Divulgação – Petição por um Concurso de Professores JUSTO para TODOS – Por um concurso de professores que respeite a graduação profissional

 

Somos um grupo de professores que pretende repor a justiça no concurso nacional de professores, de modo a não permitir ultrapassagens de docentes por outros com menor graduação, como tem vindo a acontecer nos últimos anos.
Em concursos anteriores, os docentes portugueses eram colocados com base nas listas de ordenação, ou seja, primeiro os docentes do quadro (Concurso Interno) e depois os docentes contratados (Concurso Externo), respeitando-se em cada situação a graduação, calculada com base na classificação profissional e no tempo de serviço.
No entanto, este princípio foi alterado, passando-se a atribuir diferentes prioridades aos QA / QE, QZP e, por último, contratados.
Posteriormente, com a criação da norma travão e do concurso de vinculação extraordinária, criou-se um mecanismo que possibilita o acesso a vagas, em quadro de zona pedagógica, só acessíveis a professores contratados, possibilitando-lhes a entrada em quadro, em vagas a que os professores do quadro não têm acesso. Com estas alterações, professores mais graduados estão a ser ultrapassados por outros muito menos graduados e veem-se impossibilitados de melhorar a sua situação profissional.
É assim imperioso e da maior justiça proceder-se a um concurso único, organizado em várias fases (interno, mobilidade, externo), que tenha em conta as reais necessidades do sistema (depois de estarem homologados todas as turmas e projetos de um determinado ano letivo) e que respeite a lista de graduação profissional.
A tutela tem o dever de valorizar todos os profissionais que trabalham nas escolas, sendo a principal responsável por criar condições para uma efetiva estabilidade da classe docente.
Cada docente tem o direito de ambicionar ser colocado cada vez mais próximo da sua área de residência, à medida que vai acumulando anos de serviço.
Na nossa opinião, não é legítima a alteração de regras em função de vontades políticas, sem uma avaliação prévia das consequências dessas medidas. Há uma década que as consequências têm acabado por provocar, cada vez mais, ultrapassagens e erros de avaliação, tendo os últimos concursos causado danos irreversíveis e de impacto imensurável aos docentes afetados e respetivas famílias.
Esvazia-se de sentido todo o tipo de concursos onde professores com o mesmo tipo de vínculo com o estado concorrem em prioridades diferentes, em função das diferentes fases de colocação do concurso. Somos todos professores e a lista de graduação profissional tem que ser sempre o critério único de colocação em todas as fases de concurso. Não haverá estabilidade nas escolas, se não houver estabilidade na classe docente e não haverá estabilidade na classe docente, se não houver um concurso de professores justo.
Em suma, reconhecendo que será sempre necessário proceder-se à distinção entre professores com vínculo ao estado e professores contratados, estamos convictos de que, para que não haja ultrapassagens criadoras de injustiças, TODOS os professores devem ter acesso a TODAS as vagas em TODAS as fases do concurso, respeitando-se a graduação dos professores.
Assim, para que o concurso de professores possa ser justo, consideramos que será necessário rever e alterar os seguintes pontos:

1- Norma Travão
A Norma Travão prevê a abertura automática de vagas para docentes que tenham 3 renovações ou 4 contratos de duração anual no mesmo grupo de recrutamento. Assim sendo, exclui todos os professores contratados que tiveram horários completos, mas em grupos de recrutamento diferentes ou aqueles que, por contingências diversas, não conseguiram obter os quatro anos completos e consecutivos.
Além disso, esta norma cria outra injustiça, pois as vagas estão vedadas a professores dos quadros que pretendem aproximar-se da sua residência. De facto, esta norma é extremamente injusta, pois não respeita a graduação, levando a ultrapassagens entre contratados e professores dos quadros e, como tal, deve ser eliminada.
Assim sendo, a ter que se manter este mecanismo de vinculação, o mesmo passaria a servir APENAS para o apuramento do número de vagas a abrir para vinculação desses professores e para identificar os que estariam na condição de poderem vincular-se. Após a contabilização das vagas, estas deveriam ser incluídas no Concurso Interno, ficando disponíveis, numa primeira fase, para os docentes do quadro. Numa segunda fase, as vagas recuperadas destinar-se-iam à vinculação dos docentes abrangidos pela referida Norma Travão.

2- Vinculação Extraordinária
A Vinculação Extraordinária deverá ser completamente reformulada pois, nos moldes atuais, promove desigualdade de oportunidades, ao não permitir a candidatura de professores do quadro (QA/QE/QZP) às vagas criadas, impedindo assim estes profissionais de melhorar a sua condição profissional como seria expectável ao longo de largos anos de carreira, com a agravante de verem vincular aos lugares de quadro da sua preferência colegas menos graduados. Todos os professores de quadro devem ter acesso a todas as vagas, ou seja, às vagas criadas, bem como às libertadas por outros docentes de quadro, sendo estas então posteriormente recuperadas para a vinculação de docentes contratados.
A Vinculação Extraordinária passaria a existir então, tal como a Norma Travão, APENAS para se aferir o número de vagas necessárias a criar e os locais em que estas seriam criadas, de modo a permitir, em primeiro lugar, a movimentação dos quadros, no sentido de garantir equidade e justiça no acesso e na melhoria das condições de trabalho para todos.
Os docentes de quadro que já estão na carreira docente há vários anos veem anualmente as suas condições de trabalho degradarem-se, sobretudo em consequência da introdução de um Concurso de Vinculação que cria vagas às quais não podem concorrer para, legitimamente, melhorarem as suas colocações e alcançarem a estabilidade profissional almejada em todas as carreiras. Afirmamos mesmo que, com a Vinculação Extraordinária, se verifica o atropelo de um princípio constitucional, por se vedar um concurso público a um grupo de profissionais com habilitação para o exercer, limitando-se o mesmo a um outro grupo profissional com as mesmas características.

Verifica-se ainda que tanto a Vinculação Extraordinária como a Norma Travão violam a lei geral do trabalho e, de acordo com o Guia do Procedimento Concursal, (disponível em linha em http://www.sec-geral.mec.pt/sites/default/files/guia_do_procedimento_concursal.pdf) elaborado com base na Portaria nº 83-A/2009, de 22 de janeiro, alterada pela Portaria n.º 145-A/2011, de 6 de abril, podemos ver no ponto 3. Âmbito de recrutamento (art.º 5.º da Portaria e n.ºs 3 a 7 do art.º 6.º da LVCR) “Recrutamento para atividades de natureza permanente: A quem se destina? Regra: Trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado previamente estabelecida, quer estejam em exercício efetivo de funções ou na situação de mobilidade especial. Exceção: Em caso de impossibilidade de ocupação de todos ou de alguns postos de trabalho por recurso a trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado previamente estabelecida poderá proceder-se ao recrutamento de trabalhadores com relação jurídica de emprego público por tempo determinado ou determinável e trabalhadores sem relação jurídica de emprego público previamente estabelecida, mediante parecer favorável dos membros do Governo responsáveis pelas Finanças e pela Administração Pública.”, os docentes do quadro deveriam ter primeiramente acesso às vagas.

3 – PRIORIDADES
CONCURSO INTERNO
Prioridade Única- Docentes de carreira, detentores de vínculo com o estado, de acordo com a graduação e independentemente de serem QA / QE ou QZP.
NOTA: Mudança de Grupo – Permitir a mudança de grupo, devendo os professores ser colocados de acordo com a sua graduação, o mais graduado deve ter acesso à vaga.

CONCURSO EXTERNO
Prioridade Única – Professores Contratados (vagas sobrantes de QA e QZP + as apuradas em consequência do previsto na lei – 4 contratos anuais e completos consecutivos determinam a abertura de uma vaga no QZP da escola em causa)

Nota: Docentes contratados que pretendam entrar nos quadros considerando o serviço prestado no público como critério preferencial no cálculo da graduação. Assim, o tempo de serviço prestado no ensino público deveria ser contabilizado acrescentando 1 valor na graduação profissional por cada 365 dias de serviço após a profissionalização, enquanto o serviço prestado no ensino privado seria valorizado em 0,5 valores por cada 365 dias de serviço.

MOBILIDADE INTERNA
Prioridade Única – Professores de QA/QE e QZP com disponibilização de todos os horários no intervalo entre 8 e 22 / 25 horas, havendo obrigatoriamente lugar a uma recuperação de vagas na mesma fase do concurso, de modo a não lesar colegas de QE e QZP com menor graduação. (com a imperativa recuperação das vagas criadas pela colocação de QA com componente letiva na mesma fase do concurso).
Uma vez que um docente de QZP pode concorrer a vários grupos de recrutamento na Mobilidade Interna, desde que seja detentor das mesmas habilitações nesses mesmos grupos, sugere-se que:
1. esta possibilidade seja alargada aos QE sem componente letiva.
2. os docentes possam intercalar na sua ordem de preferências os vários grupos de recrutamento para os quais detenham habilitações profissionais.

NOTA: Neste ponto, seria também de rever a dimensão dos QZP, reduzindo-a, mantendo a possibilidade de todos os docentes concorrerem a todo o país na MI, de modo a impedir que, mais uma vez, os docentes mais graduados sejam injustamente ultrapassados e lesados pela VE.
Outra alternativa seria extinguir os QZP e possibilitar aos docentes concorrerem às escolas da sua preferência (estipulando-se, por exemplo, a obrigatoriedade de concorrer a um mínimo de 50 escolas).
Deste modo, os professores de QZP mais graduados teriam a possibilidade de se aproximarem da sua área de residência e seria minimizada a desigualdade criada pelas anteriores Vinculações Extraordinárias.
NOTA 1: Os docentes em mobilidade por doença não devem ocupar vagas da mobilidade interna.
CONTRATAÇÃO INICIAL / RESERVA DE RECRUTAMENTO
1ª Prioridade – Professores de QA/QE e QZP não colocados na mobilidade interna
2ª Prioridade – Professores Contratados
NOTA: Manutenção das Reservas de Recrutamento enquanto subsistam docentes na lista graduada por colocar. – Extinção das contratações a nível de escola.

Notas Finais

Pelo supracitado, os peticionários consideram que:
Será essencial a realização de novo concurso geral no próximo ano letivo de 2018/2019, de modo a corrigir situações de injustiça criadas com estes concursos.
Em suma, nós, peticionários, solicitamos que se respeite a lista graduada para colocação de professores, em todas as fases do concurso, e que todas as vagas apuradas como necessidades permanentes (que permitam ocupação por professores do quadro) fiquem acessíveis a todos os professores.
O modelo por nós proposto não favorece os professores dos quadros nem prejudica os professores contratados, pois pauta-se pelo respeito da graduação profissional, como é da mais elementar justiça.
Tendo em conta que esta situação já se verifica há alguns anos, é premente que no próximo ano letivo se realize um concurso geral, tendo já em consideração as regras acima citadas. Só assim, serão minimizados os efeitos nefastos destes últimos concursos e deixará de haver novas ultrapassagens, repondo alguma justiça nas colocações.
Ficarão a ganhar professores, alunos, encarregados de educação e todo o sistema de ensino.

Alexandre Emanuel Barroso Fernandes
Carla Alexandra Marques Silva
Sónia Maria Bacelar Brochado Coutinho
Mónica Alexandra Rodrigues Ferreira
Yann Gustave Sévegrand

 

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66 comentários

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    • "igualdade" on 8 de Outubro de 2017 at 10:00
    • Responder

    deixo só aqui uma dúvida vida para quem me puder esclarecer:
    como essa petição abrange a maravilhosa legislação existente nas regiões autónomas particularmente a da região autónoma da madeira já que há várias décadas existirem renovações de contrato, o que é uma vergonha, já que os professores da RAM sobem na carreira não pelo critério da graduação profissional, podendo passar facilmente para os quadros de continente, ou seja, para se concorrer para as regiões concorre-se em segunda prioridade mas para concorrer das regiões para o continente concorrem na primeira como se tivessem a trabalhar cá?
    Todos os anos os professores contratados do continente são ultrapassados pelos professores das regiões autónomas e para aqueles que se encontram em piores situações, perderem o seu ganha pão sabendo se houvesse um concurso justo ainda poderiam por mérito estar a trabalhar.

      • Contribuinte Indignado on 8 de Outubro de 2017 at 14:19
      • Responder

      .
      O importante é a MUNICIPALIZAÇÃO DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO.

      A questão do CONCURSO DE DOCENTES fica imediatamente Resolvido.

      Um Concurso Único a Nível Municipal.

      Esta anarquia de pretenderem Concursos á medida tem que acabar. Uns querem Horários Incompletos + Ordenado Por Inteiro + Escola á Porta de Casa, outros querem Horários Zero……enfim….um forrobodó….

      Já faltou mais para a BANDALHEIRA TERMINAR
      .

        • Amorim on 8 de Outubro de 2017 at 16:04
        • Responder

        Municipalizar a educação para a contratação de professores deixar de ser por critério claros? Nas câmaras é só cunha quem não conhecer alguém importante, fica no desemprego, mesmo que seja o melhor professor. Já concorri para mais de 15 concursos em câmaras sendo tendo um curriculum superior aos outros concorrentes e em todos vi esquemas para colocar quem interessava….fiz figura de urso.

        • Contribuinte on 9 de Outubro de 2017 at 9:35
        • Responder

        Sou é a favor de se promoverem agrupamentos de câmaras municipais, metade das atuais já eram demasiadas!

    • Laura on 8 de Outubro de 2017 at 10:34
    • Responder

    Mas porque deve vincular um professor que trabalha apenas 6 meses por anos apesar de trabalhar há muitos anos em vez de um que faz os 4 contratos seguidos da norma travão? Não é assim em mais nenhuma profissão. Só no ensino se efetivam pessoas que não trabalham a tempo inteiro nem o ano inteiro, as vagas abertas deveriam ser apenas as da norma travão.
    Depois os mesmos queixam-se que não ficaram com 8 horas ao lado de casa e a ganhar salário completo como os da MI deste ano.

      • Ivone Nogueira on 8 de Outubro de 2017 at 10:56
      • Responder

      Lamentável essa opinião….pois sim…as vagas abertas deviam ser apenas as da norma travão???? Colega, por ter um contrato anual acha-se “melhor” e com mais direitos do que quem fica em horários temporários????
      Tem de começar a observar as listas que saem às sextas feiras e aí pode verificar que colegas mais graduados que ficaram por exemplo na RR2 num horário temporário, poderiam, na semana seguinte (RR3) ficar num anual, que a maioria das vezes é atribuído a alguém menos graduado….Antes de falar reflita!!!

        • paula on 8 de Outubro de 2017 at 12:16
        • Responder

        Colega a norma travão é uma boa solução. Atualmente já se entra pela lista graduada (CI e RR). Existem muitos colegas que por razões familiares e apesar de estarem melhor a nível de graduação nunca concorrem para zonas onde saem os horários anuais. Agora a solução, por sim proposta, é efetivar esses colegas que estão em temporários e que não estão interessados em trabalhar nas zonas em que de facto existem vagas?! Concordo que deveriam limar algumas arestas da norma travão (também tenho 3 grupos de recrutamento e só concorro a 1 por causa da norma travão!).

          • Ivone Nogueira on 8 de Outubro de 2017 at 16:56

          Agora sim…..já se entra pela lista graduada….mas a norma travão tem efeitos retrativos…..isto é, professores colocados pela BCE em finais de outubro e novembro viram os seus contratos retroagirem e foram renovados e vão vincular…. os mais graduados que entraram em setembro pelas reservas de recrutamento perderam dias de serviço e a hipótese de vincular pela norma…. Concordaria com a norma travão se os contratos sucessivos começassem a contar a partir do ano em que terminou a maléfica BCE…..Mais informo que concorro há 15 anos e sempre a nível nacional….tenho tido o azar de entrar sempre pelas reservas de recrutamento….. Algo vai muito mal no ensino quando um professor com 20 anos de serviço não vincula e outro com 5 ou 6 vincula…..não tenho mais nada a dizer, é uma questão de justiça!!

          • paula on 8 de Outubro de 2017 at 18:28

          Atualmente acho difícil vincular com 5 ou 6 anos de serviço, mas infelizmente já aconteceu. Não assino esta petição que está cheia de segundas intenções e não se foca no que de facto deveria …. Para mim serve os interesses de alguns grupos de pessoas (conclusão que tiro após analisar bem o que ela contém)

          • Jose Manuel N Fernandes on 9 de Outubro de 2017 at 19:41

          Jamais assinaria uma petição desta índole que continua a dividir os profissionais da educação em professores do público e professores do privado. Onde é que colocam os professores das escolas do ensino particular e cooperativo que ao longo de décadas proporcionaram formação a milhares de jovens em regiões onde ainda hoje não há escola pública e com as quais o Estado Português celebrou e ainda celebra contratos de Associação?

          • paula on 9 de Outubro de 2017 at 20:23

          Eu sempre dei aulas no público, e algumas formações no IEFP, mas quanto a isso a minha solução era entrar tudo da mesma forma ou seja por concurso público (uma vez que é o estado que paga a essas escolas). Acho que aumentavam bastante o números de vagas a concurso (principalmente a norte) e já ninguém reclamava de cunhas.

        • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 13:54
        • Responder

        Ivone e Laura, a NT é uma imposição legal (da qual sou contra), mas refira-se que é uma imposição legal. É irrevogável.

          • Cgtp adv on 9 de Outubro de 2017 at 9:39

          Como se pode ser contra a norma travão? O direito geral do trabalho estabelece que 3 contratos consecutivos dão acesso directo ao quadro!

          • SapinhoVerde on 9 de Outubro de 2017 at 20:58

          O facto de ser contra NT é uma convicção pessoal (como já afirmei). Agora o que está na lei é para se cumprir. Petiçoes para alimentar o ego de um grupo que tem opiniões próprias …. Não obrigado.

      • joana couto on 8 de Outubro de 2017 at 11:48
      • Responder

      Concordo plenamente com a opinião da colega!Acho uma opinião refletida e muito bem fundamentada!Como é que os professores contratados querem entrar no quadro lecionando em horário incompleto e/ ou temporário???Estar em horário incompleto significa que não são necessários ao sistema de forma permanente!Lembrem-se… o Ministério da Educação não é uma agência de emprego!Deve efetivar aqueles que são necessários ao sistema. A norma travão não pode acabar… foi uma poderosa conquista dos professores contratados pois é uma imposição das diretivas europeias… aliás pode é ser reduzida para três anos… mas nunca acabar…pois quer queiramos ou não é uma forma justa de entrar no sistema…

        • Ivone Nogueira on 8 de Outubro de 2017 at 16:57
        • Responder

        mas a norma travão tem efeitos retrativos…..isto é, professores colocados pela BCE em finais de outubro e novembro viram os seus contratos retroagirem e foram renovados e vão vincular…. os mais graduados que entraram em setembro pelas reservas de recrutamento perderam dias de serviço e a hipótese de vincular pela norma…. Concordaria com a norma travão se os contratos sucessivos começassem a contar a partir do ano em que terminou a maléfica BCE…..Mais informo que concorro há 15 anos e sempre a nível nacional….tenho tido o azar de entrar sempre pelas reservas de recrutamento….. Algo vai muito mal no ensino quando um professor com 20 anos de serviço não vincula e outro com 5 ou 6 vincula…..não tenho mais nada a dizer, é uma questão de justiça!!

    • Ivone Nogueira on 8 de Outubro de 2017 at 10:50
    • Responder

    Não concordo…a norma travão tem de ser eliminada por completo….as injustiças que provoca vão muito além do que é referido…….A norma travão é a forma mais vergonhosa e injusta para a vinculação de professores. Porquê?
    —–Prejudica de forma gritante quem possui qualificação profissional para mais de um grupo de recrutamento.
    —– Em anos anteriores, docentes que foram colocados pela reserva de recrutamento (depois do inicio das aulas), ainda que em setembro, perderam dias de serviço e não foram reconduzidos, em contrapartida colegas menos graduados, que entraram pelos critérios manhosos da BCE em outubro e novembro quer em horários anuais, quer em horários temporários tiverem o privilégio de ver os seus contratos retroagirem a 1 de setembro e foram reconduzidos, o que lhes deu acesso a terem as condições para vincularem pela Norma-Travão, colocando-os de forma injusta em clara vantagem em relação aos colegas colocados mais cedo nas reservas de recrutamento.
    —–Com estas ilegalidades, os colegas colocados pelas BCE foram conseguindo ultrapassar outros colegas, porque ilegalmente vão conseguindo mais tempo de serviço, são os que vincularam e os que maioritariamente vão vincular pela norma travão se esta continuar.

    Para provar estas ilegalidades basta ir às reservas de recrutamento dos anos anteriores. Nas listas verifica-se que existem professores não colocados nos meses de outubro e novembro, e nas reservas de recrutamento seguintes, não se encontram nem na lista de colocados, nem na lista de não colocados, concluindo-se que entraram pela BCE. Qual não é o espanto quando nos concursos seguintes se verifica que são adicionados ao seu tempo de serviço 365 dias!

    Segundo os sindicatos, a Norma-Travão é a única forma de obrigar o Ministério da Educação a abrir vagas. Cabe-me relembrar que antigamente, e não é assim tão longínquo, os professores vinculavam tendo em conta a graduação. Abriram 30 vagas, entravam os 30 melhores graduados. Na minha opinião é mais justo entrarem os 30 melhores graduados em vez de 100 que ultrapassam e destroem a vida de “outros” colegas que tanto lutam e lutaram pelo seu tempo de serviço! A vinculação respeitando a lista graduada, como sempre foi feito, não causaria estes desentendimentos entre professores, estes concursos confusos, cujas regras se ditam a meio do jogo.

    Pessoas adultas e com o mínimo de ética reconhece estas injustiças, governantes com o mínimo de ética deviam limitar-se a estabelecer o faseamento da entrada nos quadros, usando a lista nocional de graduação dos professores e respeitando o tempo de serviço no ensino público. No contexto presente, é o único instrumento, que garante equidade. Porque teimam em desrespeitá-la? Porque insistem em critérios opacos, que beneficiam uns em detrimento de outros e somam injustiças gritantes a deploráveis decisões anteriores?

    Lamentável!!!

    • Ana Martins on 8 de Outubro de 2017 at 11:23
    • Responder

    E o privado com contrato de associação?

      • Nabiça on 8 de Outubro de 2017 at 11:55
      • Responder

      Os privados com contrato de associação é uma questão que já está resolvida. Se tivesse lido o DL dos concurso saberia disso.

        • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 13:56
        • Responder

        Ana e Nabiça, tempo no privado = zero (segundo a minha opinião) mas isso colide com atos administrativos consolidados. É inconstitucional. É ilegal.

          • anonimo on 8 de Outubro de 2017 at 14:06

          Concordo. Mas devia contar também ZERO para os privados que já vincularam e não apenas para os contratados. Muitos privados vincularam logo nos 1ºs concursos extraordinários com graduações elevadíssimas e atualmente estão colocados bem perto das suas áreas de residências a custa disso.
          Trabalharam anos em colégios (perto das suas residência), vincularam e continuam à frente de todos os outros. Nunca saíram da sua zona de conforto nem penaram em horários miseráveis pelo país como os professores da escola pública.

          • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 14:57

          Caro Anónimo, é essa a minha opinião há mais de 20 anos, privados = zero, mas são direitos adquiridos, tal como a reforma do “doutor” relvas ou a do ricardo salgado. Nada a fazer.

          • anonimo on 8 de Outubro de 2017 at 15:38

          Nada a fazer? Nisso não estou de acordo. Que ideia é essa de direitos adquiridos? Esses professores têm direitos adquiridos num setor para o qual NÃO TRABALHARAM? Já é muito bom terem vinculado na escola pública. No setor ONDE NÃO ADQUIRIRAM O SEU TEMPO DE SERVIÇO. Sabe por quê? porque muitos professores lecionam há 10, 15 anos sempre no setor público e continuam contratados e ninguém lhes reconhece direitos adquiridos e vão reconhecer a esses professores, deixando que os mesmos ultrapassem quem sempre lecionou no ensino público?

          • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 15:42

          Caro anónimo, nada a fazer mesmo, esse tempo de serviço foi homologado, está na legislação. Não concordo, mas mesmo, mesmo nada feito.

          • Ngola on 8 de Outubro de 2017 at 21:43

          Desde que as regras mudem SÓ para os outros, está tudo bem, não é?

      • Contratada100esperança on 9 de Outubro de 2017 at 9:44
      • Responder

      As escolas privadas com contratos de associação deveriam recrutar os docentes pela lista graduada do ME!

    • Nabiça on 8 de Outubro de 2017 at 11:52
    • Responder

    Esta petição está cheia de propostas que são ilegais e algumas que já se aplicam na legislação em vigor, o que revela que quem a propõem não conhece a legislação em vigor.

    Norma Travão – é a aplicação de uma norma europeia de proteção do trabalhador que visa impedir que os estado contratem sucessivamente o trabalhador. Ou seja é a norma que obriga os estados a efetivarem os contratados. Se temos professores contratados com mais de uma década de contratos no ensino publico deve-se ao atraso de quase 15 anos da aplicação desta norma. Ela deveria ter sido aplicada até 2001 e esteve para ser aplicada nessa altura. Infelizmente para muitos contratados Guterres demitiu-se pouco tempo antes da norma ter sido aprovada.

    Norma Travão e Vinculação Extraordinária – As vagas exclusivas para contratados nestes concursos são a única forma de garantir que contratados vinculem. Se abrirem as vagas para o interno (por definição deixaria de ser um concurso extraordinário) existe sempre a hipótese de essas vagas serem ocupadas por QA e QZP que estão em vagas negativas, o que diminuiria o número de efetivações.

    Concurso Interno – Dar a mesma prioridade a quem quer mudar de grupo é violar a mesma norma geral da função publica que dizem estar a ser violada com as vagas exclusivas para a Norma Travão e Vinculação Extraordinária. Ver na mesma petição em pontos consecutivos a denuncia da violação de uma norma e a defesa da violação da mesma norma revela a falta de seriedade e conhecimento da legislação dos peticionários.

    Concurso Externo – neste ponto está outra total contradição e desconhecimento da legislação. Por um lado defendem uma prioridade única mas logo a seguir defendem que o tempo de serviço no publico devia ser “critério preferencial” no cálculo da graduação. Se consideram que deve existir um tratamento preferencial para o tempo de serviço no publico não se compreende porque defendem a eliminação das atuais prioridades que baseiam-se exatamente no tempo de serviço no publico.

    Mobilidade Interna – Quando defendem o alargamento aos QA sem componente letiva de concorrerem a outro grupo, tal como acontece aos QZP, estão a revelar que essa possibilidade já existe na legislação em vigor.

    Infelizmente a proposta que resolveria o problema da maioria dos professores, sejam eles QA, QZP ou contratados aparece apenas, de forma indireta, como alternativa na Mobilidade Interna. A extinção dos QZP com a passarem dos mesmos para QA só poderá acontecer em Concursos Internos se nestes abrirem vagas de QA que permitam esse passagem.


  1. A meu ver a única solução seria a eliminação progressiva da figura QZP, não faz sentido nenhum termos uma figura legal que na realidade não existe, único motivo que dá estabilidade docente nas escolas é o facto de os docentes de QE/QA poderem concorrer na 1ª prioridade no CI, sem esta norma ninguém ponderará vincular em escolas da periferia, basta analisar o que ocorreu este ano letivo, na minha zona, no grupo 910, dos 15 professores que efetivaram neste QZP no externo-extraordinário/ordinário, apenas 3 ficaram na zona, o que fez com que abrissem novamente as vagas destes que efetivaram para contratos.
    Penso que o concurso deveria abrir apenas QE, indo progressivamente acabando com os QZP à medida que os docentes fossem sendo colocados, foi a solução encontrada nos Açores, desta forma poderíamos passar a ter CI anual e não a estupidez quadrienal que foi legislada no tempo da Maria de Lurdes Rodrigues.

    • Carf on 8 de Outubro de 2017 at 12:07
    • Responder

    Esta petição quase que retira a hipótese dos contratados vincularem e beneficia quem pertence já ao quadro. A precariedade continuava e quem já está no poleiro ficaria ainda melhor. NÃO ASSINEM.

      • joana couto on 8 de Outubro de 2017 at 12:21
      • Responder

      Concordo, mais uma vez, plenamente… NÃO ASSINEM!!!Esta petição está cheia de irregularidades avassaladoras… É completamente desprovida de bom senso, de conhecimentos legais… Enfim… é vergonhoso os professores efetuarem uma petição exibindo tanto desconhecimento legal…É UMA VERGONHA PARA A NOSSA CLASSE!!!

        • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 14:09
        • Responder

        Exato. Está ferida de ilegalidades.
        Poupem por favor os Srs da provedoria com “bobagens umbigais”

      • anonimo on 8 de Outubro de 2017 at 15:53
      • Responder

      Só os beneficiados é que estão contra a petição.
      Para esses, um concurso, tendo por base a graduação, seria, de facto, o desterro.

    • António Carlos Silveira on 8 de Outubro de 2017 at 12:29
    • Responder

    NÃO ASSINO uma petição feita à medida de alguns. Ter uma boa graduação não é ter o direito de se fazer o que se quiser em detrimento dos. Porque é que colegas que podem concorrer a 3 ou 4 grupos devem ser beneficiados? … É isto de por QA/QEs e QZPs é muito engraçado.
    O que no fundo pretendem quebrar os direitos emergentes a uma vinculação. Os professores que têm vinculo e querem ficar onde estão vinculados têm tantos direitos como aqueles que pretendem não permanecer onde estão vinculados.

    • Faro on 8 de Outubro de 2017 at 12:38
    • Responder

    Estes espertalhões só este ano se lembraram desta petição? Querem que vos diga o porque, são os novos vinculados em QZP fora da sua residência, que andaram anos e anos a trabalhar perto de casa, e agora que vincularam querem continuar ao pé de casa, e a única forma de conseguir é lutar pela graduação e mandar outra vez para longe, aqueles que já estiveram longe dezenas anos e conseguiram vincular no QZP perto de casa, ou seja eles sabem que têm graduação maior e querem é o lugar dos que já são QZP na sua zona de residência, mas fiquem a saber que esses QZP com menos graduação penaram por muito longe para conseguirem chegar a QZP da sua zona de residência, não é como estes novos vinculados que não saírem da sua zona de conforto nem querem sair por nada. tenham vergonha…..

      • Fátima Carvalho on 8 de Outubro de 2017 at 14:07
      • Responder

      Está enganado. Sou QZP desde 1997 e não concordo com esta petição.

      • Contribuinte Indignado on 8 de Outubro de 2017 at 14:33
      • Responder

      .
      A Escola Pública está infestada de “espertalhões”

      Só a MUNICIPALIZAÇÃO DO ENSINO e dos CONCURSOS pode resolver esta MÁ GESTÃO DOS RECURSOS.

      Temos PROFESSORES EM EXCESSO. Alguns tem que ir para o Olho da Rua.
      .

        • Fátima Carvalho on 8 de Outubro de 2017 at 15:43
        • Responder

        Sobre a municipalização da educação, em Portugal não é possível. Veja-se o que se passa nas autarquias.

      • anonimo on 9 de Outubro de 2017 at 16:38
      • Responder

      Claro que os satisfeitos estão contra a petição. Se forem colocados pela GRADUAÇÃO vão parar aonde?….
      Agora vamos ver QUANTOS são os insatisfeitos (porque vão ser esses a assinar esta petição). Serão só os “cento e poucos” como disseram aqui? O próprio 1º Ministro disse também que eram cento e tal.
      Vamos ver.

    • João on 8 de Outubro de 2017 at 13:01
    • Responder

    Concurso de professores Justo para todos
    Mais uma petição para beneficiar alguns e prejudicar de outros. É muito bonito e supostamente justo evocar o princípio da graduação profissional para não haver ultrapassagens, mas depois quando se referem ao concurso externo e aos contratados aí a graduação profissional já não é um princípio válido, aí desvaloriza-se em 50 por cento o tempo de serviço dos professores que estiveram em escolas com contrato de associação e que foram colocados numa situação de desemprego muito por culpa do ministério da educação. Eles aborrecem nos concursos, mas serviram o estado português durante anos como os que trabalharam no setor público. Querem ser coerentes? Proponham a desvalorização também em 50 por cento do tempo de serviço a todos os professores dos QA, QE, QZ que têm tempo de serviço de escolas privadas, vão verificar que muitos ficarão com a graduação bem mais reduzida e não terão grande possibilidade de se aproximar do seu local de residência e muito menos quererão mudar a legislação dos concursos.
    A legislação dos concursos atual não é justa, mas nunca irá ser justa, porque todos os professores só olham para o seu umbigo e querem apenas legislação à sua medida. O Ministério devia assumir as suas responsabilidades por tudo o que fez no setor do ensino e criar uma legislação justa que não discriminasse professores.

    • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 13:52
    • Responder

    Caros colegas, em vez de andarem a pedir petições para satisfazer as (vossas) necessidades e o ego de cada um informem-se primeiro antes de fazerem figura de ignorantes:
    Afirmo desde já que sou contra a norma travão, horários incompletos, horários de gaveta, ultrapassagens e fugas à graduação. O técnicos afilhados também deveriam de terminar dêm uma vista de olhos na lista colorida e depois as contratações em CE sobrepoem-se às listas de graduação de cada GR.
    1 – A norma travão (a qual sou contra) não poderá deixar de existir conforme está. É uma imposição da UE. Portanto tem que continuar conforme está. Trabalhador com mais de 3 anos tem que ser integrado.
    2 – A vinculação extraordinária tem que continuar nos moldes como está. Não se pode misturar os concursos externos com os internos. Um interno não pode concorrer às vagas externas porque da mesma forma um externo não pode concorrer às internas.
    3 – Distinção entre QAQE e QZP não deveria de existir, tudo pela graduação. Mobilidade interna para todos os horários a partir das 8 horas e não apenas para horários completos.
    Concordo que o tempo no privado seja = zero, mas isso ira colidir com atos administrativos consolidados, logo é ilegal, além de dar uma trapalhada de todo o tamanho.
    Obrigatoriedade de concorrer a 50 escolas? FIXE no 560 (ciências agropecuárias) eu indico-vos mais de 100 escolas sem esse GR, o mesmo se passa no 530 com mais de 100 escolas com vagas negativas.
    Portanto uma petição nestas circunstâncias é uma perda de tempo.
    No entanto uma VE e também NT em 2018 com o apuramento real das vagas seria bem vinda.

    • Pinheiro on 8 de Outubro de 2017 at 13:56
    • Responder

    Esta petição deve ser uma brincadeira de mau gosto, no diz respeito à contagem do tempo dos professores do ensino privado com contrato de associação: “0,5 valores por cada 365 dias de serviço”.Professores que deram tudo nessas instituições, viam reduzir para metade o tempo que lá trabalharam. Só podem estar a brincar!
    Estes professores do ensino público pensam que são donos da coisa pública, que isto é uma coutada deles. Os professores dos colégios foram despedidos, ficaram sem horário, portanto são horários -zero e agora nem concorrer poderiam em igualdade de circunstâncias. Então, os professores com horários-zero do público devem ser despedidos, tal como nós fomos.

      • SapinhoVerde on 8 de Outubro de 2017 at 14:07
      • Responder

      Concordo que o tempo de serviço no privado = ZERO. No entanto isso colide com atos administrativos consumados.
      Antes de pensarem no vosso umbigo leiam um pouco de legislação.
      Para vos poupar maçadas:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Ato_administrativo
      Consumado: é o ato que já produziu todos os seus efeitos, nada mais havendo para realizar.

      • Fátima Carvalho on 8 de Outubro de 2017 at 15:41
      • Responder

      Concordo consigo, o tempo de serviço deve ser contado na íntegra, tenham trabalhado no privado ou no público, em Portugal ou no estrangeiro. Também não entendo a contagem antes e depois da profissionalização. Isto só mesmo em Portugal.

      • Costa on 8 de Outubro de 2017 at 16:17
      • Responder

      Quem trabalhou nos colégios privados nem devia contar tempo de serviço. Um arquiteto ou engenheiro que trabalhe 20 anos numa empresa privada concorre a uma câmara municipal e sabe o que acontece, não conta o tempo de serviço para concurso da câmara a experiência do arquiteto e engenheiro vale zero entende. Desta forma quem tem experiência em colégios privados concorra a outros colégios e exija colocação por experiência e logo vê o que acontece. Também já trabalhei em escolas privadas e concordo que o tempo de serviço conte metade apenas considero justo.

        • Zé Manel on 11 de Outubro de 2017 at 22:15
        • Responder

        Seguindo a sua linha de raciocínio (?) os que se formaram no privado também não devia poder concorrer …

    • Fátima Carvalho on 8 de Outubro de 2017 at 14:17
    • Responder

    Na minha opinião, deveria haver só uma fase, respeitando a lista de graduação. Não concordo nada que os QE, a quem já foi atribuída uma escola, voltem a concorrer na MI, na mesma prioridade que os QZP que não têm escola. O ME não interfere na escolha das escolas nem dos QZP para os quais o decente concorre. Já agora, sinto-me profundamente injustiçada pelo facto de terem alargado o meu QZP sem me pedirem autorização. Se soubesse que isso viria a acontecer, teria, há muito, efetivado numa escola. Todos fomos injustiçados de uma maneira ou de outra.

      • Contribuinte Indignado on 8 de Outubro de 2017 at 14:23
      • Responder

      .
      “….sinto-me profundamente injustiçada pelo facto de terem alargado o meu QZP sem me pedirem autorização”

      Isto é mesmo uma ANARQUIA.

      Esta gente tem emprego e ainda protesta.

      Esta gente é PAGA PELOS CONTRIBUINTES ao dia 23 de cada mês e ainda reclamam.

      Esta gente quer Horários Incompletos + Ordenado Por Inteiro + Escola á Porta de Casa.

      Esta gente o que realmente quer é NÃO TRABALHAR e que lhes LEVEM O SALÁRIO A CASA.

      Tenham VERGONHA.
      .

        • Contribuinte Indignado on 8 de Outubro de 2017 at 14:29
        • Responder

        .
        Neste momento HÁ PROFESSORES EM EXCESSO NO SISTEMA.

        Racionalizem os Recursos Humanos da Educação.

        ACABEM COM O EMPREGO FICTÍCIO.
        .

        • Parem com isso on 9 de Outubro de 2017 at 9:57
        • Responder

        Tento na língua quando chama “gente” aos professores e professoras tão contribuintes como os restantes cidadãos deste país! A maioria dos docentes deste país são merecedores de rasgados elogios e reconhecimento pelo seu trabalho meritório!

      • Lara on 8 de Outubro de 2017 at 14:32
      • Responder

      Ai sim? Coitadinha. Só se sente injustiçada em 2017? Os tamanhos dos qzp’s já mudou há muito, desde 2013. Onde andaram estes anos que não se queixaram antes? …Colocados num horário pequenino perto de casa e o contratado que fosse ocupar a vossa vaga no cú de judas, pois…não sei se agora não será tarde demais!

        • Fátima Carvalho on 8 de Outubro de 2017 at 15:35
        • Responder

        Está enganada. Estou longe de casa, aprendi a ser resiliente, faz bem à mente. Não entendeu o meu discurso, se soubesse que alargariam os QZP, há muito que teria concorrido e efetivado, são escolhas que se fazem na vida. E quanto aos contratados, deveriam fazer parte da lista de graduação. É inadmíssivel que haja contratados com 15 anos de serviço.Não seja tão azeda, procure ser justa com todos.

    • Contribuinte Indignado on 8 de Outubro de 2017 at 14:26
    • Responder

    .
    Vamos arrancar de imediato com uma petição pela:

    MUNICIPALIZAÇÃO DO CONCURSO DE PROFESSORES
    .

      • Zé Carlos on 8 de Outubro de 2017 at 20:54
      • Responder

      Ora sim senhor até que enfim que há alguém que nos quer levar para o buraco… mas ao contrário do que se passa, assim vamos à velocidade do TGV!

    • Afonso on 8 de Outubro de 2017 at 14:26
    • Responder

    Os QZP’s chorões colocados a 25 de agosto só dão tiros nos pés. Em nome de uma suposta ultrapassagem que levou mais graduados a ficarem colocados com os melhores horários, os completos (embora eles discordem), abriram a caixa de pandora que os QE/QA estavam à espera. Se uma coisa destas avança, então é que a vida do QZP se complica.

    • Miguel Moura on 8 de Outubro de 2017 at 14:45
    • Responder

    Esclarecimento:

    Boa tarde,
    A petição que surgiu hoje no bolg Arlindovsky não tem origem no nosso grupo, e não é subscrita por nós quanto grupo.
    Consideramos a proposta prematura, mas um ponto de partida para uma discussão mais alargada. Estamos a planear essa discussão num futuro próximo.

    Grupo Luta Por um Concurso de Professores Mais Justo

    • Ando Cá Há Muitos Anos on 8 de Outubro de 2017 at 15:01
    • Responder

    Duas breves notas:
    – Considerando o conteúdo do texto, é nítida a intenção de menosprezar os professores contratados.
    – Curiosamente, muito professores contratados têm graduações superiores às de outros professores vinculados, pelo que a “justiça” e a “equidade” serão sempre critérios muito subjetivos.
    Não temos e nunca teremos uma Ordem. Somos, por tudo o que se lê, nas linhas e entrelinhas deste texto, o grupo profissional mais desorganizado, mesquinho e, claro, “umbiguista” (como já se disse neste espaço) que existe e os sucessivos anos e concursos têm provado de forma bem evidente que ninguém admite, sequer, que os seus interesses pessoais, mais ou menos óbvios e/ou legítimos, não sejam assumidos como os de toda a classe.

    https://www.facebook.com/doisdesenhosaconversar/photos/a.267841509961077.62428.267838609961367/1332930480118836/?type=3&theater

      • Obrigado on 8 de Outubro de 2017 at 15:28
      • Responder

      Concordo plenamente com o que diz, no entanto, é preciso encontrar soluções. Louvo este grupo de professores que abriu esta petição por fazer alguma coisa, ao contrário dos sindicatos que a única coisa que têm feito é a criação de confusões horríveis nestes últimos concursos, pois não acredito que estas alterações tenham saído da cabeça dos iluminados do ME. Mas, em última análise, seriam eles (sindicatos) que deviam propor uma solução “justa” dentro do limite do possível e sem menosprezar ninguém, embora, não tenho dúvidas, muitos serão sempre prejudicados tendo em conta as mudanças ocorridas desde a Maria de Lurdes… Mas os sindicatos não tem coragem para isso, pois o que quer que proponham irá sempre alguém do próprio sindicato.
      Quanto à Ordem: Isso é uma utopia tendo em conta as divisões dos professores criadas pelos sucessivos governos (todos sem exceção).

    • Costa on 8 de Outubro de 2017 at 16:22
    • Responder

    Texto com nítido desprezo pelos contratados. Os QZP quem alterar as regras para servir os seus interesses , não querem concursos justo querem concursos feito por medida para beneficiar os QZP e prejudicar todos os outros só isso. Todos os QZP ficaram colocados onde manifestaram preferências. Eu não tinha condições para vincular, mas conheço colegas que podiam efetivar no QZP de Lisboa ou Algarve, sendo do norte no entanto ponderaram e optaram por concorrer para o norte e continuam contratados por isso. Sou contratado mas não estou a contar com a norma travão colega . Muitos colegas do QZP queriam ser “espertos ” e efetivar a 300 km contanto com a MI para aproximar do norte no entanto correu mal a jogada e agora choram. Concorreram arriscando para longe agora assumam as vossas opções.Queriam trabalhar 8 horas mais uns clubes e apoios e receber o salário por inteiro? Isso não cabe na cabeça de ninguém colega….. Concurso injusto é aceitar na mesma prioridade milhares de colegas que lecionaram nos colégios durante 15 ou 20 anos e agora com pouco tempo de público ultrapassam os colegas do público com o apoio de alguns sindicatos.Contra isso deviam os colegas do quadro e sindicatos lutar e fazer manifestações. Concurso injusto aconteceu com a BCE . Agora pedem união agora não vi ninguém dos quadros preocupado com os contratados nessa altura …. Onde estavam os colegas do quadro e sindicatos na injustiça da PAC na dia da greve poucos do quadro fizeram greve….

      • Ivone Nogueira on 8 de Outubro de 2017 at 17:05
      • Responder

      Concordo com todo o texto que escreveu…A norma travão é a forma mais vergonhosa e injusta para a vinculação de professores. Porquê?
      —Prejudica de forma gritante quem possui qualificação profissional para mais de um grupo de recrutamento. Basta ter o azar de um ano para o outro ser colocado em grupos de recrutamento diferentes para não e star dentro dos requisitos da norma -travão.
      — Em anos anteriores, docentes que foram colocados pela reserva de recrutamento (depois do inicio das aulas), ainda que em setembro, perderam dias de serviço e não foram reconduzidos, em contrapartida colegas menos graduados, que entraram pelos critérios manhosos da BCE em outubro e novembro quer em horários anuais, quer em horários temporários tiverem o privilégio de ver os seus contratos retroagirem a 1 de setembro e foram reconduzidos, o que lhes deu acesso a terem as condições para vincularem pela Norma-Travão, colocando-os de forma injusta em clara vantagem em relação aos colegas colocados mais cedo nas reservas de recrutamento.
      —Com estas ilegalidades, os colegas colocados pelas BCE vão conseguindo ultrapassar outros colegas, porque ilegalmente vão conseguindo mais tempo de serviço, são os que vincularam e os que maioritariamente vão vincular pela norma travão!!! Este ano fui ultrapassada por muitos colegas por causa desta situação.
      Para provar estas ilegalidades basta ir às reservas de recrutamento dos anos anteriores. Nas listas verifica-se que existem professores não colocados nos meses de outubro e novembro, e nas reservas de recrutamento seguintes, não se encontram nem na lista de colocados, nem na lista de não colocados, concluindo-se que entraram pela BCE. Qual não é o espanto quando nos concursos seguintes se verifica que são adicionados ao seu tempo de serviço 365 dias!

    • Zé Carlos on 8 de Outubro de 2017 at 17:15
    • Responder

    Não é sequer cogitável que algum docente, ciente da sua missão e da defesa da qualidade da escola pública, pense em consciência dos seus deveres e de acordo com o princípio de zelo que é consagrado na lei, assine tal petição. Este texto é revelador de ignorância, reveste-se de uma arrogância perante os colegas e tudo o que a profissão representa e está longe de dignificar aqueles que SÃO professores.

    Alguém bem informado, atento aos colegas que todos os anos são contratado, deveriam saber que uma grande percentagem deles tem uma graduação profissional e académica superiores comparativamente a muitos de nós que estamos no quadro. Mais, estamos a falar de colegas com uma larga experiência e que pelo seu esforço e das suas famílias têm investido no cumprimento dos seus deveres, têm investido na sua formação e que não alinharam na “chique-espertice” de efetivar seja onde for para depois com 6 horas ou pouco mais ficarem comodamente instalados a receber o ordenado por inteiro.

    Lamento que pessoas que estão ao serviço da educação revelem um nível de cultura tão baixo e incitem outros a embarcar neste cenário umbiguista, recambolesco colocando-se colegas contra colegas e se perca de vista o bem comum.

    • dany on 8 de Outubro de 2017 at 20:41
    • Responder

    A fim de organizar a anarquia que se criou não sei se não era melhor todos os QZPs passarem para QE!


  2. A INTENÇÃO DA PROPOSTA (TODOS IGUAIS):

    “SOMOS TODOS PROFESSORES e a lista de graduação profissional tem que ser sempre o CRITÉRIO ÚNICO de colocação em todas as fases de concurso.”

    A PROPOSTA (UNS MAIS IGUAIS DO QUE OUTROS):

    “Após a contabilização das vagas, estas deveriam ser incluídas no Concurso Interno, ficando disponíveis, numa primeira fase, para os docentes do QUADRO.
    Numa segunda fase, as vagas recuperadas destinar-se-iam à vinculação dos docentes abrangidos pela referida Norma Travão. (DOCENTES CONTRATADOS)”

    “Todos os professores de QUADRO devem ter acesso a todas as vagas, ou seja, às vagas criadas, bem como às libertadas por outros docentes de quadro, sendo estas então posteriormente recuperadas para a vinculação de docentes CONTRATADOS.

    ”O modelo por nós proposto não favorece os professores dos quadros” 🙂

    “Tempo de serviço prestado no ensino PÚBLICO deveria ser contabilizado acrescentando 1 valor na graduação profissional por cada 365 dias de serviço após a profissionalização, enquanto o serviço prestado no ensino PRIVADO seria valorizado em 0,5 valores por cada 365 dias de serviço.”
    E já agora: o serviço prestado em escolas com CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO seria valorizado em 0,75 valores, o serviço prestado no IEFP seria valorizado em 0,64 valores, o serviço prestado em escolas PROFISSIONAIS seria valorizado em 1,23 valores, o serviço prestado no IEFP seria valorizado em 0,64 valores, o serviço prestado em ESCOLAS PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO seria valorizado em 0,33 valores, o serviço prestado em escolas TEIP seria valorizado em 1,31 valores,…

    Fui..

    • Banana on 8 de Outubro de 2017 at 21:24
    • Responder

    Um concurso justo que respeite a graduação profissional ou seja, não importa o grau dos estudos do candidato o que importa é o tempo de serviço. É uma mensagem que passam que não vale a pena esforçarem-se muito em tirar boas notas mas sim fazer horas mesmo que o cansaço depois se reflecte no trabalho. Mas não deixa de ser um tanto irónico isto acontecer numa área onde as notas determinam o sucesso do aluno. Então, nas listas de ordenação vê-se candidatos com grau acima de licenciatura em especialização em ENSINO de uma determinada disciplina ou disciplinas com valores altos a ser ultrapassados por candidatos com licenciaturas com notas inferiores mas como têm muito tempo de serviço- alguns têm esse tempo inflacionado devido aos bons contactos-, e ficam sempre bem colocados aliás são sempre os mesmos e claro ano após ano estão sempre acumular tempo de serviço sem se chatear muito pois está blindado aos outros que se esforçaram para tirar boas notas e especializações no ramo da Educação/ Ensino (para serem mesmo professores) em vez de ter uma majoração ou estarem em 1ª prioridade -nada- ficam no fim, e um que tirou advocacia mas tem muito tempo de serviço fica colocado por exemplo, é tão ridículo estes concursos que até dão náuseas. É uma desolação ver professores com tanto potencial nunca ficarem colocados, só neste país das bananas é que acontecem concursos com estes critérios.

      • Despacho866 on 9 de Outubro de 2017 at 10:12
      • Responder

      Classificações como se obtém na especialização em educação especial? E depois concorrem com essa classificação como habilitação profissional! Ninguém se preocupa com isto? O despacho 866 é uma anormalidade que ainda vigora e mostra bem o desprezo pela experiência e pela formação…

    • Ab Sinto on 9 de Outubro de 2017 at 10:46
    • Responder

    “Eles” ainda vão “inventar” os “técnicos não especializados”, vai-lhes ficar mais barato o SUCESSO D’ELES!


  3. Sou a favor de Graduação + retomar os 23 QZP + permuta para todos

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