18 de Novembro de 2018 archive

A Leitaria Já Está Aberta e os Mamões Fazem Fila…

19.999€ (+IVA) Por Um Ano

 

E tem-se de cortar nalgum lado para alimentar os mamões:

Alerta Por Gaia!

 

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Da Hipocrisia partidária…

 

“Estão a usar os professores…” Marques Mendes

 

Nós, professores, somos arma de arremesso. Quando dá jeito, põe-se do nosso lado, mas nada fazem para resolver a situação, seja ela qual for, a não ser proferir palavras “doces” e dar palmadas nas costas.

Uns podem obrigar o PS a contar todo o tempo de serviço dos professores, mas não o fazem. Outro colou-se agora à bandeira, mas não se vê a tentar chegar a um consenso para desbloquear a situação…

Não sei porque, mas não me custa nada a acreditar nisto, se eu já não acreditasse há muito…

 

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As propostas do PCP, BE e PSD para recuperar os “942”

 

No ultimo dia para a entrega de propostas de alterações ao Orçamento de Estado para 2019, três partidos contemplaram o governo com propostas para a recuperação do tempo de serviço dos professores. O PCP, o BE e o PSD entregaram propostas diferentes, mas que convergem num ponto, a negociação com os sindicatos. Embora julgue que assim tem de ser, pois os representantes legais dos professores são os sindicatos, essa via já se esgotou. O governo esgotou-a durante todo o ano de 2018, com a sua intransigência e jogos de palavras, com o achincalhamento na praça pública, com o falso radicalismo, com interpretações e comparações impossíveis…

O Bloco de Esquerda propõe que todo o tempo de serviço dos trabalhadores dos corpos e carreiras especiais da função pública, incluindo os professores, seja reconhecido e considerado de modo faseado até ao final de 2023.

A proposta apresentada ao debate do Orçamento do Estado para 2019, na especialidade, propõe que o tempo de serviço seja considerado em cinco anos, a partir de janeiro 2019 até ao final 2023.

O Bloco propõe ainda que o “ritmo desta recuperação” seja objeto de negociação com os sindicatos, mas em caso de não haver acordo seja de 20% no início de cada ano.

Por fim, e finalmente aparece uma proposta, para os trabalhadores dos corpos e carreiras especiais da administração pública que tenham direito à aposentação antes do final de 2023, é proposto que possam optar pela “conversão do tempo de serviço não contabilizado em antecipação da idade da reforma, em termos a determinar legalmente na sequência de processo negocial a realizar no primeiro semestre de 2019”.

O PCP propõe que o todo o tempo de serviço deverá ser contabilizado, também, a todos dos trabalhadores dos corpos e carreiras especiais da função pública, mas durante um período de 7 anos, até 2025.

O PSD, propõe a inscrição, ipsis verbis, da norma, já existente no OE de 2018, que refere a obrigatoriedade da negociação com os sindicatos para a recuperação do tempo de serviço.

Estas propostas são feitas apenas porque o governo não mandou publicar a Portaria dos 2,9,18. Resta saber se alguma destas propostas será aprovada, se não for e a Portaria chegar a ser, algum dia, publicada, qual será o entendimento para a chumbarem e proporem uma Portaria conjunta… No meu modesto entender a do BE serviria muito bem.

Ficam as propostas para poderem consultar:

Proposta do BE

Proposta do PCP

Proposta do PSD

 

 

 

 

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Sugestão de Leitura – Glórias e Desaires da História Militar de Portugal, de Abílio Pires Lousada

 

Neste livro conhecemos gente corajosa que em nome da pátria levantou a espada. Debruçamo-nos sobre planos militares que nunca deveriam ter saído do papel e que levaram à derrota dos nossos exércitos. Engenhos inovadores que marcaram diferença no campo de batalha, e aplaudimos grandes líderes que graças à sua visão conseguiram conquistas extraordinárias.

Abílio Pires Lousada, historiador militar e mestre em estratégia, traz-nos um livro empolgante em que ficamos a conhecer as glórias e os desaires dos principais acontecimentos da História Militar de Portugal.

De São Mamede ao 25 de abril de 1974, passando pelo feito de Ourique e a conquista de Ceuta, o cerco de Lisboa e o domínio do Índico, a glória de Aljubarrota e a tragédia de Alcácer-Quibir, a captura de Gungunhana ou o desaire de La Lys, este livro traz-nos o retrato de 31 batalhas que fizeram a nossa nação.

 

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