendo esperar que todos os professores sejam peritos em gestão de conflitos, psiquiatria, ação social e outras áreas que poderão prevenir a indisciplina e violência nas escolas.
As consequências da indisciplina nas escolas não estão integralmente aferidas, parece haver um preconceito com o tema, mas é certo que os danos provocados nos processos de ensino e de aprendizagem na sala de aula e nas vítimas de violência nos espaços escolares são nocivos para todos nós, sociedade. Façamos todos um mea culpa e atuemos até onde podemos para melhorar a qualidade de vida na permanência dos alunos, docentes e não docentes nas escolas.
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Dez 19 2019
Na Checklist de Natal de qualquer professor, consta:
-Veres contabilizado o tempo de serviço que trabalhaste, garantirem-te uma aposentação enquanto ainda não estás totalmente senil e, finalmente, veres devidamente reconhecida a importância da profissão que desempenhas;
-Poderes deixar a pasta da escola no carro ou arrumada num armário fechado a cadeado e teres o sentimento sublime de deitares a chave fora (embora tenhas a noção de que daqui a pouco tempo tenhas de arrombar o cadeado, pois lembraste-te que há coisas a preparar antes de recomeçarem as aulas, o prazer de fazeres a chave voar para nenhures já ninguém te tira!);
-Num ritual de purificação, livrares-te de todos os Post-it e anotações e limpares a agenda;
– Levando em consideração que ingerir alimentos enquanto trabalhavas, abordavas e tratavas de assuntos da escola e de alunos não é considerado repasto, comeres pelo menos uma refeição por dia descansado, irá ser um feito;
-Ficares acordado até depois da meia-noite… sem ser a trabalhar;
-Sentires o apogeu da felicidade humana por teres a possibilidade de ires à casa de banho sempre que te apetecer;
-Acordares de forma natural depois do sol se levantar, pois desligaste o despertador;
-Não reconhecendo em ti mesmo nenhum indício de senilidade, sentires uma inefávelfelicidade por estares desorientado e não saberes em que dia da semana estás;
-Não receberes mais emails da escola durante estes dias;
-Longe de ser impossível, verás que vestires o teu pijama pelo menos três dias seguidos será digno de registo;
-Veres as séries da Netflix sem adormeceres nem teres de andar sempre a repetir o mesmo episódio;
-Voltares a poder ter as tuas prioridades por ordem, como um ser humano normal: dormir, escutar o silêncio, respirar, comer (por esta ordem) e voltares a dormir e sonhares com o maravilhoso momento em que deitaste fora a tal chave e ignoraste o despertador;
Depois de teres saboreado uns fragmentos de liberdade, é possível que neste momento já tenhas a sensação de que voltaste a viver novamente.
-Mas é lá possível esquecer o maior de todos os desejos?
No teu lar, depois de verificarem que cumpriste a maior parte desta lista, irão poder comemorar o facto de finalmente teres sido devolvido à tua família.
Feliz Natal
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Dez 18 2019
Este artigo vem no seguimento do texto “ficcional” da Diana Souza que é uma realidade na esmagadora maioria das escolas. O preenchimento de papeis, muitas vezes inúteis, acontece numa escalada galopante de ano para ano e hoje em dia os conselhos de turma são praticamente passados a preencher documentos e papeis que dificilmente terão alguma aplicação prática.
Sabendo eu disso e estando as escolas obrigadas a transcrever para ata as medidas universais aplicadas aos alunos procedi à construção de uma aplicação informática, que para além de facilitar a introdução destas medidas em função das dificuldades os alunos constrói de forma automática o texto para a ata, sem falhas ou erros.
Para além disso permite que as medidas a qualquer momento sejam avaliadas ou as dificuldades superadas pelo professor de forma individual e validadas depois num próximo conselho de turma com o registo em ata.
Assim, posso dizer que não existe uma única folha de papel na minha escola para os conselhos de turma para dar resposta ao artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 54/2018 e torna-se muito mais eficaz avaliar em grande escala a as medidas aplicadas aos alunos.
E este foi o manual enviado a todos os professores para apoio ao preenchimento da aplicação.
A aplicação tem sido construída com o apoio do João Carlos Fonseca que também aqui no blogue me tem apoiado nestas aplicações.
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Dez 18 2019
(A presente cena ocorre numa das incontáveis reuniões de conselho de turma de 3º ciclo, de final de 1º período, professores sentados em torno de mesas em circulo, ar cabisbaixo, taciturno e quase desesperado, resmas de papel espalhados, ouvem-se vários suspiros de contrição. Após discussão de vários casos e lançamento de notas, chegou, finalmente, um momento que se antevê animado. É notório algum entusiasmo nos docentes).
Diretor de turma (DT): Bom vejamos, agora quanto às medidas universais destes alunos, basta preencherem a cruzinha, ok? É, assim, digamos, tipo, a batalha naval, certo?
CT: Cerrrrtoooooo!
DT: Vejamos, a Joana, o Martim, a Rita e o André têm 10 negativas a dividir por todos, vão para as universais. Então, alguém tem diferenciação pedagógica?
CT em Coro: Eu!! É um submarino!!
DT: Muito bem! E acomodações curriculares?
Os de Inglês, Francês, Matemática e Geografia: Eu!
DT: Que perspicácia, já vai ao ar um navio de 2 canhões!!
O de Educação Visual que toma Prozac: Mas eles não fazem nada, nada, nada, como é que posso fazer acomodações? Nem trazem material…, não pode ser…
O sensato de Ciências: Cala-te e joga, pá!!! Isso não interessa nada, tu é que tens de fazer o que tu é que tens de fazer, assinala lá a cruz e não lixes o jogo, pá!
DT: Enriquecimento curricular?
O de Físico-Química: Nem me lembrei disso…, água!!!
DT: Promoção do comportamento pró-social, alguém?
A de Inglês (visivelmente perturbada): Caramba, lá se foi o meu navio de 4 canhões… não acredito,… que cena!!!
DT: Muito bem, muito bem, então só falta a intervenção com foco académico ou comportamental em pequenos grupos…
CT em Coro: Porta-aviões foi ao fundo!!!
DT: Brilhante! Está despachado. Vejamos, agora os que eram NEE, mas agora são 54, e têm RTP, quando antes tinham também PEI, além das universais também são seletivas, estes em particular, também estavam institucionalizados, mas agora estão na nossa escola.
A Maria e o Joaquim? Adaptações curriculares não significativas? Apoio psicopedagógico? Antecipação ou reforço das aprendizagens?
A de História que também toma Prozac: Ouve, isto não me parece nada bem. A Maria não faz nada do que lhe peço, a colega de Educação Especial está na sala de aula já assistiu, estipulei metas básicas, bolas, está no 7º ano!! Até lhe repeti o mesmo teste 3 vezes com consulta, nem sequer abriu o livro, um teste de cruzinhas com cores… No outro dia cuspiu-me na cara…
A de Educação Especial: Pois, pois, é verdade, mas a menina tem uma problemática muito problemática, ela ainda não escreve o nome, mas estamos confiantes que há-de conseguir, quanto à cuspidela, bem, o seu discernimento…, já sabemos, coitadinha… Enfim, no outro dia deu-me uma cabeçada e custa um bocadinho, mas depois habituamo-nos, faz parte, enfim, é normal, é mesmo assim.
DT: É pá, ó coisinha, tu já sabes que estes meninos são assim, mete mazé lá as cruzinhas que ainda faltam mais 5 reuniões disto. Não estou para estes filmes…
O sensato de Ciências: Ó colegas, só não estou a perceber onde é que, nessas medidas, a inclusão prevê limpar o rabo. É que no outro dia fui eu que a levei à casa de banho…
DT: Hum, deixa, ver… adaptações curriculares não significativas????
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Qualquer semelhança do conteúdo deste texto com a realidade é… pura semelhança.
Diana Souza
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Dez 18 2019
Alexandra Leitão deixa claro que esse aumento enquadra-se, de resto, num “compromisso plurianual”, no qual fica prometido que, em 2021, os aumentos serão de, no mínimo, 1%.
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Dez 17 2019
No próximo ano, vão avançar projectos-piloto em todo o território nacional, pelo período de 12 meses, para enquadrar e apoiar as pessoas que cuidam de alguém dependente em casa, sem receber remuneração.
O Governo tenciona gastar 30 milhões de euros com subsídios a cuidadores informais no próximo ano, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2020. É a primeira vez que o executivo coloca no Orçamento uma verba destinada a apoiar as pessoas, geralmente familiares, que cuidam de alguém dependente em casa sem direito a qualquer compensação, mas não explica em que moldes esta irá ser gasta, apesar de se comprometer a regulamentar em 2020 o Estatuto do Cuidador Informal, que foi aprovado pelo Parlamento em Julho passado.
Sobre esta matéria, o executivo revela apenas que vai avançar com projectos-piloto em todo o território nacional, pelo período de 12 meses, “para enquadramento e acompanhamento dos cuidadores, com respeito pela vontade das pessoas cuidadas, incluindo a atribuição de um subsídio de apoio ao cuidador informal principal, mediante condição de recursos (majorado no caso de acesso ao Seguro Social Voluntário)”. Estes subsídios destinam-se apenas a cuidadores com baixos rendimentos.
No estatuto aprovado no Parlamento está prevista a possibilidade de os cuidadores que deixam de trabalhar poderem continuar a ter uma carreira contributiva, através do seguro social voluntário, evitando que fiquem sem direito a reforma, como acontece actualmente.
Na proposta de OE 2020, o Governo adianta igualmente que vai ser reforçada “a capacidade de respostas dirigidas ao descanso do cuidador, designadamente através da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados também mediante condição de recursos”.
No ano passado, e depois de o primeiro-ministro António Costa ter dito que não havia dinheiro para avançar com este estatuto, por pressão do Bloco de Esquerda, o Governo acabou por incluir no Orçamento do Estado para 2019 um artigo em que se comprometia apenas a delinear medidas de apoio e a avaliar a necessidade de reforço ou reformulação do direito ao descanso dos cuidadores informais, além de criar as “condições para acompanhar, capacitar e formar o cuidador informal principal e a prevenir situações de risco de pobreza e de exclusão social”.
Mas não havia então qualquer tipo de previsão financeira no Orçamento do Estado de 2019 para este efeito. Agora, no Orçamento do Estado do próximo ano, está previsto um gasto de 30 milhões de euros, que é, porém, substancialmente inferior à verba que António Costa tinha estimado ser necessária para avançar com este plano no “ano zero” – 120 milhões de euros -, despesa que posteriormente ascenderia a 800 milhões de euros quando o plano atingisse a “velocidade cruzeiro”.
Pelas contas de um estudo efectuado a pedido do Governo e que permaneceu durante meses na gaveta, serão mais de 800 mil os cuidadores informais em Portugal, sobretudo mulheres entre os 45 e os 75 anos, que fazem um trabalho que representará perto de 333 milhões de euros por mês.
Fonte: publico
Mais informações sobre o estatuto do cuidador informal, num artigo já publicado aqui no blogue
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Dez 17 2019
Até deitou as culpas para cima dos antigos parceiros de governação…
“Marcaram a data e eu cá estou”
“Houve uma melhoria muito significativa em relação ao que existia”
“Há agrupamentos onde quase não existe absentismo e outros com taxas muito superiores à médias. Quais as razões?”
“A senhora deputada pediu que a alumiasse, mas mesmo indo à frente nem a alumio nem a ilumino, mesmo nesta época, devido às nossas diferenças substanciais”
“houve um momento que não sei determinar onde tudo começou a acontecer”. “As escolas não podem ser instrumentalizadas por ninguém”
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Dez 17 2019
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Dez 17 2019
Daqui lá, acaba o ano é continuamos na mesma…
O Governo vai rever a portaria de rácios que atribui o número de assistentes operacionais às escolas. A nova fórmula irá ter em conta as características dos estabelecimentos e reforçar o acompanhamento de alunos com necessidades educativas, confirmou o Ministério da Educação (ME) ao JN.
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Dez 17 2019
1% é quanto o Governo avalia o crescimento do orçamento para o ensino básico e secundário por comparação ao ano passado. Ou seja, 6 516,8 milhões de euros, “representando um crescimento 1% face à estimativa de execução prevista para 2019”.
Uma verdadeira fortuna face ao que é necessário.
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Dez 17 2019
As propostas de Lei n.º 5/XIV – Aprova o Orçamento do Estado para 2020 e n.º 4/XIV – Aprova as Grandes Opções do Plano para 2020 foram entregues pelo Ministro das Finanças ao Presidente da Assembleia da República, no dia 16 de dezembro, ato que marcou o início do processo orçamental no Parlamento.
De acordo com a calendarização aprovada pela Conferência de Líderes, a apreciação na generalidade decorre nos dias 9 e 10 de janeiro, com a votação na generalidade a ter lugar no dia 10, após o que se segue a apreciação na especialidade, que se prolonga até dia 6 de fevereiro. O encerramento e votação final global estão marcados para dia 6 de fevereiro
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Dez 16 2019
O Camões, I.P. informa que decorre entre 13 e 19 de dezembro de 2019 o período para apresentação de candidaturas para o cargo de Leitor no Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), no Huambo, Angola.
As candidaturas deverão ser remetidas por comunicação eletrónica para o endereço [email protected]
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Dez 16 2019
Há uns que defendem a Escola Pública, outros a Escola Privada. Eu cá prefiro defender a Escola de Qualidade, independentemente de ser pública ou privada.
Para este governo, assim como para o anterior apoiado pelas esquerdas, pouco importou que se tenha fechado tantas escolas com contrato de associação com excelentes resultados, se isso significou ter mais alunos na Escola Pública!
Defendo uma escola de qualidade, qualidade essa que se tem vindo a perder ao longo dos últimos anos, como é visível e sentido por quem está no terreno.
Começou com a Ministra de má memória e continua com o Ministro “invisível”!
A primeira quis destruir a reputação dos professores, retirando-lhes autoridade, “jogando-os” uns contra os outros, dando infinitos direitos e nenhuns deveres aos alunos e terminando com a frase “perdi os professores e ganhei os pais”. Daí para cá foi sempre a crescer…a indisciplina, e a descer a dignidade da profissão docente!
Quanto ao atual, pouco ou nada há a dizer uma vez que as aparições são, geralmente, em estádios de futebol, tem três ou quatro frases de uma enorme demagogia que profere de quando em vez e sobre a educação, nada!
Já percebemos que os maiores defensores da Escola Pública, os partidos de esquerda, são aqueles que menos querem investir nela, são os que mais a degradam com legislação desajustada, com ideologias forçadas, com DL 54 utópicos…
Perante estes factos desejo para todos a liberdade escolha das escolas! Se é verdade que há escolas públicas bem equipadas, bem fornecidas com ótimas condições, também é verdade que as há completamente desajustadas à realidade atual, sem as mínimas condições e onde a tecnologia só se encontra no dicionário.
Já percebi que o investimento vai continuar a ser pequenino, já vimos que a exigência tende a baixar, todos passam, todos são incluídos, independentemente das condições ou de terem de ficar em casa por falta de meios e recursos, e que por isso quem puder foge para os privados!
Como não considero justo que só os que podem fujam, considero que qualquer contribuinte com filhos em idade escolar deveria poder escolher a escola para estes. Para isso, o dinheiro que o estado poupa, com a sua não permanência no ensino estatal, seria convertido num cheque ensino atribuído a estas famílias para investirem na educação do filho.
Já percebi que o que importa para este governo é seguir a cartilha ideológica, mesmo que seja a qualidade do ensino a sofrer as consequências.
O cheque ensino e os contratos de associação são as formas mais igualitárias de todos poderem escolher a escola e não estarem sujeitos à sorte!
Ao aplicarmos estas medidas, quer as escolas públicas, quer as escolas privadas passariam assim a ser frequentadas por quem quisesse e não apenas por quem pudesse. É isso a liberdade de escolha!
A desigualdade de oportunidades depende do facto da escola ser boa ou má e não de a escola ser pública ou privada. Boas e más tanto há públicas como privadas!
O que me parece ser relevante é que não sendo proibido, em Portugal, o ensino privado, este deve ter financiamento público, sobretudo se concretizado através do contrato de associação ou, em alternativa, usando o cheque ensino, que são os modelos de financiamento mais equitativos que se conhecem, para que assim a liberdade de escolha seja uma realidade.
Caso contrário, teremos a educação a três velocidades: as privadas, as públicas com condições e as públicas sem condições. Nesse caso continuamos a ver os que podem a poderem e os que não podem a sujeitarem-se!
No final, o sistema de ensino será cada vez mais desigual e, em última instância, o país pagará caro estas opções ideológicas…
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Dez 15 2019
Falam de forma deliberada para darem a entender que estão ao nosso lado e depois votam contra a condenação de atos de violência contra os professores, Quem age assim e anda por aí a dizer que quer defender a escola pública, até, talvez, passar a crime público a violência contra os professores, só pode andar a gozar com os professores… Politiza-se o sofrimento individual e vai-se deixando andar. Aquando da próxima manifestação contra a violência, aparecerão por lá a dar umas entrevistas…

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Dez 14 2019
Se para os professores o aumento é uma miséria, para os outros trabalhadores das escolas é um verdadeiro insulto. Nenhum dos decisores veio a terreiro explicar os números aos trabalhadores, mas já andam a bater com a mão no peito dizendo que continuam a repor rendimentos.
Vamos a números:
AO – 635€ – 1,90€/mês, 26,6€/ano, 6cent dia. Ao fim do mês passa a levar para casa 636,9€
AT – 683€ – 2€/mês, 28€/ano, 6cent dia. Ao fim do mês passa a levar para casa 685,04€
(os valores apresentados são “brutos”)
Estes é que são aumentos rechonchudos… Palhaçada nossa de cada dia…
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Dez 14 2019
O spin, a mentira, a treta, a desinformação, estão ai outra vez em força…
Não abram os olhos…
PS (porque está relacionado…):
Posso utilizar a palavra vergonhoso?
E nojento?
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Dez 14 2019
Em Lisboa recorre-se a professores sem habilitação profissional para a docência para suprir lugares ainda em falta. Mas em quase todo o país o cenário ameaça ser outro: o de aumentar o número de docentes sem alunos para ensinar.
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Dez 14 2019
Nos próximos quatro anos cerca de 18 mil professores vão sair das escolas para a reforma, mas no mesmo tempo haverá perto de 101 mil alunos a menos. Será esta uma oportunidade para o sistema educativo? Por agora, a falta de professores em certas zonas do país exige do Governo e das autarquias medidas imediatas

Notícia em exclusivo para assinantes do Público.
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Dez 14 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/Comunicado-de-Imprensa-Número-de-portugueses-que-estudam-inglês-no-estrangeiro-quase-duplica-em-dois-1.pdf”]
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Dez 13 2019
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Dez 13 2019
Título: “Shudo” | Autores: “gobelinspro“
Hayate e Iwa se enfrentam em um campo de batalha. Absorvidos por seu orgulho, eles se envolvem em um duelo alimentado por seu ressentimento.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Dez 13 2019
Embora me venham à cabeça uns tantos adjetivos e nomes, ridículo é o que a minha educação me permite chamar ao aumento salarial para 2020. Confirma-se os 0,3%.
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Dez 13 2019
Por vida da “desmaterialização da informação”, prevista no Simplex, em caso de processos judiciais os tribunais têm “linha verde” para ficar a conhecer todos os registos escolares dos alunos.
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Dez 12 2019
A tabela de possíveis vencimentos que apresentamos, foi baseada nas declarações do ministro Centeno que os aumentos para 2020 seriam de 0,3%, para a função pública.
As taxas de IRS aplicadas na tabela são as que estão em vigor para 2019, uma vez que ainda não é do conhecimento público as que será aplicadas no próximo ano.
Os aumentos são, verdadeiramente, incapazes de acompanhar o custo de vida e de mitigar a perda de poder de compra dos 10 anos em que ficamos sem, qualquer, aumento e, também, a taxa de inflação prevista para 2020. Vejamos como exemplo o índice mais baixo da tabela, o índice 151, o aumento em relação a este ano é de 2,66€ por mês, os seja, 0,088€ por dia. Nem para um pão dá…
Podem encontrar a Tabela de Vencimentos de 2019 AQUI para comparação.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/Vencimentos-2020-Carreira-Docente.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2019/12/tabela-de-vencimentos-2020-com-aumento-de-03/
Dez 12 2019
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/PROTOCOLONEGOCIAL_quadro_estrategico.pdf”]
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/12/PPLOE_2020_AP_11122019.pdf”]
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Dez 12 2019
“Temo que muito brevemente tenhamos enormes dificuldades em ter professores para dar as aulas e assegurar o funcionamento das escolas”. O aviso é feito por David Sousa, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), perante as manifestações crescentes de “mal-estar” entre o corpo docente que diz sentir nas escolas, o número de reformas que tem superado as próprias estimativas do Ministério da Educação e a pouca atratividade atual da carreira.
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Dez 11 2019
O Governo recuou e deixou cair a proposta apresentada aos sindicatos que previa que os funcionários públicos mais antigos que estivessem de baixa prolongada perdessem dias de férias.
Como há serviços que ainda não aplicam a lei, estejam atentos.
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Dez 11 2019
Contas feitas por alto, não dá para mais uma carcaça por dia…
Tendo em conta que a previsão da inflação para 2020 é de 1,2%, ainda vamos perder 0,5% de poder de compra. É a reposição dos salários no pós-troika…
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Dez 11 2019
Para recordar os esquecidos… e antes que acabe. (parece que o novo OE irá acabar com esta situação e fazer com que passem, mesmo, a descontar)
De acordo com o Acórdão 0109/17, de 28 de setembro de 2017, do Supremo Tribunal Administrativo (STA), é ilegal a suspensão do vínculo e consequente repercussão sobre as férias que os serviços têm vindo a aplicar aos professores, que faltam por motivo de doença por um período superior a 30 dias.
“Em suma, a ausência de norma especial que se refira aos efeitos das faltas por motivo de doença dos trabalhadores integrados no regime de proteção especial convergente relativamente ao direito a férias, em conjugação com o disposto no artigo 15º da Lei nº 35/2014, de 20 de junho, especificamente dedicado às faltas por doença, impõe, de acordo com os ditames da interpretação jurídica, a conclusão de que as faltas por doença daqueles trabalhadores ainda que superiores a 30 dias não determinam quaisquer efeitos sobre as férias”
Acórdão do STA – Processo Nº 0109/17
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Dez 11 2019
Por tudo isto, dificilmente aceito que uma organização económica seja uma espécie de juiz supremo e global dos sistemas de ensino de todo o mundo. Vejo com perplexidade o envolvimento dos governos numa competição internacional pela disputa dos lugares cimeiros do PISA, sem terem discutido internamente a validade dos respectivos objectivos ou a adequabilidade à diversidade das culturas em jogo. Com efeito, não me parecem adequadas iniciativas que apontam metas uniformes para países com realidades culturais e económicas tão diferentes. Um bom exemplo pode ser colhido no desiderato de ter 40% da população portuguesa, com idade entre os 30 e os 34 anos, com formação superior. O cruzamento deste objectivo com o modelo de desenvolvimento da nossa economia, incapaz de criar empregos que respondam às expectativas legítimas de quem sai das universidades e politécnicos, acaba por confrontar os portugueses com a realidade: ou emigram ou aceitam a precariedade e os baixos salários.
E sobre Portugal? Como é sabido e em síntese, Portugal caiu em ciências e leitura mas regista, com outros sete países, um crescimento continuado e situa-se entre os 30 melhores nas três áreas disciplinares. Estamos em pé de igualdade com países economicamente muito mais desenvolvidos e só perdemos quando comparados com os nórdicos e os asiáticos.
Os alunos que foram testados nasceram em 2003, entraram na escola em 2009 e, se não reprovaram, estavam no 10.º ano. Começaram com Maria de Lurdes Rodrigues, mudaram para Nuno Crato quando estavam no 2.º ano e para Tiago Brandão Rodrigues quando estavam no 7.º. Não é por isso sério, como fez dissimuladamente o actual ministro, associar uma ligeira oscilação descendente, sem significado estatístico, a Nuno Crato.
Um aspecto relevante do PISA, que não vi tratado na comunicação social, refere-se aos resultados do nosso ensino privado. Em média, os alunos do privado descem de 541 pontos, em 2015, para 493, em 2018. É um tombo de 48 pontos, melhor caracterizado pelos resultados de cada área: queda de 42 pontos na leitura, 46 a matemática e 55 em literacia científica. Recorde-se que o ensino privado sempre obteve valores bastante acima dos registados no ensino público, ficando agora nivelado com ele, depois desta acentuada queda. Talvez que a alteração do perfil dos alunos do privado explique o fenómeno já que, terminada boa parte do seu financiamento pelo Estado, os alunos mais autónomos terão migrado para o ensino público.
Nota final: a avaliação de qualquer desempenho só importa na medida em que é utilizada para gerir esse desempenho. Resultados após resultados, passados que são 18 anos sobre a criação do PISA, é legítimo perguntar: o que fazemos para resolver os problemas identificados por diagnósticos que consideramos válidos e que debatemos com tanto interesse público, de cada vez que são repetidos, como se de coisa nova se tratasse? O envelhecimento dos professores vem de há muito. O que foi feito? As desigualdades socioeconómicas condicionam o sucesso dos alunos e aumentaram de 2015 para 2018. O que foi feito?
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Dez 10 2019
Senhores Deputados Deputados da Assembleia da República
Reparamos que os senhores discutem “gretas”, que até dão gorgetas a juizes de 700€/mês, como se fossemos um País à “fartazana”.
Sabemos também que não repararam ou não quiseram ver que existem professores a viver em parques de campismo à espera de casas, a viverem em sofás (por noite), ou em situações bem mais alarmantes como toda a comunicação social mostra.
O problema é mais grave nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, onde estão por preencher muitos dos horários ainda vagos. Há docentes que foram colocados a muitos quilómetros de casa e que têm recusado os horários que lhes foram atribuídos, por não termos meio de pagar renda altissima de uma segunda habitação, nem para pagarmos as despesas de deslocação. Os nossos salários não chegam para absolutamente mais nada.
Deixar a centenas de kms a família que construimos, os filhos que sempre sonhamos ter, eles que tanto precisavam de cada um de nós. Para quê? Para uma missão nacional, que em nada nos favorece. Mesmo assim temos que os “abandonar” a troco de quase nada, fica uma dor enorme.
A Lusa (que é só) a maior agência de notícias de língua portuguesa no mundo.questionou o ME sobre a hipótese de avançar com alguma destas propostas para minorar o problema mas não obteve qualquer resposta. Nós não podemos mais esperar, não nos alimentamos do ar.
O PS prometeu no seu programa eleitoral “criar incentivos” em áreas do país onde a oferta de profissionais é escassa assim como avançar com “condições para uma maior estabilidade e rejuvenescimento do corpo docente” e isso não está a acontecer, como também se prometera no tempo de Nuno Crato em 2013 e nada aconteceu.
Vivemos uma “situação asfixiante”, que está a provocar o abandono precoce da profissão por parte de muitos colegas desanimados com as condições de trabalho e pela incapacidade de suportarem as despesas. Será este o destino que queremos para os nossos professores? O que esperam dos nossos alunos? Como queremos convencê-los a entrar no ensino?
Já é muito tarde para o retorno de muitos professores que abandonaram a nossa educação. Não podemos deixar que os que ainda “sobrevivem” cometam o mesmo “suicidio” para o futuro das gerações vindouras.
Exigimos respeito e acima de tudo que não nos considerem escravos. Valorizem a Educação e respeitem os Professores.
Não queremos enriquecer do ensino, mas sim enriquece-lo.
Com os melhores cumprimentos,
Um(a) professor(a) sem mais forças para lutar….
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Dez 10 2019
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Dez 10 2019
“Uma das carreiras no Estado em que é necessário definir critérios mais objetivos para a pré-reforma.”
Mas não adiantou detalhes.
A imprensa de hoje adianta que a definição desses critérios poderá passar pela definição de regras em função do tempo de serviço e da idade.
Preparemo-nos para mais uma luta. Todos beneficiaríamos com a saída de professores do sistema e novas
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