Greve de duas semanas contra violência nas escolas – S.TO.P

S.TO.P convoca greve de duas semanas contra violência nas escolas

O representante do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P) diz ter endereçado um email ao Ministério da Educação, onde pede uma reunião sobre os casos de violência escolar que se têm tornado públicos nos últimos dias. Esta greve junta-se a uma outra que já decorre pela remoção de amianto de todas as escolas.

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12 comentários

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    • Vanda Maria de Bragança Serrão on 24 de Outubro de 2019 at 17:11
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    • Orquídea neves on 24 de Outubro de 2019 at 17:32
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    Haja alguém que comece a fazer alguma coisa. Ao que chegou a educação. São as políticas permissivas. É o conceito de igualdade das politicas de esquerda. É o tudo permitir a quem não tem bases para processar a democracia.

    • Pardal on 24 de Outubro de 2019 at 18:10
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    As situações de violência escolar grave é pontual/residual, existindo mesmo uma tendência de diminuição de casos. As escolas possuem uma dinâmica própria a que os professores estão perfeitamente habituado e que faz parte do seu quotidiano.

    As noticias dos últimos dias causam um alarido desnecessário na opinião pública.

    Este sindicato é radical e convocou uma greve de duas semanas, mas estou convencido que maior parte dos docentes não irão aderir. Os professores sabem que a indisciplina entre adolescentes faz parte e já estão habituados.

    O mais importante nesta legislatura será mesmo a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

      • Paulo Anjo Santos on 24 de Outubro de 2019 at 18:45
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      Eu gostava era que alguém te desse umas boas arrochadas para ver que também os consideravas residuais!!
      Até podia ser apenas um, teriam de ter uma resposta rápida e eficaz… mas não há nada específico, cai tudo no mesmo saco de qualquer outra agressão. Mas uma agressão numa escola é igual a uma praticada noutro sitio qualquer? Não me parece… da mesma forma que agredir um polícia fardado não pode ter a mesma gravidade que agredir uma pessoa qualquer… ou então vivemos num país das bananas.

      Quanto a ti, pardaleco, inútil, continuas a fazer o trabalhinho sujo para tentar ajudar o PS… a única coisa que consegues é exatamente o contrário, continua pois, estás no bom caminho!

      • Pedro on 24 de Outubro de 2019 at 19:20
      • Responder

      “Fazer parte” jamais será razão para criar qualquer tipo de hábito e/ou indiferença. O meu caro, e já não vou ao extremo do outro comentário, seguramente reage se algo lhe invade o seu “espaço vital”, seja este físico ou que belisque o seu íntimo.
      Não sou de escrever nestas caixas mas achei deveras despropositada a sua participação. Ou não lecciona ou lecciona na mesma escola aos anos o que poderá querer dizer que até escolhe o que lhe cai no colo.
      Em qualquer caso, o que diz não tem ponta por onde se lhe pegue. Qualquer caso de violência, seja sequer verbal, não é admissível onde quer que seja. Ou a sociedade faz-se de escanções da moral e dos bons costumes? Não me quer parecer por isso e normalizar isso é de alguém que parece conviver bem com essa educação ao viés.
      É caso para se propor uma greve? Nunca tive problemas com alunos mas sei quem os tem e não os procura. Era caso para o ministério ter tomado outra posição e já ter metido as mãos a este assunto?
      Sim, mas desde a data em que tivemos como ministra uma inútil, imprestável, arrogante e não nem sequer pratica para si o que bradava aos subalternos, que não fazia mais do que diminuir a profissão, já não espero nada daquele antro. Aliás espero, que um dia literalmente exploda e se possa melhorar tudo sem vícios.
      Para finalizar: normalmente quando tenho um aluno que gosta de dar nas vistas porque lhe falta atenção dos pais em casa, e a coisa já passa de um limite aceitável, costumo dizer-lhe algo em privado: se alguém pensas que és idiota, não abras a boca, muito menos em público, para confirmares as suspeitas.
      Cumprimentos

      • Paulo Anjo Santos on 24 de Outubro de 2019 at 21:12
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      Tenham calma, o Pardal não exerce, fala de fora, é treinador de bancada, já é bobo da corte aqui do blog… e é claramente um tipo com um cartão do partido do Largo do Rato. Pensa ele que vem aqui ajudar o partido, mas obviamente só denigre a sua imagem, como é que um partido que governa o país coloca gente desta estirpe a debater em foruns?!

      • Orquídea neves on 24 de Outubro de 2019 at 22:20
      • Responder

      Dou comigo a pensar se o senhor sabe alguma coisa, por superficial que seja, sobre educação. Por favor, pense antes de dizer o que quer que seja.

    • Karin on 24 de Outubro de 2019 at 20:16
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    Ó Pardal, nunca ouviste? “Quem não se sente não é filho de boa gente” De onde vieste, em que mundo vives? Concordo, realmente se és mesmo professor, se calhar não falavas assim se levasses umas palmadas. És daqueles que vira a cara para o lado, não é nada contigo. É triste, porque violência tem o mesmo significado em todo o mundo, menos no teu😙

    • Sofia on 24 de Outubro de 2019 at 22:59
    • Responder

    O que realmente tenho pena é que só se resolvem os casos que vão à tv, os que não vão não há quem se preocupe. A professora do meu filho agride todos os miudos e quando confrotada diz que não é bem assim, da 2 vez que fez com o meu filho tive que o levar para o hospital pois os estalos que levou as 9 da manhã à noite ainda estavam na cara dele, apresentei queixa-crime e exigi ao diretor da escola uma solução tendo em conta a conivência dele à 3 anos.
    Mudou o meu filho de sala, mas a professora continua lá a lecionar.
    O pior disto é que hoje eles têm 8 anos são pequenos, quando chegam ao secundário são maiores e vingam-se em quem não devem. Que termine a violência de ambas as partes.
    Hoje e o estatuto do professor é claro tal como o do aluno no que respeita a direitos e obrigações.
    Hoje se um pai bater num filho e o deixar marcado a escola como instituição tem a OBRIGAÇÃO de comunicar que a criança é vitima de maus tratos , mas quando o aluno nestas idades em especial são agredidos por professores existe toda uma condição com o intuito de camuflar a situação. Na primeira vez o meu filho tinha acabado de chegar ao 1 ano, 15 dias depois apertou-lhe o pescoço e agarrou-o pelos colarinhos ao ponto de lhe rasgar a camisola, fui ao diretor e depois????
    Depois ainda levou a 2 vez que teve que ir ao hospital, e depois?
    Depois contínua a dar aulas a mais 19 crianças também vitimas. E depois?
    Depois é que os primeiros a não querer saber destas crianças um dia mais tarde adultas, é o ministério da educação que deixa serem mal tratadas na primária.
    Como é que dizemos aos nossos filhos que nao podem bater em ninguém quando o exemplo do contrário parte de um professor dentro de uma sala?
    Professor esse que teve obrigação de se auto-controlar, pelos anos de experiência, pela profissão que escolheu e até mesmo pelo adulto que é.
    É lógico que temos crianças problemáticas e que muitas vezes nem os pais conseguem controlar, naturalmente não tem que ser o professor a dar-lhe qualquer tipo de dicas de civismo. Mas temos todos que ser coerentes quando bate-mos a mão no peito contra a violência e de seguida mete-mos a mão no próximo a favor dela!
    Agora agressão por parte de alguem com idade e formação para se controlar.

      • PAI on 24 de Outubro de 2019 at 23:43
      • Responder

      A D.na Sofia e o Mister Pardal estão bem um para o outro. Porque não se juntam e formam mais um partido para acrescentar à lista enorme já existente. Talvez elegessem alguns deputados e, dessa forma, já poderiam propor e quem sabe legitimar estas ideias bacocas, descontextualizadas e sem o menor conhecimento do funcionamento das escolas e da profissão docente.

      • Paulo Anjo Santos on 25 de Outubro de 2019 at 11:36
      • Responder

      Obviamente que isso é inadmissível, e se isso aconteceu não devia fazer só queixa na escola, sobretudo se esta não fizer nada, deverá fazer na polícia e fazer queixa à direção regional. Eu concordo que é para todos os lados, e os professores têm de dar o exemplo, por mais que nos apeteça dar um tabefes em alguns alunos, não o podemos fazer em circunstância alguma. Sinceramente nunca tive conhecimento de uma situação dessas e até me causa bastante surpresa que isso ainda aconteça… se acontece tem de deixar de acontecer. Eu já dei aulas em 20 escolas, e nunca tive conhecimento de episódios destes.

    • AAF on 24 de Outubro de 2019 at 23:15
    • Responder

    Neste país o que por aí não falta (neste e até nos “debates /opiniões” nas televisões, sobretudo nos telejornais) é s.res pardais sem penas que não sabem a que “Bando” pertencem. Opinam sobre tudo e todos a maior parte das vezes de forma leviana, frouxa, pela rama, porque estudar os temas para se falar com clareza e verdade sobre eles dá trabalho. É mais fácil debitar os seus ódios pessoais e de certas ” instituições públicas e privadas” porque é assim que ganham para a sopinha.

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